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JODF — Portfólio online

27 de outubro de 2015 — 20:01

Obedecendo a ordem de consumo por JODF
Assunto: Design — Tags: ,    

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O kit Anchor Brewing traz um copo e duas variedades de cervejas californianas (Steam Beer e Liberty Ale), produzidas por uma cervejaria tradicional da cidade de São Francisco (EUA).

O cliente pediu que a composição do lay-out obedecesse a posição das garrafas dentro da montagem do kit: a Steam Beer à esquerda, o copo ao centro e a Liberty Ale à direita:

Kit Anchor Brewing de frente

Posicionei os elementos, conforme a solicitação, na frente e na tampa. No verso, onde iria a descrição de cada um dos produtos, inverti a sposições: a Liberty Ale à esquerda e Steam Beer à direita. Dessa forma as fotos e textos ficariam alinhados com suas respectivas garrafas e com os painéis superior e frontal.

Enviei a arte para aprovação. Ao responder, o cliente elogiou muito, mas pediu uma pequena mudança: passar a Liberty Ale para o lado direito do verso. Fiz a alteração e, pela lógica também corrigi a tampa e a frente da embalagem. Então, ele me pediu que voltasse a Steam Beer para a esquerda da caixa. Novamente inverti os produtos em todos os painéis. E, outra vez, outra solicitação de inversão. Ficamos nesse impasse por um tempo, até que me cansei e pedi que ele se decidisse definitivamente. A conclusão do projeto só dependia disso!

O cliente explicou que queria induzir a ordem de degustação do kit. Ele queria que o consumidor provasse primeiro a Steam Beer e depois a Liberty Ale. Então esta é a posição na qual as garrafas estariam no ponto de venda. Mas, se as descrições dos produtos acompanhassem a montagem do kit e outros outros painéis, a ordem de leitura estaria invertida, correndo-se o risco de também inverter-se a ordem de consumo.

Eu apresentei a minha lógica. Ele concordou que também fazia muito sentido e isso criou-le uma dúvida que nunca existira. O cliente pediu um tempo para pensar e perguntar a opinião de mais pessoas.

No final, o cliente optou pela ideia dele: no painel traseiro, a Steam Beer ficou à esquerda e a Liberty Ale à direita, obedecendo a ordem de consumo e não o alinhamento com as garrafas.

Verso do Kit Anchor Brewing


23 de outubro de 2015 — 11:25

o “C” do Carrefour por JODF
Assunto: Branding — Tags:     

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Quando eu estava no terceiro semestre, tive o primeiro módulo da Teoria do Design. O professor da matéria era o Mauro Claro, lendário por reprovar uma turma inteira com mais de setenta alunos. A média final seria calculada por três notas (com pesos diferentes, que não me lembro quais eram): um trabalho individual, um trabalho em grupo e uma prova individual.

Logo na primeira aula o professor já passou o trabalho individual com o tema o meu modo de ver o design. A proposta era cada um escolher algo do seu dia a dia, fosse um objeto, uma peça gráfica ou qualquer outra coisa e apresentar num cartaz, tamanho A3, “onde estava o design ali”. Não era para fazer uma análise detalhada, apenas um breve depoimento pessoal. A nota seria a soma da avaliação do texto (0 a 5) e da própria composição do poster (0 a 5).

Os trabalhos seriam apresentados e avaliados duas vezes. Após a primeira apresentação,  os problemas poderiam ser corrigidos antes da segunda. Embora nas duas etapas seriam atribuídas notas, só a final entraria no cálculo da média do semestre. A outra serviu como parâmetro para auto avaliação do trabalho e correção de problemas.

Eu escolhi falar sobre o “C” (já nem tão) oculto do logo do Carrefour:

Desde criança, sempre me perguntava: “O que significa esse logo do Carrefour?” Achava que era algum tipo de setas personalizadas. Mas se fosse, para onde estariam apontando?

Certa noite, quando eu voltava da faculdade, passando em frente a uma loja Carrefour, um amigo comenta: “Irado esse lance do ‘C’ do Carrefour!” Então percebi que havia uma letra entre as cores vermelha e azul no logo.

