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JODF — Portfólio online

20 de fevereiro de 2016 — 14:57

Plágio removido por JODF
Assunto: Fotografia, Internet — Tags:     

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Entrei em contato com o autor do plágio que mencionei no post anterior e o sujeito substituiu a imagem por este troço aí.

G Lantern

Não sei o porquê, mas no post anterior ainda é possível encontrar o plágio. Imagino que o Flickr nunca elimine imagens postadas e, como os códigos de incorporação são gerados pelo nome original do arquivo upado, a foto antiga continua visível


19 de fevereiro de 2016 — 23:41

Plágio mal feito por JODF
Assunto: Fotografia, Internet — Tags: ,    

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Green Lantern

G Lantern

Estava esperando o ônibus quando decidi conferir o tema da semana do FlickrFriday. A proposta era Lantern. Lá mesmo no terminal urbano fotografei o anel da minha mão direita e postei no Flickr. Chegando em casa fui conferir se a imagem foi aceita no grupo. Então encontrei o meu compartilhamento e um plágio mal feito.

Qual das duas imagens é uma montagem mal feita? Acho que não precisa ter grandes conhecimentos técnicos para saber a resposta. Não bastou copiar a minha ideia, o sujeito também copiou o meu anel bem porcamente.

Os moderadores do FlickrFriday dificilmente aprovam fotos tratadas. Pedem para conferir a imagem original antes de dar o seu ok. E nunca aceitam montagens. Mas essa, mesmo tão precária passou na “inspeção”.


25 de janeiro de 2016 — 21:08

A Bandeira dentro da Bandeira por JODF
Assunto: Branding    

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Descobri hoje um detalhe na bandeira de São Paulo que nunca notara antes.

640px-Bandeira_da_cidade_de_São_Paulo.svg[1]

A atual bandeira contém na sua composição o brasão da cidade sobre uma cruz vermelha. Isso é bem comum em vários municípios do Brasil. Aliás, até 1987 a bandeira de São Paulo tinha só o brasão sobre um fundo branco. Naquele ano, durante a gestão do Jânio, os símbolos da cidade foram reformulados para adequá-los às normas internacionais de heráldica.

640px-Bandeira_da_cidade_de_São_Paulo_(1974_-_1987).svg[1]

O brasão municipal é cercado por uma fortificação acima, galhos de café nas laterais e o lema da cidade abaixo “Não sou conduzido, conduzo” em latim. Dentro do escudo vermelho há um braço de armadura empunhando uma alabarda com uma bandeira hasteada.

E que que bandeira é essa?

640px-OrderOfCristCrossFlag.svg[1]

Do período colonial até 2016, quando o brasão foi criado, São Paulo era representada pela Cruz da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, também chamada de Cruz de Portugal. Essa é a mesma cruz que está no centro do brasão e a mesma que preenche o fundo do atual bandeira.

Ou seja, a atual bandeira paulistana é composta pela sua versão anterior somada à sua versão mais antiga.


6 de janeiro de 2016 — 22:04

O Blog e o Portfólio agora têm o mesmo visual por JODF
Assunto: Design, Internet, O Blog    

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Quando coloquei o novo visual no ar, falei vagamente de um problema estrutural que impediu a fusão do blog com meu portfólio. Depois de muito tempo sem tentar consertar, hoje encontrei a solução. Sabe quando do nada vem uma ideia na cabeça e você corre para conferir e dá certo? Foi o que aconteceu.

Não sei se alguém chegou a reparar no defeito. Ele se manifestava de forma diferente no Chrome e no Firefox, mas não aparecia no Opera. Em páginas com pouco conteúdo (como neste post), a área branca, onde ficam as postagens não se expandia até o rodapé. No navegador da Mozilla, a borda metálica também não chegava até o rodapé. No blog tudo bem, mas no portfólio é melhor que fique feio do que com falhas estruturais graves.

Já apliquei este tema ao portfólio. Mas ainda não uni os bancos de dados. Farei isso nos próximos dias.


28 de dezembro de 2015 — 15:54

O quarto no porão por JODF
Assunto: Arquitetura, Outros/Diversos — Tags:     

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No meu voo entre Buenos Aires e Ushuaia, em 2013, sentei bem próximo as banheiros do meio do avião. Era um Airbus A340, uma aeronave de quatro motores para voos longos, bem larga, com dois corredores internos e poltronas dispostas em três fileiras de 2-4-2 assentos. Na divisa das alas havia quarto cabines sanitárias em cada corredor: duas laterais e duas centrais.

