Arquivos Cinema - Página 2 de 5 - JODF — Portfólio online JODF — Portfólio online
Portfólio
Currículo
/jodf80
Blog
flickr.com/JODF
jodf__
jodf@jodf.com.br
11 995 339 613

JODF — Portfólio online

16 de janeiro de 2013 — 08:05

Uma medalha para Chewbacca por JODF
Assunto: Cinema, Lugares & Fatos    

Share
This awards season we salute you, Chewie, with our own Medal of Yavin for your bravery.

This awards season we salute you, Chewie, with our own Medal of Yavin for your bravery.

Não sei exatamente quando foi que o Chewbacca ganhou esta medalha. Originalmente apenas Luke e Han foram condecorados nesta cerimônia, em 1977, no primeiro longa da série Star Wars. Imagino que a medalha no peito do Wookie fora colocada numa das últimas edições de Uma Nova Esperança em DVD ou Blu-ray.

Domingo passado, o perfil oficial da sagaStar Wars publicou esta foto no FaceBook, com a legenda “nesta sessão de condendecoração saudamos você, Chewe, com nossa própria Medalha Yavin pela sua bravura.

Não acho que Chewe ficou de fora da premiação original por uma questão racial, mas por ser de outra espécie. Quando criança, e mesmo na adolescência, eu o via como uma espécie de “cão fiel” de Han Solo. Ele era só o mascote da Milleniun Falcon. Em fim, não era dotado de humanidade alguma.

É curioso como, no século XXI, aceitamos melhor o convívio com outras espécies. Atribuímos tanta humanidade aos nossos animais de estimação que, se antes eram praticamente, hoje gatos e cachorros são membros efetivos das nossas famílias.

Algo que demonstra bem o que estou dizendo aconteceu no Episódio I de Star Wars, A Ameaça Fantasma: a Rainha Amidala oferece toda a sua gratidão ao dróide R2-D2 por reparar a sua nave, durante sua fuga do ataque da Federação do Comércio. Ela ordena que suas criadas o limpem e o cumprimenta pessoalmente. O robozinho é tratado como uma pessoa, não como uma coisa.

Agora fico imaginando se, na próxima re-edição do filme, C-3P0 e R2-D2 também não ostentarão medalhas no peito pela sua bravura, pois acho que eles foram tão importântes no resgate de Lea e na destruição da Estrela da Morte quanto os outros três heróis.


19 de dezembro de 2012 — 08:14

Tão forte quanto uma orquéstra por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, Rock n Roll    

Share

Semana passada, fui apresentado ao trailer dO Homem de Aço, o rebut da franquia cinematográfica do Superman. O novo filme incorpora as mudanças do Universo DC nos quadrinhos.

Neste novo contexto, tanto nos quadrinhos quanto no cinema, Kal-El de Krypton não é mais o bom menino que cresceu em Pequenópolis (ou Smallville se preferir). Ele ainda foi criado e educado lá, mas agora ele é agressivo e idealista, quase um revoltado.

Essas mudanças também refletiram no visual do herói, inclusive com direito a um novo uniforme. Mas não foi só  a usência das botas e da cueca vermelha que me incomodou no no trailer. Tem outra coisa que define o personagem tanto quanto sua roupa, seus poderes e seu carater.

O tema musical, criado nos anos 70, por John Williams, é tão parte da personalidade do Superman quanto seu amor por Lois Lane. Imagino que mesmo quem nunca viu o filme ou não gosta do personagem, não sinta a nuca arrepiar e esboce um sorriso quando essa música toca. é um som “mais poderoso que uma locomotiva”, empolgante mas nenhum pouco intimidador.

E para quem nunca ouviu falar de John Williams, ele é o compositor vivo com a maior coleção de prêmios do Oscar na categoria Trilha sonora original. E entre os mortos, apenas Walt Disney ganhou mais vezes este prêmio.

Além do tema do Superman, o senhor Williams compôs também as trilhas de E.T., Indiana Jones, Tubarão, dos seis (e também provávelmente dos próximos três) episódios da Saga Star Wars, além de vários outros clássicos do cimena que não foram feitos nem pelo Spielberg e nem pelo Lucas.

Mas de todas as músicas, a que mais mexe comigo é essa. E não é só por se fã do personagem ou porque o filme é um clássico. Como eu disse, esse som faz minha nuca arrepiar e esboça um sorriso na minha cara.


28 de novembro de 2012 — 07:49

Super-desenhos em domínio público por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV    

Share

A primeira série animada do Superman, produzida (“in Tecnicolor”) na década de 1940 pelos estúdios Fleisher e distribuída originalmente pela Paramount Picture, agora está em domínio público.

A série, inicialmente feita para o cinema, foi exibida em diversos canais de TV no mundo todo. Os episódios foram relançados em VHS e DVD. Mas agora a Warner os remasterizou e colocou-os no seu canal do Youtube.

