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9 de setembro de 2014 — 16:38

Perigeu por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Fotografia — Tags:     

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Perigeu é o nome dado à menor distância registrada entre o planeta Terra e qualquer corpo que o orbite, seja este corpo artificial ou natural. Como as órbitas são elípticas, não circulares (na verdade são helicoidais, mas isso não vem ao caso) e também são levemente excêntricas (por conta do caminho helicoidal), uma vez por mês a Lua chega bem mais perto de nós do que nos outros dias. E quando o perigeu lunar coincide com a Lua cheia, temos uma Super Lua, exatamente como aconteceu em agosto e também na noite de ontem.

Super Lua sobre o centro da cidade

A do mês passado eu perdi. Mas a de ontem não. Precisei sair de casa para registrá-la (quase não há mais horizonte livre nesta cidade). Logo que a Lua nasce é o melhor momento para fotografá-la. A refração atmosférica  e os referenciais de solo deixam o satélite a perceptivelmente maiores. No alto do céu, não há grande diferença visual.

Lua totalmente cheia

E ontem, a Lua estava perfeitamente redonda. Se bobear, em algum lugar do planeta houve um eclipse visível esta noite.


25 de agosto de 2014 — 22:19

Fotos panorâmicas por JODF
Assunto: Fotografia — Tags:     

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Além de equipar o meu próprio estúdio, um tripé também é muito útil ao ar livre. Ele também serve para criar fotos panorâmicas.

Uma foto panorâmica é formada pela junção de imagens sequenciais. Para garantir um encaixe perfeito, a câmera precisa girar (ou deslizar) sobre uma base fixa. O sistema interno da câmera marca no visor onde cada fotografia deve começar para continuar a anterior. Um software no computador monta automaticamente a imagem final.

Sem tripé, só tentei criar uma foto panorâmica uma única vez. Não deu certo. Foi na Isla Taquile, no lago Titicaca (o lugar mais bonito onde já estive).

Este abaixo, é o primeiro panorama que registrei com sucesso. Ele é formado por três fotografias que tirei da janela do meu quarto.

Alguém vê a Lua por aí?


23 de agosto de 2014 — 22:33

Meu próprio estúdio fotográfico por JODF
Assunto: Fotografia — Tags:     

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Make yourself studio.

Preciso atualizar o meu portifólio digital. Para isso, tenho que fotografar algumas caixas promocionais para cervejas importadas que desenhei. Para este tipo de trabalho, melhor usar um tripé. Aproveitei o meu aniversário para me presentear com um (já fazia tempo que eu queria um).

Câmera eu tenho. Mas não basta apontá-la para as caixas e apertar o botão. É preciso colocar as peças sobre um fundo mais limpo possível. Também conhecido como fundo infinito, trata-se de um piso e uma parede brancos unidos por uma superfície curva, para eliminar a aresta entre eles e possíveis sombras “dobradas”. Este recurso também facilita recortar a foto.

Sobre a minha cama, sem colchão, coloquei duas folhas A2 de cartão triplex (o maior tamanho que encontrei à venda). Com fita adesiva, colei uma das extremidades das folhas, colocadas lado a lado na parede. Naturalmente uma curva se formou entre as superfícies vertical e horizontal. A alta gramatura do papel elimina ondulações e transparências indesejadas. Usando a face fosca do triplex, minimizam-se reflexos. Estava pronto o meu próprio fundo infinito.

Também é preciso compensar a luminosidade. Num estúdio profissional, usam-se flashs externos (tipo aqueles presos em guara-chuvas), precisamente calibrados com fotômetro. Como não tenho nada disso, improvisei com dois abajures espotes.

Gastando pouco, criei meu próprio estúdio fotográfico.


17 de fevereiro de 2014 — 08:02

Finalmente, Maritacas! por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Fotografia, Outros/Diversos — Tags: ,    

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Eu pedalava ontem numa rua que liga a Vila Arens à Vila Progresso e ao Vianelo quando ouvi um “cra-cra-cra-cre-cré”. Comecei a olhar para as árvores e telhados até que as avistei. Larguei a bicicleta no asfalto e peguei a câmera na mochila. Aliás, já perdi várias fotos de aves enquanto pegava a câmera na mochila (elas não esperam), por isso não fui cuidadoso com a bike.

O próximo passo era enquadrá-las, focar e clicar. Não é fácil firmar uma câmera após desmontar de uma bicleta no meio de uma subida, e eu já estava pedalando há mais de meia hora. O tempo nublado também não facilitou. Então tirei mais de meia dúzia de fotos para aproveitar duas.

