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JODF — Portfólio online

25 de janeiro de 2016 — 21:08

A Bandeira dentro da Bandeira por JODF
Assunto: Branding    

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Descobri hoje um detalhe na bandeira de São Paulo que nunca notara antes.

640px-Bandeira_da_cidade_de_São_Paulo.svg[1]

A atual bandeira contém na sua composição o brasão da cidade sobre uma cruz vermelha. Isso é bem comum em vários municípios do Brasil. Aliás, até 1987 a bandeira de São Paulo tinha só o brasão sobre um fundo branco. Naquele ano, durante a gestão do Jânio, os símbolos da cidade foram reformulados para adequá-los às normas internacionais de heráldica.

640px-Bandeira_da_cidade_de_São_Paulo_(1974_-_1987).svg[1]

O brasão municipal é cercado por uma fortificação acima, galhos de café nas laterais e o lema da cidade abaixo “Não sou conduzido, conduzo” em latim. Dentro do escudo vermelho há um braço de armadura empunhando uma alabarda com uma bandeira hasteada.

E que que bandeira é essa?

640px-OrderOfCristCrossFlag.svg[1]

Do período colonial até 2016, quando o brasão foi criado, São Paulo era representada pela Cruz da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, também chamada de Cruz de Portugal. Essa é a mesma cruz que está no centro do brasão e a mesma que preenche o fundo do atual bandeira.

Ou seja, a atual bandeira paulistana é composta pela sua versão anterior somada à sua versão mais antiga.


23 de outubro de 2015 — 11:25

o “C” do Carrefour por JODF
Assunto: Branding — Tags:     

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Quando eu estava no terceiro semestre, tive o primeiro módulo da Teoria do Design. O professor da matéria era o Mauro Claro, lendário por reprovar uma turma inteira com mais de setenta alunos. A média final seria calculada por três notas (com pesos diferentes, que não me lembro quais eram): um trabalho individual, um trabalho em grupo e uma prova individual.

Logo na primeira aula o professor já passou o trabalho individual com o tema o meu modo de ver o design. A proposta era cada um escolher algo do seu dia a dia, fosse um objeto, uma peça gráfica ou qualquer outra coisa e apresentar num cartaz, tamanho A3, “onde estava o design ali”. Não era para fazer uma análise detalhada, apenas um breve depoimento pessoal. A nota seria a soma da avaliação do texto (0 a 5) e da própria composição do poster (0 a 5).

Os trabalhos seriam apresentados e avaliados duas vezes. Após a primeira apresentação,  os problemas poderiam ser corrigidos antes da segunda. Embora nas duas etapas seriam atribuídas notas, só a final entraria no cálculo da média do semestre. A outra serviu como parâmetro para auto avaliação do trabalho e correção de problemas.

Eu escolhi falar sobre o “C” (já nem tão) oculto do logo do Carrefour:

Desde criança, sempre me perguntava: “O que significa esse logo do Carrefour?” Achava que era algum tipo de setas personalizadas. Mas se fosse, para onde estariam apontando?

Certa noite, quando eu voltava da faculdade, passando em frente a uma loja Carrefour, um amigo comenta: “Irado esse lance do ‘C’ do Carrefour!” Então percebi que havia uma letra entre as cores vermelha e azul no logo.

Notei também que o conjunto formava a bandeira francesa. A flâmula não está presente no logo apenas por simbolizar a origem do supermercado. A culinária francesa é considerada “a cozinha internacional”, ou seja, uma das melhores gastronomias do mundo.

 A letra ‘C’ mais a bandeira francesa significam que você encontrará a melhor comida no Carrefour.

Fiz um cartaz bem simplório. Imprimi numa das péssimas impressoras do prédio 29, imaginando contar com a compreensão do professor em relação à qualidade dos equipamentos do Mackezie. Era a primeira vez na vida que entreguei um trabalho impresso tamanho A3 na minha vida. Estava todo orgulhoso disso. Porém, a nota foi um balde de água fria: 3 pelo texto e 0 (ZERO) pelo visual! Sem nenhum comentário ou qualquer justificativa verbal sobre o que errei.