Da minha poltrona, durante toda a viagem notei que vários tripulantes entravam num dos banheiros. Sempre no mesmo. Um não esperava o outro sair. Quando precisei usar, aproveitei e conferi a porta, que era bem disfarçada. Não era para ser percebida pelos passageiros. Aliás, as comissárias sempre olhavam ao redor antes de abri-la e passavam muito rapidamente, com o máximo de discrição.

Faltando pouco tempo para o pouso, os tripulantes começaram a voltar para os seus lugares. Algumas comissárias abotoavam suas camisas e arrumavam as saias. Com a mesma discrição que entraram também saíram: um a um, tomando cuidado para não serem flagrados pelos passageiros. Mas as últimas duas pessoas saíram juntas e consegui perceber que estavam subindo uma escada. Fiquei tentando entender o porquê daquele pessoal descer até o meio das malas.

O mistério acabou semana passada quando li num post do UOL que os aviões para voos de longas distâncias possuem áreas de descaço para tripulantes. As crew rest areas são pequenos alojamentos secretos onde a tripulação dorme ou relaxa durante a viagem. Normalmente são pequenos espaços claustrofóbicos (pé direito baixo e sem janelas) com algumas camas. Normalmente nos Boeings esses aposentos ficam sobre as alas de passageiros, bem em cima dos maleiros. Nos Airbus, as localizações variam em cada modelo (no A340 é mesmo no porão).

Para ilustrar este post e (principalmente) saciar a minha própria curiosidade, procurei uma foto da área de descanso de um A340.

Crew Rest Area A340


22 de dezembro de 2015 — 18:00

A Luz em chamas por JODF
Assunto: Arquitetura, Fotografia, Lugares & Fatos    

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Procurei uma foto no meu Flickr para ilustrar este post, mas não achei. Desde que me entendo por gente a Estação da Luz sempre foi uma importante referência. Seja no percurso entre Jundiaí e São Paulo, ou somente dentro de São Paulo, ou apenas só passando por São Paulo. Sempre passo por lá com pressa, nunca fotografei as plataformas centenárias. As únicas imagens que tenho do local são do telão cilíndrico da linha 4 e no interior do Museu da Língua Portuguesa.

Vejo desde ontem tanta gente lamentado pelo museu (o qual muitos nunca visitaram). Tirando uma exposição temporária (que foi integralmente salva do fogo), o restante do acervo era todo virtual e/ou substituível. Mas o prédio centenário é insubstituível. Nem a sua função de ingração intermodal (a úncia entre a linha 1 do Metrô e qualquer outra da CPTM). Mais que isso, como toda grande estação de qualquer metrópole do mundo, a Luz por si só é uma referência cultural, onde podemos encontrar todo tipo de gente, vindo de todos os cantos da cidade e arredores (oriundos do mundo todo), indo para o lado oposto de onde veio.

Cada um dos passageiros que passam diariamente pela Luz, Barra Funda, Brás, Sé, Tietê, Jabaquara e todas as outras estações do sistema dentro ou fora da Capital, carrega consigo novas gírias e expressões idiomáticas, difundindo-as por toda Grande São Paulo. Então, na prática, qualquer estação de trem e/ou metrô importa muito mais à Língua Portuguesa do que um ‘museuzinho high tech’.

Torço muito que o prédio não esteja estruturalmente comprometido. Espero que o espaço seja restaurado logo. Todos precisamos que os trens voltem a circular por ali urgentemente. Esse incêndio não destruiu só um patrimônio arquitetônico. O fogo queimou uma parte da nossa dinâmica cultural.


2 de dezembro de 2015 — 09:56

Até Itupeva tem ciclofaixas no centro da cidade por JODF
Assunto: Arquitetura — Tags:     

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Ontem fui muito duro com a “iniciativa” de Jundiaí (população 400 mil) pela construção da sua (talvez) primeira ciclovia. Porém, evitei comparações com cidades muito mais avançadas neste assunto, como São Paulo (população 12 milhões) e Bogotá (população 10 milhões). A quantidade de habitantes, de vias públicas e os orçamentos para trânsito e obras jamais permitiriam uma equiparação justa entre a “Terra da Uva” e qualquer Capital Megalopolitana.