Mas danem-se essas dificuldades. Depois de meses procurando, seguindo cantos no topo de árvores e até tentando atraí-las com semetes de girassol, finalmente consegui fotografar um casal de maritacas!

Até que enfim: um casal de Maritacas

A foto não é boa, mas e daí? É uma Maritaca!


23 de dezembro de 2013 — 08:32

Cadê as estatísticas do Flickr? por JODF
Assunto: Fotografia, Internet    

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Já tem uns dez dias que meu plano Pro, do Flickr, expirou e não poderei renová-lo, porque este pacote foi extinto.

Não sei se este foi motivo ou se foi apenas coincidência, mas uns dois dias antes do vencimento do meu pacote, o Flickr sumiu com a página de estatíscas diárias. Lá era possível visualizar um gráfico com o número de acessos dos últimos 28 dias. Também havia detalhes dos acessos da data corrente e do dia anterior (número acessos a fotos, álbuns, galerias, coleções e xposições, além dos links que levaram a esses acessos). A página também era muito útil para conhecer a orgonização das fotos (com e sem tags, fora do mapa, fora de álbuns, sem acessos, etc.).

No começo achei que fosse apenas um erro do site. M<as com o tempo me toque que não veria mais as estatísticas do Flickr. E isso fará uma grande falta para mim. Achava esta a função mais interessante do Flickr.


16 de dezembro de 2013 — 08:54

Minha primeira câmera por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Fotografia — Tags: ,    

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Minha Primeira Câmera

Yashica MG-3, fabricada pela Kyocera. Com foco universal, flash embutido e rebobinação manual. Capacidade para filme de até 36 posese e tampa de objetiva fixa. Visor independente. Não chamaria de alta tecnologia nem nos anos 90, quando a comprei.

Não me lembro exatamente o ano que comprei esta câmera. Usei o dinheiro que minha tia me deu (mais ou menos uns R$ 50,00, que era uma fortuna na época).

Claro que no começo tirei muita foto de amigos e parentes e com amigos e parentes. Mas, mesmo naquela época, já registrava locais interessantes por onde passava. Porém, como não tinha muito dinheiro para comprar filme e revelar as as fotos (e até para a pinha do flash), a câmera passava muitos meses no meu guarda roupas até ser “requisitada”.

Imprestei-a algumas vezes para algumas pessoas. Felizmente o maior dano que ela sofreu nas mãos de terceiros foi a perda da capa original.

Durante a faculdade, usei-a muito para captar imagens de referência para as aula de desenho, quadrinhos e ilustração. Tabém usava-a muito para coletar material e informações para trabalhos teóricos e registrar o desenvolvimento de projétos práticos. Ela só não serviu para as aulas de fotografia.

Este é o tipo de equipamento que muita gente já teria descartado. Aliás, a maioria das pessoas nem a chamaria de “equipamento”. Mas eu a guardo. Esta Yashica MG-3 ainda funciona (apesar do contador de fotos não girar mais). Talvés eu um dia compre um rolo de filme e a usarei de novo.

Um ‘causo’ interessante sobre esta câmera aconteceu quando a levei num show do Marky Ramone and The Intruders, em Americana. Uma amigo meu, o Mirtão (guitarrista da banda Fisst), também tinha uma MG-3. Poré a dele tinha uma pequena diferença da minha: a luz indicadora da carga do flash da câmera dele era verde e da minha laranja. Mostrei o detalhe a ele, que me respondeu: “para mim não faz diferença isso, pois eu sou daltônico”.


9 de dezembro de 2013 — 08:36

Finalmente um periquito por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Fotografia — Tags:     

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Desde o início de setembro tento fotografar maritacas ou periquitos seja em casa na rua ou no trabalho. Ouvindo o grasnar de uma das espécie, eu pego a  cêmera (ou o smartphone, ou mesmo o tablet) e corro para tentar registrá-las. Mas quase sempre, ouço o canto mas não avisto nada.

Em meados de outubro comecei a colocar frutas e semente de girassol na janeta do meu quarto para atrair as maritacas. Apesar da técnica não ter o efeito desejado, outras espécies têm se beneficiado da minha “generosidade”.