Eu mesmo precisei reavaliar o trabalho e percebi que teria que refazê-lo do zero. Só o texto se salvaria (mesmo assim foi bem revisado para ficar como está acima). E a versão final do cartaz ficou:

Carrefour

Sinceramente não me lembro qual foi a segunda nota do cartaz. Imagino que não tirei 10 (eu não daria dez para isso). Só sei que a avaliação foi ótima pela composição da média do semestre. Os dois trabalhos tinham peso iguais e menores que a prova, e mesmo antes de fazê-la, eu já estava aprovado (tanto que fui muito mal na prova e fechei acima de sete).


23 de julho de 2015 — 17:09

Outro display com avesso por JODF
Assunto: Branding, Design — Tags: ,    

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Um tempo depois da realização do display de mesa Paulaner, o cliente me pediu para criar uma nova peça semelhante. Dessa vez o tema eram drinks feitos com bebidas destiladas que a empresa exporta (absinto, cachaça, licor de jabuticaba e pisco).

No primeiro painel colocamos dois drinks populares: um à base de absinto (Blue Absinte) e o outro à base de pisco (Pisco Sour). Na outra face externa do display, dois dirnks inéditos: o primeiro tem três camadas que não se misturam (licor, pisco e absinto) e é servido flamejante (pegando fogo), por esta característica sua foto é a única que não pude limpar o fundo e precisou de uma moldura para se adequar ao layout; o quarto drink da peça é uma caipirinha que substitui o açúcar por uma dose de licor de jabuticaba.

Assim como na peça anterior, o cliente temia que os pontos de venda usassem o lado interno do display para divulgar suas próprias promoções. Então no avesso do display colocamos uma breve descrição dos produtos da empresa: Absinto Camargo, Cachaça Coral, Licor Arlanza e Pisco Viña del Mar. Não me lembro qual foi o critério usamos para definir a posição de cada garrafa no layout, apenas que foi uma decisão discutida e não foi aleatória (olhando hoje me pareceria lógico colocar o absinto e o pisco atrás dos drinks que levam seus nomes e o licor e a cachaça atrás do outo painel).

À esquerda de cada uma das fotos abaixo estão os painéis principais, e à direita os seus respectivos avessos:

Outro display com avesso

As outras faces do outro display com avesso


20 de julho de 2015 — 18:19

Um display com avesso por JODF
Assunto: Branding, Design — Tags: , , ,    

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No meio da faculdade fiz uma entrevista para estágio numa importadora de bebidas. Não consegui a vaga.

Cerca de um ano depois, o contratante ligou-me novamente. Voltei à empresa e não recebi um convite para aquela vaga. O contratante fez-me uma proposta para trabalhos freelances. Passei uma semana com ele, recebendo diárias num valor pré combinado, para aprender sobre os produtos dele e como negociar com fornecedores (no meu caso, gráficas).

Combinamos dois trabalhos no período que estive lá: o primeiro foi um adesivo para para-choques (sem grande relevância), que finalizei naquela mesma semana, e o outro, um display de mesa, que comecei lá e terminei em casa.

Recebi uma cópia do manual de identidade visual da Paulaner e uma cópia do catálogo de merchandising (os tenho até hoje) e dois CDs com um enorme banco de imagens oficial da cervejaria.

O catálogo de merchandising oferecia um modelo rígido de display de mesa da cerveja de trigo (Hefe-Weißbier). Era um item legal de mais para alguém não levá-lo embora de um bar ou restaurante. Também era muito caro para ser reposto com frequência. Então o cliente pediu-me para criar uma versão em papel.

Liguei para três gráficas e descobri qual o tamanho mais econômico para um display triangular de mesa. Concluí que o formato ideal para a peça seria de 310 mm × 110 mm aberto. Então dividi essa área em quatro partes: duas maiores para as artes e duas menores para a base encaixada (bolei um encaixe diferente que deixasse o máximo de espaço para as faces diagramadas).