São episódios com menos de 10 minutos cada, mas com muita porrada, como costumavam ser as histórias na Era de Ouro dos Quadrinhos.


17 de outubro de 2012 — 08:16

Mas por que a Enterprise tem este nome? por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Cinema, TV    

Share

O ônibus espacial Enterprise fora inicialmente construído sem motores e sem o escudo térmico. Não era intenção da NASA mandá-la ao espaço. Era apenas um protótipo para testes de pouso.

Sua construção começou em 1974 e os testes de voo, em 1977. A Enterprise era fixada sobre um Boeing 747 e solta. A descida levava pouco mais de dois minutos e meio.

A NASA inicialmente tinha intenção de mandá-la ao espaço após os testes. Mas a honra de ser o primeiro ônibus “verdadeiramente” espacial coube à Columbia.

Nos anos 80, após a explosão da Chalinger, pensaram em subistituí-la com a Enterprise. Porém a NASA preferiu construir uma nova nave, batizada de Endevour. E o primeiro veículo espacial reutilizável foi mandado ao Museu Aeroespacial da Fundação Smithsoniana, onde ficou até ser trocada pela Discovery.

Beleza. Parece que a história desta nave acumula mais rejeição do que aceitação. Mas por que a Enterprise tem este nome?

Em 1976, quando ainda estava em construção, a NASA recebeu milhões de cartas de fãs da série Jornadas nas Estrelas (ou Star Trek), exigindo que o ônibus espacial recebesse o nome da nave comandada pelo Capitão Kirk na série transmidiática (TV e cinema).

Por “livre e inspontânea” pressão popular, e também por que a série deve ter influenciado muitos dos funcionários a pedir emprego à NASA, deu-se o nome Enterprise ao protótipo do ônibus espacial. Em retribuição, a série citou várias vezes, tanto na TV quanto no cinema, mostrando-a em imagens de vídeo e fotos, além de infogramas cronológicos da história das Enterprises. Ou seja, o primeiro ônibus espacial tornou-se parte efetiva e escencial da série.

Não entrarei em detalhes sobre Jornada nas Estrelas pois nunca fui um grande entusiasta da série.

E após ser “despejada” do Smithsonian, a primeira Enterprise foi levada à Nova York, onde está exposta num museu instalado num porta-aviões da Segunda Guerra mundial, que fica ancorado no lado oeste de Manhatan.

Space Shuttle Enterprise Move to Intrepid (201206060026HQ)


6 de agosto de 2012 — 07:50

O Último Guerreiro das Estelas por JODF
Assunto: Cinema, TV    

Share

Semana passada estava tomando café da manhã com alguns colegas, quando alguém se virou para uma pessoa da mesa e perguntou o nome de um filme (não me lembro qual). De imediato ele respondeu. Como não era um filme que eu conhecia, resolvi “brincar” e perguntar o nome de outro.

Faz anos que pergunto para todo mundo, desde meados dos anos 90, como se chama aquele filme do carinha que jogava fliperama e é convocado para ser piloto de caça espacial, que ficava um robo no lugar dele na terra, e que a nave dele tinha um botão que nunca poderia ser apertado, mas que ele se vê obrigado a apertá-lo para derrotar a frota inimiga. Meu colega pensou um pouco, puxou pela memória e respondeu “acho que era The Last Starfighter”.

Fiquei impressionado de ver que ele conhecia o nome original do longametragem. Normalmente, quando pergunto, todo mundo sabe de que filme estou falando, as pessoas se empolgam com o assunto, mas ninguém se lembra do nome dele.

Este era um daqueles filmes que passavam na sessão da tarde nos anos 80 e início dos 90. Daqueles que nem passou nos cinemas brasileiros, ou se passou, você não conhece ninguém que o assistiu no cinema. É uma produção daquelas cheias de efeitos especiais que ficaram toscos com o tempo. Não é um daqueles clássicos feitos para cinéfilos ou críticos. É apenas um daqueles muitos filmes legais pra caramba, que molecada assistia antes de sair para jogar bola na rua. Era um daqueles filmes com uma história bastante simples, mas inesquecível.

Com o possível nome, procurei e o baixei ainda durante a semana. Assiti ele ontem. E quando o fime começou, aquele locutor, que dizia “versão brasileira Herbert Richers”, anunciou o título brasileiro: O Último Guerreiro das Estrelas.

Pronto. Finalmente achei! É esse mesmo.


4 de junho de 2012 — 08:42

Dividindo o palco com o Homem de Ferro por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, Rock n Roll    

Share

No caminho para o trabalho, a rádio tocou Shoot the Thrill do AC/DC. Não me lembro bem, mas se não me engano, esta música foi composta especialmente para a trilha sonora do filme Homem de Ferro 2.