Sábado, por volta do meio-dia, finalmente consegui capturar um periquito (que desconfio ser uma maritaca). O fato do bicho se verde e estar na copa de uma árvore bem carregada de folhas, não facilitou a vizualização da imagem. Mas aqui está ele:

Um periquito lambendo um toco

Sinceramente, preeferiria que fosse uma maritaca. Mas um periquito é bem menos manjado que um pombo, pardal ou sanhaçu.


2 de dezembro de 2013 — 09:15

A melhor foto de 2013 por JODF
Assunto: Fotografia — Tags:     

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Era uma vez um velho e seu cachimbo

Fui convidado a participar de um grupo do Flickr chamado Sua Melhor Foto 2013. Cada membro tem direito de postar uma única foto ou vídeo que melhor represente sua evolução como fotografo ao longo do ano.

Para me representar, escolhi a imagem Era uma vez um velho e seu cachimbo (proposta do FlickrFriday). Até que não foi uma decisão tão complicada quanto pensei que seria.

O que me levou à essa escolha? Não sou fotografo. Não tenho a pretençao de me profissionalizar na área. Conheço meus limites técnicos. Sou apenas um flanador. Adoro ver e registrar o movimento nas ruas, seja em Jundiaí, no Cambuci ou em qualquer outro lugar do mundo.

Essa foto tirei sentado na porta da empresa onde trabalho. Era uma sexta-feira de manhã, quando esse senhor (que sempre passa aqui na rua, todo dia, no mesmo horário) passou do outro lado da rua. Peguei meu smartphone, apontei e registri a o seu caminhar e o seu pitar. Simples, inspontânea, numa rua qualquer e um desconhecido. Esta foto sintetiza o ato de flanar.


27 de novembro de 2013 — 09:12

Meu próprio grupo no Flickr por JODF
Assunto: Fotografia, Internet    

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Não é só do FlickrFriday que participo no Flickr. Atualmente sou membro ativo de mais de trinta grupos na comunidade de fotos do Yahoo.

Não quero listar temas ou mesmo os grupos nominalmente. Hoje falarei apenas do meu próprio grupo no Flickr.

Um dia percebi que tinha muitas imagens de pássaros em cidades. Inicialmente pensei em reuni-las num álbum. Mas percebi que seria melhor fundar um grupo e juntar aves capturadas por outras pessoas também. Assim nasceu o Aves Urbanas Livres.

“Este grupos reune somente imagens de aves selvagens que habitam perímetros urbanos”. Nada de aves em gaiolas ou animais domesticados soltos em parques. Eu adicionei até o pinguim que fotografei em Florianópolis.

Por enquanto somos apenas nove membro (apenas uns quatro ou cinco são realmente ativos). Mas vivo procurando nos outros grupos que participo. Espero que um dia o Aves Urbanas Livres se torne gigantesco.

Até o Bem-Te-Vi vai à praia por aqui


25 de novembro de 2013 — 08:27

E o que é o FlickrFriday? por JODF
Assunto: Fotografia, Internet — Tags:     

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No último post falei sobre uma música que não saía da minha cabeça. Ela impregnou-se na minha mente depois que seu nome foi o tema semanal de um grupo do Flickr.

E o que é o FlickrFriday?

O Flickr é cheio de grupos, onde se pode compartilhar as foto. Cada grupo segue um tema (aquitetuara, aves urbanas, tipografia, etc.). Outros grupos são bem mais peculiares (ponto de fuga, imagens noturnas, vita da janela de avião). Cada um tem regras próprias e seu sistema de moderação independente.

Porém o FlickrFriday é diferênte: ele não tem temática fixa e as regras de compartilhamento mudam de tempos em tempos. Toda sexta-feira (por isso o nome ‘Friday’) um novo tema é proposto e os participantes devem adicionar uma foto coerente e que tenha sido tirada depois da divulgação do tema. Só é permitida uma foto para cada tema por usuário.

O grupo nasceu numa sexta-feira, quando o Flickr completou 9 anos. “9” foi o primeiro tema do FlickrFriday. Depois disso já tivemos “A Fronteira Final”, “Repetição”, “London Callinge”, “Branco”, “Que a Força esteja com você”, “Breakfast at Tiffany’s”, só para citar a alguns.

O tema da última semana foi “No lado ensolarado”. E o céu está totalmente fechado desde quinta-feira. Então quase tive que ficar de fora desta semana. Mas o Sol deu uma furadinha no céu, no crepúsculo de sábado e eu finalmente achei um pequeno “lado ensolarado” para adicionar ao grupo.

No lado ensolarado: depois de dois dias de chuva, finalmente um buraco nas nuvens


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