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JODF — Portfólio online

7 de novembro de 2015 — 18:18

Só termina quando acaba por JODF
Assunto: Jogos & Games    

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Enquanto escrevia o último post lembrei de outro jogo do Atari que não repete as fazes num loop contínuo com dificuldade progressiva. Apesar de Pitfall tecnicamente ter um final, o game só termina quando acaba o tempo.

Pitfall não foi icônico como Pac-Man ou Donkey Kong. Não tinha tema musical nem personagens carismáticos, mas era muito mais desafiador.

Um carinha de roupa verde, com cabelinho de reco percorria um circuito militar de obstáculos, saltando buracos, toras (rolantes ou estáticas, e ao encostar nelas perdiam-se pontos), cobras, fogueiras, poços de piche e lagos. Uns escorpiões (que pareciam crânios) viviam no subsolo, onde também havia paredes de tijolos impedindo o jogador de percorres todas as telas por baixo. Também existiam prêmios (anéis de diamante, barras de ouro e sacos de dinheiro) que davam pontos (não me lembro quantos eram necessários para ganhar uma vida).

Havia duas formas de atravessar os lagos e poços de piche: ou balançado-se sobre eles num cipó ou correndo quando eles se fechavam (até hoje quero entender a lógica disso). Uns tinham a corda, outros abriam e fechavam e em outros, ambos. Alguns lagos tinham três jacarés, pelos quais o personagem poderia pisar nos olhos para atravessar (mas se caísse sobre a boca aberta morreria). Esses lagos com jacarés não se fechavam e poderiam ou não ter uma corda para balançar.

Você começava o jogo com dois mil pontos, duas vidas extras e vinte minutos para completar o percurso. Nunca contei o número exato de telas, mas são muitas, cada uma combinando os elementos de maneira diferente. E o mais curioso: embora o cenário orientasse o personagem a seguir da esquerda para a direita, podia-se inverter o circuito indo para a esquerda, enfrentando os obstáculos ao contrário. Definitivamente Pitfall não era um jogo entediante ou repetitivo.

Em outros títulos da franquia, o protagonista de Pitffall deixou de ser um milico em treinamento e virou um explorador tipo “Indiana Jones”. O game teve versões para quase todos os consoles até hoje (só joguei a do Nintendinho). No Play Station 1 existia uma fase secreta onde acessava-se o jogo original.

Acho que só consegui completar o circuito todo já adulto, jogando num emulador para Windows (e foram poucas vezes). Retornado a tela inicial, não há qualquer mensagem de vitória. Você recomeça o percurso e vê até onde consegue chegar antes que o tempo se esgote e o personagem pare de correr (sem nem uma musiquinha comemorando a façanha).
pitfall


16:00

Meu primeiro game zerado por JODF
Assunto: Jogos & Games, Quadrinhos    

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superman-00

Certamente Superman não é o melhor jogo do Atari. Esse game é tosco até para os padrões do próprio console. Tem muito pouca ação e complexidade zero. Para escrever este post até consultei o Gamespot para descobrir se estou falando de um produto licenciado.

Após sair de uma cabine telefônica Clark Kent testemunha a destruição de uma ponte. Então ele “veste novamente a sua cueca vermelha” e começa a perseguir os culpados por toda Metrópolis (que é confusa como um labirinto).

Ao todo são cinco bandidos, sendo que um deles usa um helicóptero individual (a galera dizia que este era o Lex Luthor). Os personagens se espalham pelas ruas até entram alguns prédios. Cada meliante capturado deve ser entregue na cadeia, que parece um portão no “alto de um edifício”.

Tem também as “kryptonitas voadoras”, que flutuam aleatoriamente pelas telas emitindo um bipe. Quando uma das pedras atinge o nosso herói, ele perde seus poderes. A cura é beijar a Lois Lane (que aparece imediatamente para salvá-lo).

Após prender todos os bandidos, é preciso reconstruir a ponte. Ela é dividida em três pedaços. A todo momento um helicóptero realoca as partes pela cidade.

Superman tem algo que nenhum outro jogo do Atari tem: um final. após juntar todos os pedaços da ponte no local original, ela se reconstrói. Após isso, você retorna o Superman à cabine telefônica para trocar a roupa. Então Clark Kent cruza a ponte e entra em dois prédios. Adentrando a segunda porta, o jogo acaba.

E acaba mesmo. Não é como outros jogos do Atari que você reinicia o circuito com mais obstáculos e mais rápido. Terminou a fase, já era. Este foi o meu primeiro game zerado na vida.

superman-01


4 de março de 2015 — 22:50

Já estão concretando por JODF
Assunto: Arquitetura, Jogos & Games, Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Em baixo desses cobertores, a ciclovia já foi concretada.Os cobertores na na foto ao lado cobrem concreto fresco. Eles não estão ali para aquecer, mas para manter a umidade. O grosso tecido é molhado de tempos em tempos para garantir uma boa cura ao cimento despejado no local.