Sei que a vez deste filme já foi a dois anos atrás, que o personagem já apareceu em outro filme e que já estão gravando o Homem de Ferro 3. Mas não pude deixar de lembrar do clip que fez parte da divulgação de pré lançamento do filme.

No vídeo, mesmo estando em ambientes distintos. Mesmo o ator Robert downey Jr estando não estando no estádio Monumental de Nuñes, em Buenos Aires. Mesmos o AC/DC não estando no set de filmagem da Stark Expo, a banda, Tony Stark e suas “starkets” dividem o mesmo palco.

Aliás, nem me lembro se no filme, na cena em que o Homem de Ferro interage com o balet, se toca Back in Black ou Shoot the Thrill. Mas a fantástica edição torna tudo um espetáculo só.

Só acho que deveriam ter feito este encontro pra valer no filme. Seria muito legal.


7 de maio de 2012 — 08:39

A molecada não entendeu o final do filme por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos    

Share

Costumor ir ao cinema sempre pelomenos uma semana depois da estreia para evitar superlotação. Mas não tem jeito, quando o filme é bom a fila é sempre grande.

Sábado assisti os Vingadores. Sessão das 13h. Sala lotada. Todos que o assistiram no final de semana anterior gostaram muito. Tanto os leigos, quanto os marvelmaniacos cobriram a produção de elogios.

Confesso que fui preparado para uma porcaria. O excesso de protagonistas poderia dispersar a história. Acreditava que ou veria “o melhor filme de todos os tempos” (melhor até o próximo filme que me empolgasse demais) ou o pior filme de super-heróis da História (sem aspas porque seria realmente um lixo). Para minha felicidade, foi a primeira opção.

Algo que não me agradava, antes de ver o filme, era que a equipe enfrentaria o vilão do filme solo mais fraco entre todas as produções que precederam os Vingadores. Loki, o deus da Trapaça, não deu nem pro cheiro no longa-metragem do seu irmão Thor. Era um vilão manjado. Não era forte como o Abominável, perigoso como o Caveira Vermelha ou frio como o Chicote Negro. Na verdade Loki até se redimiu no final de Thor.

Porém o deus da Trapaça mostrou por que detém este título. Ao invés de cada vingador ter uma histórinha solo curta e se encontrarem no final para salvar o mundo, Loki passa o filme todo jogando um herói contra o outro. Isso dá enredo ao filme. Cada protagonista tem a chance de se mostrar individualmente, apresentar sua personalidade e seus poderes sem se isolar do resto da trama.

A batalha contra as tropas de Loki é digna dos filmes de catástrofe dos anos 90. Nova York sofre sob o fogo cruzado entre os dois lados da guerra. Efeitos especiais, destruição de prédios, lutas “mano a mano”, explosões, tudo como se fazia no final do século XX. Porém, diferentemente de Independency Day, a invasão não era gratuíta e inexplicável. Existia uma aliança para dominar o mundo. Até um porquê escolheram Manhatan específicamente existe.

Ainda existem muitos elementos de humor sem exageros (embora numa sala lotada,as pessoas acabam exagerando nas reações). Realmente é um ótimo divertimento.

Porém percebi algo muito interessante na saída do cinema: sabe aquele finalzinho, após os créditos que dá um pequeno prólogo do próximo filme? Uma molecada com seus 15, 16 anos saiu tentando entender o que significava. Não entrarei em detalhes sobre o que foi mostrado na última cena, para preservar a surpresa de quem ainda não assistiu. Só direi que aquela foi uma referência direta à primeira mega-saga Marvel que li nos anos 90. Então aqueles moleques dificilmente saberão do que se trata até os Vingadores 2.

Esta é uma característica dos bons filmes de super-heróis do século XXI: as produções de hoje se baseiam em mini-séries ou arcos de grande sucesso no passado do personagem. Isso agrada muito os verdadeiros fãs de quadrinhos e diverte muito quem escolheu a sessão na porta do cinema. E os que fogem disso ficam uma porcaria (vide Lanterna Verde e Motoqueiro Fantásma: o Espírito da Vingança).


9 de abril de 2012 — 08:05

Ao galopar, um cavalo tira as quatro patas do chão simultaneamente? por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Cinema, Fotografia — Tags:     

Share

Durante séculos essa foi uma curiosidade pertinente na humanidade. Sabe aquelas discussões de buteco que duram horas e horas e não se chega a conclusão aguma? Cada um acha uma coisa, argumenta, opina, mas ninguém pode provar nada. Pois é …

Afinal, o cavalo tira ou não todas as patas do chão ao galopar?

Para responder de vez a esta pergunta, o ex-governador da California,  Leland Stanford, contratou um fotógrafo britânico, chamado Eadweard Muybridge.