Notei também que o conjunto formava a bandeira francesa. A flâmula não está presente no logo apenas por simbolizar a origem do supermercado. A culinária francesa é considerada “a cozinha internacional”, ou seja, uma das melhores gastronomias do mundo.

 A letra ‘C’ mais a bandeira francesa significam que você encontrará a melhor comida no Carrefour.

Fiz um cartaz bem simplório. Imprimi numa das péssimas impressoras do prédio 29, imaginando contar com a compreensão do professor em relação à qualidade dos equipamentos do Mackezie. Era a primeira vez na vida que entreguei um trabalho impresso tamanho A3 na minha vida. Estava todo orgulhoso disso. Porém, a nota foi um balde de água fria: 3 pelo texto e 0 (ZERO) pelo visual! Sem nenhum comentário ou qualquer justificativa verbal sobre o que errei.

Eu mesmo precisei reavaliar o trabalho e percebi que teria que refazê-lo do zero. Só o texto se salvaria (mesmo assim foi bem revisado para ficar como está acima). E a versão final do cartaz ficou:

Carrefour

Sinceramente não me lembro qual foi a segunda nota do cartaz. Imagino que não tirei 10 (eu não daria dez para isso). Só sei que a avaliação foi ótima pela composição da média do semestre. Os dois trabalhos tinham peso iguais e menores que a prova, e mesmo antes de fazê-la, eu já estava aprovado (tanto que fui muito mal na prova e fechei acima de sete).


16 de outubro de 2015 — 22:11

A Trava U por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Design — Tags: ,    

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Alguns meses atrás, fui alertado por quase todos os funcionários da academia que frequento sobre o crescente número de roubos de bikes no estacionamento do local. Como todas as unidades da rede tem uma placa desencorajando os alunos a irem malhar pedalando (“proibido a permanência bicicletas neste local”), pensei que estavam apenas tentando me persuadir. Semanas atrás, quando chegava na academia, um garoto abordou-me e alertou que o meu cadeado (de cabo de aço comprado na minha bicicletaria de confiança) não era seguro. Ele se identificou como uma das vítimas dos furtos anteriores.

Nunca confiei de verdade na minha trava. Não importa onde estaciono na, quando volto contando com uma pequena chance de roubarem mais minha bike. É sempre um alívio reencontrá-la. Então, senti que era hora de comprar uma u-lock: uma daquelas travas rígidas que realmente parecem um cadeado gigante.

Procuro uma trava u já há muito tempo, até mencionei isso quando falei sobre o cubo dínamo. Mas as dificuldades para encontrar o cadeado no Brasil são exatamente as mesmas com que me deparei na compra do dínamo: ou pago um preço absurdo em alguma loja on line que contrabandeou um produto de qualidade ou fico com uma peça de qualidade duvidosa baratinha. Isso sem falar no descaso dos fabricantes, comerciantes e blogueiros, não esquecendo dos consumidores e a velha mentalidade de “ou é a culpa é da Dilma ou é do Alkimin”.

Adotei exatamente a mesma estratégia usada para o cubo dínamo: comprei diretamente do exterior e assumindo o risco de ser taxado da alfândega. Mas dessa vez o produto veio dos EUA.

A trava chegou hoje. E, assim que a recebi, fui até a praça em frente a minha casa testá-la e aprender a usá-la.

U-Lock no postinho de placa

O preço acabou pesando muito na escolha. Comprei uma com nível de segurança 6 (1 é o mínimo e 10 o máximo). Temi que fosse pouco. Impressão que se desfez assim que a pequei pela primeira vez: ela é bem robusta!

Essa u-lock vem com um suporte para fixá-la no quadro, um par de chaves codificada e um cabo de aço extra para prender a roda da frente. O ritual completo para prender a bicicleta ficou até um pouco mais rápido do que era com o antigo cadeado.


29 de setembro de 2015 — 22:39

Facilitando a reciclagem por JODF
Assunto: Design — Tags:     

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Embalagens longa-vida são maravilhas tecnológicas da industria alimentícia. Além da conservação do conteúdo, o pouco espaço que ocupam quando vazias, a facilidade do envase e praticidade de transporte e armazenamento após a finalização do produto são as outras principais vantagens das “caixas de leite”.