 A mancha vermelha ao lado da concretagem não é “desperdício de tinta”, como afirmou Cesar Tralli. Também não é lama ceda terra roxa (ou “roja”). O que sujou as pistas da avenida foi resíduo do concreto do canteiro central. Isso mesmo: concreto vermelho. Jogaram corante na betoneira.

Como eu disse semana passada, a ciclovia da Paulista não será feita apenas pintando o asfalto de vermelho. Ela nem será no asfalto e muito menos pintada. Ela será de concreto vermelho e ficará elevada em relação ao leito carroçável. Isso a tornará uma intervenção permanente, uma obra definitiva. Depois de pronta, custaria muito mais caro desfazê-la.

A obra está acelerada, detonando qualquer argumento de “falta de planejamento”. Imagino que em menos de um mês a ciclovia da Paulista esteja pronta.

Por tudo isso, espero que, tanto o outono quanto o inverno, sejam bastante frios e nublados, pois parece que eu terei algo bem interessante para fazer no horário de almoço.


22 de dezembro de 2014 — 21:27

“Esquiando” no Tirol por JODF
Assunto: Jogos & Games — Tags: ,    

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Eu descendo de trenó de barriga

“Esquiar” não é exatamente a palavra. Aquele ali sou eu, descendo de barriga num trenózinho de madeiro pela neve. Ao meu lado estão a Vera Lúcia e a Ana Maria (a Bárbara tirou a foto).

A convite do Tiozinho, no domingo, dia 30 de novembro, fomos até uma estação de esqui no Tirol (Áustria). Ele é instrutor de esqui e precisava ir até lá para fazer um trabalho de medição da camada de neve.

Nesse dia, a Áustria tornou-se o oitavo país onde já pisei, sendo o único que não visitei a Capital.


21:03

Futebol e carrões por JODF
Assunto: Arquitetura, Ciências & Tecnologia, Design, Jogos & Games — Tags: ,    

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De vola a Munique, ao invés de só vagar pela cidade, decidi conhecer lugares onde não estive em 2011.

Na sexta-feira, fui conhecer o Allianz Arena, a atual casa dos dois times locais, onde fiz outro passeio guiado.

Vista do campo

Numa das arquibancadas, tive uma visão total do estádio construído para a Copa do Mundo de 2006. As cadeiras prateadas. A geral. A grade que impede invasão de campo. Ouvi também explicações sobre a construção da arena e do esquema dos jogos que são diferentes em cada competição que o Bayern e o 1860 disputam.

Saindo de lá, um tour pelos bastidores do estádio. Entramos no vestiário do Bayern e num dos dois para visitantes (ao todo são quatro: um para cada um das equipes da casa e dois para equipes visitantes). Fomos até o auditório de entrevistas (que também é alugado para eventos externos). Chegamos à entrada do campo (o guia colocou a música da Champions League enquanto a galera subia a escada até o gramado). E o passeio acabou na entrada onde as equipes desembarcam dos seus ônibus.

2013: Campeão de Tudo

Ainda no Allianz, visitei o Museu do Bayern, onde objetos do passado, relíquias de antigos (e atuais) ídolos e todos os troféus da equipe estão expostos. Não existe Museu do 1860.

No sábado fui até o Olympiapark. Mas antes de desbravar o complexo construído para os jogos de 1972, entrei no Show-room (BMW, Rolls Royce e Mini) e no Museu da BMW, onde também havia um pequeno museu anexo do Mini.

Rolls Royce Ghost

Motor de Avião 132 1933

Ursinho do Mr. Bean

Após ver todo tipo de motor e veículos de duas e quatro rodas, era ora de visitar o complexo olímpico. Estava muito, muito frio (nunca passei tanto frio assim na vida, nem quando navegei pelo Canal de Beagle) e a neblina absurdamente densa (tão densa que não tive coragem de pagar para subir numa torre de dezenas de metros de altura). Mesmo assim o parque é lindo (imagino num dia de sol).

Olympia Berg

A principal edificação do parque é o Olympiastadium, palco da abertura e competições de atletismo e futebol das Olimpíadas de 1972, da final da Copa do Mundo de 1974 e dos jogos do Bayern e do 1960 até 2005. Hoje ele ainda recebe os grandes show e eventos que passam pela cidade (a acústica do Allianz não presta para essas atividades).

Olympiastadium

Encontrei até a Pira Olímpica original esquecida num canto.

Pira Olímpica de 1972


15 de setembro de 2014 — 21:13

Onde eu jogava bola por JODF
Assunto: Jogos & Games — Tags:     

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Panorâmica interna do Bolão

Este ginásio aí é o Nicolino de Lucca. Mais conhecido como Bolão, por seu formato em cúpula. Também já tentaram apelidá-lo “Panela de Pressão” (numa época que todo ginásio circular era chamado de  “Panela de Pressão”).