Também não compararei a malha cicloviária jundiaiense com a de cidades de portes próximos e orçamentos equivalentes, como Sorocaba (600 mil habitantes) e Bauru (360 mil habitantes). Meu parâmetro será a vizinha Itupeva (52 mil habitantes), município com 1/8 da população de Jundiaí.

Até Itupeva tem ciclofaixa no centro da cidade. A prefeitura local não teve o mínimo receio em segregar quase um terço de uma avenida onde se localizam várias secretarias municipais, unidades de saúdes e clinicas médicas públicas, bancos, escolas e até o terminal rodoviário.

Sei que a tendência imediata é comparar a iniciativa dos políticos de cada localidade. Mas esse tipo de medida depende muito mais da mentalidade coletiva de aceitar (ou acatar) mudanças no seu modo de vida. Não sei como pensam os itupevenses, mas os paulistanos sempre polemizam numa situação assim: parte da população se entusiasma exageradamente, os outros ficam putos, mas no final todos assimilam e se adaptam à novidade. Já em Jundiaí, embora a tendência seja sempre imitar a Capital (inclusive nas tarifas de ônibus), todo assunto que mexa com o mundinho individual de cada um é e sempre será um tabú.

Inauguração do Primeiro trecho da Checchinato


1 de dezembro de 2015 — 11:21

Nada a Lugar Nenhum por JODF
Assunto: Arquitetura — Tags: , ,    

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O Município de Jundiaí está prestes a ganhar sua primeira ciclovia em um bairro central. Aproveitando as obras de prolongamento da marginal unilateral de um córrego, pavimentou-se parte da calçada com concreto vermelho. A via ligará a Rua do Retiro à Rua Luiz Gonzaga Martins Guimarães (que deveria servir de alternativa à Rua do Retiro, mas que só serve de extensão para o estacionamento do gigantesco condomínio de mais de 400 apartamentos).

A ‘nova avenida’, ainda inacabada, terá menos de 350 metros e ligará a portaria principal do condomínio Practice Residencial Club à sua portaria secundária. Ou seja, ligará nada a lugar nenhum. Quanto à ciclovia do complexo, provavelmente virará pista de corrida e caminhada para os moradores desse condomínio e de outro vizinho. É exatamente o que acontece com a ciclo faixa recreativa, segregada todos os domingos de manhã na avenida Luis Latorre, onde se vê de tudo, menos bicicletas.

Em Jundiaí, bicicleta é vista ainda pela maioria da população como um brinquedo. Para outros “mais moderninhos”, como “fitness outdoor”. Então não existe a cultura de pedalar por mobilidade. Muitos motoristas ainda acreditam que não tem problema em tirar fina (na verdade acham que o problema é a bicicleta andar pelo asfalto). Em compensação, os ciclistas jundiaienses se sentem no direito de furar sinais vermelhos (isso é igual em todas as cidades brasileiras), a pedalar na contramão e sobre a calçada. Tudo para manter o seu ritmo de exercício. Sem falar que são muito poucas as bicicletas como sinalização noturna: é raro ver alguém com olhos-de-gato ou luzes piscantes (e a maioria só sai a noite para dar uma voltinha, depois do trabalho, pelas avenidas mais movimentadas).

Oficialmente essa ciclovia, da marginalzinha, não é a primeira de Jundiaí: existem alguma em parques e outra que liga um bairro periférico a um bairro suburbano, no acostamento de uma estrada municipal. Talvez haja até alguma outra que eu não conheça. Mas no geral o que prevalece é o uso recreativo.

Adoraria acreditar que essa ciclovia do córrego será a primeira de uma extensa malha vermelha que cortará toda a cidade, mas sei que não. Se há uma coisa sagrada em Jundiaí é vaga de estacionamento. Não se criam ciclofaixas ou faixas de ônibus, sem proibir os carros de estacionarem em via pública.

Quanto à nova ciclovia, ela é tão precária que em suas extremidades não há rebaixamento de acesso.