Porém, mesmo sendo recicláveis, as embalagens longa-vida são um grande problema ambiental. As caixas são compostas de várias camadas de papel, alumínio e plástico. Existe uma máquina que separa esses materiais, mas ela é cara e poucas cooperativas tem uma. Embora a legislação federal obrigue que cada fabricante seja responsável pelo descarte correto das suas embalagens, nenhum órgão ambiental realmente obriga que essa lei seja cumprida. É o tipo de coisa que merece um boicote do consumidor (mas ninguém mais tomaria leite, nem vaca e nem de soja).

Outro problema na reciclagem das caixas longa-vida é o mesmo de quase todas as embalagens de comida: é preciso lavá-las antes de descartá-las. Resto de comida apodrece e contamina o seu recipiente, muitas vezes, outros materiais dentro do mesmo saco. Além de impossibilitar o reprocessamento das matérias-primas também oferecem risco à saúde das pessoas que fazem a triagem manual nas cooperativas de catadores. Ou seja, só separar do lixo orgânico não adianta e muitas vezes é ainda pior.

É preciso planificas e abrir as embalagens longa-vida para lavá-las adequadamente. Levantam-se todas orelhas da caixa, depois ela deve ser achatada e cortam-se três laterais e ela vira uma folha com um lado impresso e outro prateado. Depois de descontaminá-la é preciso esperá-la secar antes do descarte, para que não mofe.

No processo de envase, um pouco do produto se deposita nas orelhas da base. Então elas realmente precisam ser desmontadas para serem lavadas adequadamente. Observe as duas caixas de suco abaixo:

Embalagens longa-vida: a da esquerda é bem mais difícil de desmontar para reciclar.

Para desmontar o fundo da caixa da esquerda é preciso aplicar um pouco de força, tomando cuidado para não rasgá-la totalmente. É tentador cortar o fundo inteiro fora sem desfazer as orelhas.

As orelhas da outra caixa ficam expostas. É bem mais fácil descolá-las, portanto corre-se menos risco de destruir a embalagem. Pessoalmente, eu olho este detalhe quando compro leite.

Outra característica que influi na minha escolha do leite é se a caixa tem uma tampinha plástica. Não é só mais fácil de abrir, mas também evita cortar aquela pontinha que acabará não sendo reciclada.


14 de setembro de 2015 — 12:54

Outro metre que se vai por JODF
Assunto: Tipografia — Tags: , ,    

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Enquanto não é hora de embarcar, vou dar um rolê pelos terminais

Em novembro de 2014, passando pelo gigantesco Charles de Gaulle a caminho, as placas foram muito úteis na procura do terminal onde embarquei para Munique. Nem me importei se usaram Helvética ou outra fonte qualquer no projeto de sinalização.

Uma boa fonte tipográfica deve ser invisível. Não pode chamar a atenção para si. O foco deve estar totalmente no conteúdo informativo do texto. Todo mundo já disse isso, de todas as formas possíveis. Este é o princípio fundamental para se criar fontes desde os tempos de Gutenberg. E foi exatamente isso que aconteceu no aeroporto de Paris. Só que não usaram qualquer fonte naqueles terminais franceses. Nos anos 60, quando o aeroporto foi construído, encomendaram uma família tipográfica a Adrian Fruiger. O mestre suíço deu seu nome ao tal conjunto de caracteres.

A fonte Frutiger também foi usada num outro projeto gráfico muito importante: as cédulas e moedas de Euro.

Mesmo com este currículo, a Frutiger não foi o principal trabalho do suíço nessa área. Vaiando peso, largura e inclinação, ele criou a gigantesca família Univers, com mais de vinte membros. Existe praticamente uma para cada uso que se possa pensar para fontes sans-serif.

Adrian foi um dos principais tipógrafos do século XX (“um dos” porque o principal foi Ed Benguiat). Escreveu vários livros (Sinais & Símbolos é leitura obrigatória para todos os profissionais da área). E foi um dos principais nomes do design pós Bauhaus.