Muybridge fazia experimentos com multiplas fotografias. Disparo em sequência de várias câmeras para captar movimentos numa época de negativos de vidro e enormes câmeras de madeira.

Na fazenda do ex-governador, ao norte de São Francisco, Muybridge armou seu equipamento e captou a seguinte sequência:

Quer dizer… a resposta é sim. O cava tiras os quatro cascos do chão.

Aliando esta técnica de captura de imagens sequenciais à técnica de “um aparelho de animação” chamado Zootrópio (um cilindro com desenhos sequenciais dentro. Quando o gira-se o cilindro, olhando por pequenas aberturas, os desenhos ganham movimento), Muybridge criou um disco para projetar suas imagens, chamado Zoopraxicópio. Este dispositivo é o precursor da película de celulóide. Ou seja, isso acabou dando horigem ao cinematógrafo, invensão disputada por Tomas Edson e pelos irmãos franceses Auguste e Louise Lumière.

Um dia um professor de fotografia contou essa história na faculdade, e entendi finalmente porque, na época, o software de edição de vídeo Adobe Premiere tinha um cavalo como símbolo.

  Outra curiosidade sobre o fato é o local onde o experimento aconteceu. o terreno da fazenda de Stanford hoje abriga uma universidade que leva o seu nome, e fica numa região que conhecemos como Vale do Sílicio. Berço de gigantes da tecnologia como a Apple, o Google e várias outras empresas. Ou seja, o fantasma inovador de Eadweard Muybridge ainda “assombra” aquela área.


26 de dezembro de 2011 — 07:54

Um filme para a virada do ano por JODF
Assunto: Cinema    

Share

Estamos muito próximos de começar mais um novo ano. Porém, nossa TV e as salas de cinema, nesta época só exibem filmes de Papais Noéis, duendes ou de temas religiosos variados. Então, aos que querem fugir um pouco desta mesmisse, indico o filme 200 Cigarros.

Lançado em 1999, o filme conta várias pequenas histórias, de diversos personagens, a caminho de uma festa que brindará a chegada de 1981, num apartamento em Nova York. Com muitas brigas, confusão, desencontros e tudo que sabemos que acaba acontecendo antes, durante e depois de qualquer festa.

No elenco estão Courtney Love, Elvis Costello, Ben Affleck e vários atores de verdade. Um filme ideal para assistir sexta-feira (30/12) a noite, se você não quiser sair de casa na ante-véspera de ano novo, ou em qualquer outra noite ao longo desta semana.


5 de dezembro de 2011 — 08:52

O Rato × o Coelho por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV — Tags:     

Share

Se estivesse vivo, hoje Walter Elias Disney comeoraria seus 110 anos de nascimento.

Quando estava no último semestre da faculdade assisti uma palestra sobre Walt Disney e seus parque, com o representante oficial da marca Disney no Brasil.

Uma história muito interessante contada na  ocasião foi a inspiração para a criação de Mickey Mouse. Segundo o palestrante (do qual já não me lembro o nome), Walt Disney seria o verdadeiro pai do Perna Longa. Segundo a história relatada, Disney criara um coelho malandro. Um amigo dele apresentou o personagem à Warner Bros e se declarou o autor.

Ao invés de processar o estúdio ou quebrar a cara do ex-amigo, Walt decidiu se vingar de um jeito diferente: criando o personagme mais famoso da história da animação.

Mas nem precisa se dar ao trabalho de checar as datas: segundo a Wikipédia e o Inernet Movie DataBase (imdb.com), Mickey Mouse estreiou em 1928, e o Perna Longa em 1940.

Porém, entre 1938 até 1940, a Warner apresentava desenhos estrelados por um coelho branco e muito mais insano chamado Happy Rabbit (a esquerda), considerado o protótipo do Perna Longa. E o Happy Rabbit se inspirava num personagem de Disney chamado Max Hare (a direita).

Mas se prestarmos um pouco mais de atenção nos dois personagens atuais, encontraremos algumas coincidências:

• Embora tenham personalidades opostas Perna Longa é sádico e Mickey um bom menino), ambos são roedores.

• O Perna Longa tem pelagem clara e rivaliza com um pato insano de penas pretas. E o Mickey tem pelos pretos e tem uma amizade tumultuada com o pato de penas brancas. Completam os trios principais um porco gago (na Warner) e um cachorro idiota (na Disney), ou seja, dois mamíferos domesticados.

• Não sei quando, mas há muito tempo a Warmer comprou a DC Comics, a editora do Batman e do Superman. Há pouco tempo a Disney comprou a Marvel Comics, que publica o Homem-Aranha e Hulk. Então até no seguimento de quadrinhso de super-heróis os personagens símbolo de seus estúdios rivalizam.


« Posts mais RecentesPosts mais Antigos »