Início da ciclovia michurucaTêrmino da ciclovia michuruca


19 de novembro de 2015 — 21:52

O losango da Bandeira por JODF
Assunto: Design, Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Hoje de manhã ventou muito e fez frio por meia hora

Cento e vinte e seis anos atrás, a turma do Marechal Deodoro adaptou a Bandeira Imperial para usá-la no período republicano.

Não sei como é ensinado hoje, mas no meu tempo de escola, aprendíamos que o verde representava as matas, o amarelo o ouro, o azul o mar (posteriormente corrigido para o céu) e o branco a paz.

Eu já era grande quando vi, num programa infantil (que não me lembro qual) a verdadeira explicação para a composição. Obviamente, no período republicano, o brasão imperial foi substituído pela esfera celeste, que reproduzia o céu do Rio de Janeiro na noite de 15 de novembro de 1889. Quanto às cores: o verde era a identificação da Dinastia de Bragança, a linhagem real portuguesa pós União Ibéria, a família de Dom Pedro I; o amarelo representa a casa de Habsburgo, que governava a Áustria antes da formação do Império Austro-Húngaro, que era a família de Dona Maria Leopoldina, primeira Consorte de Dom Pedro I.

Até aí tudo bem. Mas por que um losango?
Isso é um pouco mais complicado: quando Dona Maria Leopoldina morreu, Dom Pedro I casou-se com Amélia de Leuchtenberg, filha do primeiro casamento de Josefina de Beauharnais. Ou seja, ela era enteada de Napoleão Bonaparte.

Durante a expansão do Império Francês, Napoleão assumiu a coroa do Reino da Itália por nove anos (que antes disso era uma república).

A bandeira da república italiana, naquela época, era composta por um quadrado verde no centro, dentro de um quadrado branco inclinado a 45°, que estava dentro de um quadrado vermelho. Napoleão alargou a bandeira para acomodar uma águia dourada no centro. Com isso, o quadrado branco distorceu-se e virou um losango. Este elemento geométrico, que surgiu acidentalmente, foi incorporado ao emblema pessoal do Imperador Francês.

Então o Imperador do Brasil incorporou o losango à sua bandeira pessoal como homenagem ao padrasto da sua segunda esposa. (Uma coisa que não bate nessa história é que a Dom Pedro já usava este símbolo antes de declarar a independência do Brasil, e Maria Leopoldina morreu em 1926).

Essa confusão ficou adormecida por muito tempo no meu inconsciente. Até quase um ano atrás, quando visitei o mausoléu de Napoleão Bonaparte e me deparar com este emblema no piso:

Por causa deste emblema a nossa bandeira tem um lozango


11 de novembro de 2015 — 23:29

A pontinha da asa dos Airbus por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Design — Tags:     

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A típica pontinha de asa da Airbus

Estava passando pelo aeroporto de Congonhas ontem e aproveitei para tirar algumas fotos de aviões na fila de decolagem. Entre eles, este Airbus da TAM.

E como sei que não é um Boeing?

A pontinha da asa dos Airbus tem esse exclusivo formato de ponta de flecha. Nos Boeings, e em modelos da maioria dos modelos de outros fabricantes de jatos, esse detalhe se parece mais com uma quilha de barco virada para cima.

Parece ser um mero elemento estético, mas isso aí é um dos motivos para “aeroportos virarem rodoviária”. O valor das passagens aéreas diminuiu tanto no século XXI não só porque as companhias do setor estão espremendo mais gente na classe econômica, mas também porque conseguiram reduzir muito seus custos operacionais. Aeronaves mais eficientes precisam de menos manutenção e economizam mais combustível.

Nesse caso eficiência se traduz em aerodinâmica. As antigas asas eram muito instáveis, gerando muito arrasto. Resultado: gastavam muito combustível e ficavam mais tempo na oficina. As quilhas, e essa ponta da flecha, eliminaram a turbulência da extremidade das asas. Não aquela turbulência que chacoalha tudo e dá cagaço na galera, mas uma que faz as “asas baterem”, fatigando-as e aumentando o arrasto. É o mesmo princípio do estabilizador vertical (aquela parte da cauda onde as empresas colocam seus logos) que impede que o avião gire feito um parafuso, criando resistência onde não deve haver movimento.

Não sou engenheiro e nem mecânico para saber se as asas dos Airbus são mais eficientes que as dos demais fabricantes. Mas o detalhe da extremidades tornam os modelos da empresa muito mais reconhecíveis.


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