Ontem soube da sua morte pelo Facebook. Outro mestre que se vai…


19 de agosto de 2015 — 22:31

Ghost Bikes na cidade e Cruzes na estrada por JODF
Assunto: Design, Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Ghots Bike na Paulista

Hoje a tarde passei pela av. Paulista e encontrei esta ghost bike. Já tinha ouvido falar nela, mas nunca reparei o local onde ela ficava. Ela pertencia a uma mulher que morreu atropelada por um ônibus anos atrás.

As bicicletas fantasmas (em inglês, ghost bikes) são uma versão moderna, urbana e mais macabra daquelas cruzes de beira de estrada. Antigamente era comum em toda estrada encontrar pequenos altares ou apenas cruzes às margens de rodovias e vicinais marcando acidentes ou atropelamentos com mortes. Literalmente era uma homenagem das famílias aos entes queridos que nunca chegaram aos seus destinos.

Quanto mais cruzes, mais mortal a estrada. Barrancos sem acostamento e curvas fechadas e estreitas era onde mais se viam esses memoriais. Como hoje há muitas rodovias privatizadas, as concessionárias eliminaram muitas delas para apagar o passado macabro da via.

Hoje temos as ghost bikes. Há várias espalhadas por São Paulo e por várias outras cidades pelo mundo (sei que até Jundiaí tem uma, mas nunca a vi). Quando um ciclista morre, pega-se a magrela que ele pedalava na ocasião, pinta-se ela de branco e a fixam permanentemente no local.

Quando você vê uma cruz na estrada só sabe que alguém morreu ali. Não sabe o aconteceu e nem com quem foi (a não ser que haja um pequeno altar com uma foto). Passa rápido o suficiente para nem reparar na sua presença. É algo totalmente impessoal. É praticamente só um dado estatístico.

Já uma ghost bike foi uma peça importante do fato. O estrago da bicicleta após o acidente fica eternizado no local. Você pode passar por ela a pé. O seu carro, moto, bicicleta ou ônibus pode parar ao seu lado quando sinal fechar. Então é possível de analisá-la e, mesmo que você nunca tenha ouvido falar do ocorrido, imaginar exatamente como o ciclista morreu. É um memorial muito mais eficiente.


10 de agosto de 2015 — 18:11

Sucesso desproporcional por JODF
Assunto: Fotografia, Internet — Tags:     

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Este aviãozinho não vai para o auditório

Na minha opinião esta foto é tão sem graça que eu não pretendia pô-la no background o do blog ou compartilhá-la no Facebook e no Tumblr. Ela foi tirada apenas para minha participação semanal no FlickrFriday (aquele grupo do Flickr que tem um novo tema toda sexta-feira). A última (e atual) proposta do grupo é “Voando”.

Inicialmente eu mandaria uma foto da colcha da minha cama, que tem a silhueta de três aviões e um helicóptero. Então percebi que ficaria “menos feio” se eu fizesse um aviãozinho de papel. Logo que fiz a última dobra num sulfite A4 branco, veio a ideia de usar uma cédula de dinheiro (inspirado no “grande mestre” Silvio Santos).

São nas fotos postadas no FlickrFriday que consigo maior visibilidade. Em média cada imagem que compartilho nesse grupo (e em diversos outros simultaneamente) é exibida cerca de 900 vezes na sua primeira semana de upload. Porém no último sábado ao acordar, tomei um grande susto ao descobrir que o aviãozinho de “Réis Reao” fora visualizado mais de mil e duzentas (1200) vezes em menos de oito horas após a aceitação no FlickrFriday.

Pensei se tratar de um erro na contagem do site e saí de casa para um compromisso. Voltando da rua, fui conferir se o problema estava sanado. A foto já tinha mais de 3000 (três mil) visualizações e mais de 60 curtidas! Esse sucesso inesperado também elevou a visitação de todo o conteúdo da minha conta. Fechei o sábado com 5704 visualizações (4003 só do aviãozinho), meu maior fluxo diário em todos os tempos (acho que nunca vi uma contagem tão alta nem num mês inteiro). Nesse dia ganhei mais 20 seguidores do mundo todo.