O painel principal do display traria uma foto do Paulaner Biergarten, o jardim oficial da cervejaria, lá em Munique. Além de uma garçonete em trajes bávaros servindo Hefe-Weißbier e as torres da catedral da cidade ao fundo, na imagem também havia um chafariz com a cabeça do monge que era parte do logo da empresa. Em 2011, quando viajei à Alemanha para visitar a Bauhaus, incluí a Bavária no meu percurso só para conhecer este jardim. Paulaner Biergarten.

No verso do display, colocamos o ritual do produto: o processo de  fermentação da Paulaner Hefe-Weißbier criaa um depósito de levedura no fundo da garrafa, então existem instruções para servir a cerveja com a levedura.

Porém o cliente ainda tinha uma preocupação: ele temia que donos de bares virassem o display no avesso e divulgassem promoções da casa nas faces em branco. Então decidimos criar mais dois painéis para o verso do impresso. Atrás da foto do Biergarten, colocamos um pequeno catálogo com todas as Paulaners importadas para o Brasil. A quarta face recebeu um pequeno texto contando a história da cervejaria.

Nas fotos abaixo estão as quatro faces do display. À esquerda de cada uma estão os painéis principais, e à direita os seus avessos correspondentes:

Este foi o motivo que me levou à Munique  As outras duas faces do display Paulaner


4 de junho de 2014 — 22:19

Marca paralela por JODF
Assunto: Branding, Design, Jogos & Games — Tags: ,    

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Super oficial

Outra coisa que vi na Carrera 7. E não foi só nesta barraquinha que vi esta marca paralela da Copa. Por toda a cidade, é possível encontrar todo tipo de produto relacionado à seleção local e ao Mundial. Até alguns álbuns piratas ostentam a arara na capa.

Confesso que nestes anos todos de convívio, acabei me acostumando como o “Chico Xavier”. Mas parece que nem todos os colombianos conseguiram engolir o “facepalm


22 de maio de 2013 — 08:20

Uma nova cara para o Flickr por JODF
Assunto: Branding, Fotografia, Internet    

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Segunda-feira a noite, depois de uma atualização o Flickr ficou diferente. Enquanto Facebook e outras redes apresentam novas caras que dependem de solicitação de convites que nunca chegam, a comunidade de fotos do Yahoo! simplesmente fez o que devia e se modificou.

Ainda não fucei o suficiente para saber quais são os novos recursos. Só sei que agora o espaço de é 1TB para armazenamento. No meu caso, como sou assinante Pro, tenho espaço ilimitado. Porém, a renovação anual da ssinatura ainda não está disponível no Brasil. É torcer para resolverem isso até o final do ano.

O visual me agradou. As galerias e álbuns agora estão mais dinâmicos. Smartphone, tablet e PC tem a  mesma cara. O site agora tem uma nova identidade visual. Saem as bolinhas ciano e magenta e surgem barras em preto e branco. O Flickr perdeu aquela aparência de “álbum de neném” e ficou mais com cara de “fotografo profissional”. A nova identidade do site com certeza tem influências no seu atual grande concorrente o 500px.

A mais ou menos três anos eu me tornei fanático pelo Flickr. Sentirei um pouco de saudades das duas bolinhas coloridas, mas aprovo o novo visual. Tomara que novas funções ajudem a melhorar ainda mais a experiência.

flickr


4 de março de 2013 — 08:33

Dois Sóis por JODF
Assunto: Branding, Lugares & Fatos    

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Imagino que alguns dirão “ah vá”, mas até semana passada eu nunca havia reparado que os dóis sóizinhos abaixo eram tão diferentes.Sol de Mayo

Os dois símbolos têm o mesmo nome e significado: chamam-se Sol de Mayo, por causa da Revolução de Maio, que marcou o início do processo de independência do Vice-Reino da Prata (do qual eram parte Argentina e Uruguai). Representam o deus inca do sol, Apu Inti, personificando a liberdade. Ambos aparecem em destaque nas bandeiras nacionais de seus países e “nascendo” por trás de seus respectivos brasões de armas.