E realmente foi um fluxo de visitantes desproporcional. No domingo o contador não passou do total de 1354 visualizações apenas “apenas”. E hoje, minha conta não atingiu mil acessos.

Parece uma reação exagerada e muita gente pularia de alegria com um sucesso desse. Mas, como eu disse, essa não vejo nada de mais nessa foto. A definição exata para ela é “só para constar”. Fica fácil entender minha perplexidade ao dizer a imagem que compartilhei no mesmo FlickrFriday duas semanas antes, quando o tema foi “Céu na Terra”, só atingiu a sua milésima exibição com a ajuda do aviãozinho acima.

“Céu na Terra”

Fui ao cemitério só para tirar esta foto!

Essa não foi a primeira “injustiça” do FlickrFriday comigo. A única foto minha até hoje selecionada pelo grupo para a seleção final, publicada no blog oficial do Flickr, também era “só para constar”.


27 de julho de 2015 — 18:40

Finalmente o tão prometido novo visual do blog está no ar por JODF
Assunto: Design, O Blog, Tipografia    

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Hoje finalmente me livrei daquele visual tosco que este blog tinha desde o nascimento!

Como foram pouco mais de seis anos com a mesma cara, preferi manter uma estrutura bem fiel ao que o blog sempre foi. Mesmo assim, temos muitas mudanças e novidades:

A primeira grande diferença que se nota é substituição daquele fundo gradiente por uma fotografia. O background agora trará a imagem mais recente que eu adicionar ao Flickr. Ainda não descobri como a troca automaticamente, então precisarei editar o CSS do tema manualmente (então já peço desculpas antecipadas se a imagem estagnar por um tempo).

Em seguida, deixei o blog bem mais largo do que era. O tema antigo foi dimensionado para caber numa tela 800px × 600px. Hoje ele adequá-se ao Full HD (1920px × 1080px) quanto a telas de tablet (faltam alguns ajustes). Além do redimensionamento, a área de conteúdo também herdou o espaço do menu lateral, que se tornou retrátil e migrou da direita para a esquerda. Aproveitei para aumentar as margens laterais dentro do fundo branco para aumentar o conforto visual. obviamente isso entortará vários posts antigos (mas não me preocuparei com isso).

Ainda na área de conteúdo, troquei a tipografia dos títulos, categorias, tags, autoria e datas.  Sai a Arial Bold e dá lugar à Neo Basto nos títulos e a Tuvalu Bold nas outras informações, ambas fontes desenhadas por mim (um dia escrevo sobre elas). E no corpo de texto, sai a Verdana  e entra a Arial.

O cabeçalho e o rodapé ficarão fixos e sempre visíveis da em diante. E saem os fundos pretos retangulares. Agora esses elementos se mesclam com a borda metálica.

À esquerda de tudo está a maior novidade: um novo menu animado com botões que levam ao meu portfólio, ao meu currículo profissional (PDF) e ao meu perfil no Linkedin. Como este menu também aparecerá no site portfólio, ele também trás acesso ao blog e seu RSS. Incluí a seguir links para o Flickr e o Instagram. E caso alguém queira contatar-me (ou mesmo contratar-me)  pode me chamar no Skype, me escrever um email ou me telefonar (este é o mesmo número do WhatsApp).

O novo tema ainda tem alguns problemas estruturais (que se apresentam diferentes em cada navegador), então ainda não será aplicado ao meu portfólio. Então site e blog continuam separados por enquanto.


23 de julho de 2015 — 17:09

Outro display com avesso por JODF
Assunto: Branding, Design — Tags: ,    

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Um tempo depois da realização do display de mesa Paulaner, o cliente me pediu para criar uma nova peça semelhante. Dessa vez o tema eram drinks feitos com bebidas destiladas que a empresa exporta (absinto, cachaça, licor de jabuticaba e pisco).