O da esquerda é o sol argentino, ele é dourado e possui 32 raios finos (16 retos e 16 sinuosos intercalado). O direito é o uruguaio, amarelo com traços pretos, tem16 raios grossos (8 retos, que formam uma rosa dos ventos, e 8 sinuosos intercalados).

Outra coisa que passeia a vida sem reparar, é que o sol uruguaio possui uma expressão facial bem mais simpática. Ele sorri amigávelmente, enquanto o símbolo do país visinho faz um bico estranho. Não dá para entender se o sol argentino está beijando ou fazendo birra.

A Argentina adotou o seu sol no final do seu processo de independência, em 1818, mas ele já figurava no verso de moedas em 1813.

O Uruguai adotou o seu após se separar do Império Brasileiro, em 1828. Que aliás, Brasil e Argentina travaram guerras pela posse do território uruguaio. Nenhum dos dois ficom com o Urugaui, que acabou se tornando uma nação independente.

Não me perguntem como o Brasil anexou o Uruguai (desconfio que tenha sido o dote da Espanha para Dom João VI). Porém tenho quase certeza absoluta que a rivalidade histórica entre nós e os argentinos venha desta disputa, e não do futebol, como todo mundo pensa (inclusive eu pensensava também). Como perdemos essa guerra, e ela já não era interessante para a maioria dos brasileiros enquanto estava acontecendo, este pedaço do nosso passado foi varrido para debaixo do tapete.


7 de fevereiro de 2013 — 08:07

Gradiente × Apple: e eu com isso? por JODF
Assunto: Branding, Ciências & Tecnologia, Design, Outros/Diversos    

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Não sei estão acompanhando essa história, então resumirei-a:

No final do ano passado, a Gradiente anunciou que lançará em 2013 uma linha de smartphones, com sistema opracional Android, chamada IPHONE.

Mas como assim!? Este nome não pertence à Apple?

Não no Brasil: em 2000, a Gradiente entrou com um pedido de registro da Marca IPHONE. Segundo a empresa o nome é a junção das palavras “internet” e “telephone”. E em 2008, o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), o órgão oficial resposável por registro de marcas e patentes no Brasil, ligado ao Ministério Desenvolvimento, Indústria e Comércio, concedeu a propriedade do nome à Gradiente.

Porém, em 2007, a Apple lançou seu mundialmente famoso iPhone. Demorou um tempo (não me lembro quanto) para o produto chegar oficialmente no Brasil.

Devido à quase falência e outras “dificuldades do tipo”, a Gradiente não conseguiu desenvolver a sua linha de “internet phones” por anos. Ela chegou a lançar um aparelho celular com o nome de IPHONE em 2000, mas só em 2012 a empresa conseguiu entrar no mercado de smartphones, e resolveu que era hora de relançar a sua marca.

Em meio à toda a polêmica, a Gradiente divulgou o vídeo explicativo abaixo para apresentar a sua “versão da história” (coisa que a companhia californiana ainda não fez):

E a polêmica ganhou mais força ontem, quando o INPI confirmou, que para todos os usos relacinados à telefonia móvel, o nome IPHONE no Brasil pertence à Gradiente e não a Apple.

Em sites, blogs e fóruns que tratam principalmente do assunto “tecnologia”, está acontecendo um grande bate-boca entre os “paga-paus da Apple” e os “anti-Brasil”, que esculacham a nossa pátria em exaltação à companhia da “maçã mordida”, e os “xenofóbicos”, que jamais comprariam o aparelho da Gradiente, mas que adoram gritar “Fora EUA”. Uma discussão que não levará a conclusões práticas nenhuma.

Agora, eu que tenho um Samsung Galaxy S II, o qual não pretendo trocar nem por um aparelho Apple e nem por um aparelho Gradiente, tenho a ver com tudo isso? Simples, eu consigo enxergar qual o verdadeiro absurdo de toda essa polêmica:

Por que demorou oito anos para o INPI registrar uma marca? Demorou tanto que até “furaram a fila”!