No primeiro painel colocamos dois drinks populares: um à base de absinto (Blue Absinte) e o outro à base de pisco (Pisco Sour). Na outra face externa do display, dois dirnks inéditos: o primeiro tem três camadas que não se misturam (licor, pisco e absinto) e é servido flamejante (pegando fogo), por esta característica sua foto é a única que não pude limpar o fundo e precisou de uma moldura para se adequar ao layout; o quarto drink da peça é uma caipirinha que substitui o açúcar por uma dose de licor de jabuticaba.

Assim como na peça anterior, o cliente temia que os pontos de venda usassem o lado interno do display para divulgar suas próprias promoções. Então no avesso do display colocamos uma breve descrição dos produtos da empresa: Absinto Camargo, Cachaça Coral, Licor Arlanza e Pisco Viña del Mar. Não me lembro qual foi o critério usamos para definir a posição de cada garrafa no layout, apenas que foi uma decisão discutida e não foi aleatória (olhando hoje me pareceria lógico colocar o absinto e o pisco atrás dos drinks que levam seus nomes e o licor e a cachaça atrás do outo painel).

À esquerda de cada uma das fotos abaixo estão os painéis principais, e à direita os seus respectivos avessos:

Outro display com avesso

As outras faces do outro display com avesso


20 de julho de 2015 — 18:19

Um display com avesso por JODF
Assunto: Branding, Design — Tags: , , ,    

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No meio da faculdade fiz uma entrevista para estágio numa importadora de bebidas. Não consegui a vaga.

Cerca de um ano depois, o contratante ligou-me novamente. Voltei à empresa e não recebi um convite para aquela vaga. O contratante fez-me uma proposta para trabalhos freelances. Passei uma semana com ele, recebendo diárias num valor pré combinado, para aprender sobre os produtos dele e como negociar com fornecedores (no meu caso, gráficas).

Combinamos dois trabalhos no período que estive lá: o primeiro foi um adesivo para para-choques (sem grande relevância), que finalizei naquela mesma semana, e o outro, um display de mesa, que comecei lá e terminei em casa.

Recebi uma cópia do manual de identidade visual da Paulaner e uma cópia do catálogo de merchandising (os tenho até hoje) e dois CDs com um enorme banco de imagens oficial da cervejaria.

O catálogo de merchandising oferecia um modelo rígido de display de mesa da cerveja de trigo (Hefe-Weißbier). Era um item legal de mais para alguém não levá-lo embora de um bar ou restaurante. Também era muito caro para ser reposto com frequência. Então o cliente pediu-me para criar uma versão em papel.

Liguei para três gráficas e descobri qual o tamanho mais econômico para um display triangular de mesa. Concluí que o formato ideal para a peça seria de 310 mm × 110 mm aberto. Então dividi essa área em quatro partes: duas maiores para as artes e duas menores para a base encaixada (bolei um encaixe diferente que deixasse o máximo de espaço para as faces diagramadas).

O painel principal do display traria uma foto do Paulaner Biergarten, o jardim oficial da cervejaria, lá em Munique. Além de uma garçonete em trajes bávaros servindo Hefe-Weißbier e as torres da catedral da cidade ao fundo, na imagem também havia um chafariz com a cabeça do monge que era parte do logo da empresa. Em 2011, quando viajei à Alemanha para visitar a Bauhaus, incluí a Bavária no meu percurso só para conhecer este jardim. Paulaner Biergarten.

No verso do display, colocamos o ritual do produto: o processo de  fermentação da Paulaner Hefe-Weißbier criaa um depósito de levedura no fundo da garrafa, então existem instruções para servir a cerveja com a levedura.

Porém o cliente ainda tinha uma preocupação: ele temia que donos de bares virassem o display no avesso e divulgassem promoções da casa nas faces em branco. Então decidimos criar mais dois painéis para o verso do impresso. Atrás da foto do Biergarten, colocamos um pequeno catálogo com todas as Paulaners importadas para o Brasil. A quarta face recebeu um pequeno texto contando a história da cervejaria.

Nas fotos abaixo estão as quatro faces do display. À esquerda de cada uma estão os painéis principais, e à direita os seus avessos correspondentes:

Este foi o motivo que me levou à Munique  As outras duas faces do display Paulaner


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