Mais importante que qualquer discurso“anti-imperialista” ou que denigra o Brasil, temos que atacar o real problema: a burocracia excessiva. Se alguém quer dizer que falta seriedade no Brasil então que argumente certo: com processos de registro de marcas e patentes tão demorados, não existe segurança jurídica para as empresas brasileiras. Se o processo de registro durasse entre seis e oito meses, como está escrito no site do próprio INPI, a Gradiente estaria protegida contra o “imperialismo Yank”.

Mas alguém pode dizer que as coisas melhoraram de 2000 pra cá. Eu digo que não: nem me lembro mais se foi em 2007 ou 2008 que entri com um pedido de registro de marca. Desde então, toda terça-feira entro no site do INPI e procuro na Revista da Propriedade Industrial se o meu registro foi aprovado ou negado. Até agora não obtive nenhuma resposta definitiva.

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4 de fevereiro de 2013 — 08:24

“Pensei que a chuva tivesse danificado a placa” por JODF
Assunto: Branding — Tags:     

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Eu não fui o único a comparar o poster da Copa com a marca da Unilever. Após várias discussões e comparações em fóruns redes sociais, o autor do cartaz do Mundial de 2014 se defendeu. Segundo ele este recurso de preencher um desenho com uma textura, formada por pequenos ícones, (o qual ele citou o nome, mas eu não me lembro) não foi criado pela corporação dona da Kibon e do Omo. A a marca da Unilever não foi a primeira aparição deste tipo de grafismo, e nem o pôster da Copa será a última.

Porém sinto muito dizer isto ao meu colega, criador do cartaz, mas: se tem uma coisa que aprendi logo que entrei para a profissão é que sempre que os leigos forem além do “num gostei” e começarem a apontar defeitos, como semelhanças com outros trabalhos ou referências, combinação de cores, formas, escolhas tipográficas, etc, é porque o resultado não foi bom, e dificilmente terá plena aceitação. Mesmo que as pessoas se acostumem e parem de falar, o trabalho sempre será “feio”.

Uma das coisas que ajudam o público a se acostumar com uma peça gráfia “feia” (seja um poster ou uma marca) é o produto que ela representa. No caso do cartaz da Copa, existem desconfianças e críticas suficientes em relação à realização da competição no Brasil para que o público o aceite com facilidade. É como relacionar diretamente o visual do poster com o sucesso do evento (o que de certa forma é a função de qualquer poster).

Já no caso do símbolo da Unilever, ele representa diversas marcas e produtos de sucesso, em vários setores e categorias, que têm o reconecimento e aprovação do consumidor. Então, tanto faz se ele é “bonito” ou “feio”, pois será associado a qualidades positivas.

Mesmo assim, não significa que a marca figurativa da Unilever agrade visualmente. Uma história interessante sobre este símbolo específico surgiu numa conversa extra-aula com um dos meus professores de criação de Marcas, na faculdade:

O nome dele é Celso Monteiro, rorador de Vinhedo. Perto da casa dele tem uma fábrica do grupo Unilever. Quando notou que trocaram a placa da, ele achou que o “U” fora vítima das interperes e disse: “penssei que a chuva tivesse danificado a placa”.

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31 de janeiro de 2013 — 07:56

O poster oficial da Copa por JODF
Assunto: Branding, Tipografia    

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Ontem, os “embaixadores da Copa” apresentaram o poster oficial da competição.

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Como diria um professo meu: “explorou-se bem a relação figura e fundo”. No centro do cartaz está o mapa do Brasil, delimitado ao leste, sul e oeste por duas pernas disputando uma bola. Além dessas figuras citadas, o mapa também se cerca de grafismos que representam o toda a diversidade do país e das cidades sedes.

Esses grafismos me lembraram a marca do grupo Unilever: um “U” composto por vários símbolos pequenos, representando os diversos ramos e atividades onde os braços da corporação atuam.

Não poderiam faltar a horrível família tipográfica, da marca oficial, sendo usada aqui nas informações textuais. E a prória “palm face” no canto inferior direito.

Pessoalmente, achei os pôsteres das cidades sede visualmente mais interessante. E, por favor, não me digam que “menos é mais” pois, apesar da maior parte da composição ser ocupada pelo fundo branco, os grafismos garantem o excesso de informação.


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