Nos anos 80, o saudoso Divino Cica mandava seus jogos de basquete aí. Eu vi uma única partida da equipe: a despedida da “Magic” Paula (na época, era só Paula). Se me perguntarem quem ganhou, não lembrarei. Mas lembro-me de invadir a quadra, com meu pai e meu irmão ao término do jogo.

Nos anos 90, a equipe de masculina de basquete do Corinthians jogava nesta quadra. Mesmo capitaneada pelo “Mão Santa” Oscar Schimidt, não com seguiram empolgar nem os ‘curinthianos’ locais.

Até então, o fundo da quadra se alinhava com aquela escadaria à esquerda, entre as duas entradas. As laterais da área rebaixada estava cheia de cadeiras laranjas. Mas o ginásio foi todo reformulado para receber os jogos do Leites Nestlé (anteriormente Leite Moça e atualmente Molico/Osaco). Em 1998, o time da casa, que contava com Ana Moser, Ana Paula, Leila e Karin, perdeu a final da Superliga Feminina de Volei no Bolão lotado, para o Rexona, de Fernanda Venturine e Bernardinho. A equipe ficou em Jundiaí mais um ano, depois mudou-se e trocou de nome.

Depois disso, a Quaker tentou bancar um novo time de basquete feminino. Mas a fabricante de aveia logo retirou o patrocínio a equipe passou a jogar com um ponto de interrogação no lugar do patrocinador.

Antes de tudo isso, o Bolão sediou duas edições dos Jogos Abertos do Interior. No lugar já teve também edições dos Jogos Regionais e partidas de seleções brasileiras de várias modalidades esportivas.

Pois é, esta cúpula fina e alta de concreto, parte da história do esporte nacional, também sempre esteve disponível à população jundiaiense, inclusive eu. Pouco antes do Corinthians mudar-se para o a cidade, eu treinava futsal no Bolão. Não havia peneira ou qualquer tipo de seletiva, era só chegar e participar (ainda bem, pois sempre fui meia-boca). O time não disputava torneios, mesmo assim era legal aparecer por lá três vezes por semana.

Não ia até lá por falta de opção. Na praça em frente de casa tem uma quadra e nunca faltou com quem jogar. Mas no Bolão havia treinamento físico (nem tanto) e tático. Também aprendia as regras de verdade.

Foi uma época curta mas bem legal. Durou menos de um ano. A Secretaria Municipal de Esportes cancelou a atividade. O não mantive contato com ninguém (não reconheceria nenhum dos colegas hoje).


31 de julho de 2014 — 23:34

Bolas padrão “Icosidodecaedro truncado” por JODF
Assunto: Design, Jogos & Games    

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A TelStar ganhou uma nova versão no Mundial de 1974. Seu visual icônico ficou tão manjado e copiado que na edição seguinte, a bola da Copa ganhou uma nova pintura. Doze círculos brancos, definidos por “Ys” côncavos, cercando os doze gomos pentagonais. Para evitar que a bola fosse novamente plagiada, a Adidas registrou o módulo visual, que compunha o desenho superficial da bola, como marca figurativa.

Esta nova bola ganhou o nome de Tango. Ela foi usada nas Copas de 1978 e 1982, nas respectivas versões River Plate (Argentina) e España (Espanha).

De 1986 até 1998, dentro do “Y” côncavo, foram colocados grafismos referentes aos países sede de cada edição do Mundial. E em cada Copa a bola ganhou um novo nome: Azteca (1986, México), Etrusco Unico (1990, Italia), Questra (1994, EUA) e Tricolore (1998, França).

Mas se essas bolas também são Icosaedro truncado, por que no título do post as chamei de Icosidodecaedro truncado?

Enquanto procurava uma imagem para ilustrar a TelStar, cheguei ao seu verbete na Wikipedia. Foi lá que descobri que a sua forma era a de um sólido de Arquimedes. Então cliquei em “sólido de Arquimedes”. Estes são poliedros com faces de duas ou mais formas poligonais isósceles.

No artigo havia vários exemplos de sólidos de Arquimedes, sendo um deles era este objeto rodando aí no à direita. Formado por 30 quadrados, 20 hexágonos e 12 decágonos. Não sei se o fabrica estava pensando no Icosaedro truncado quando desenhou a bola de 1978, mas achei este poliedro muito parecido com a Tango.


30 de julho de 2014 — 22:03

A bola mais icônica por JODF
Assunto: Design, Jogos & Games    

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A Brazuca é a bola mais bonita que já vi. Mas é a TelStar que todos imaginam quando pensam em futebol.

Antes da TelStar, as bolas de futebol tinham cara de “bola de volei”. Até a década de 1960, a superfície das bolas era dividida em seis conjuntos de tiras de couro (duas, três ou mais, dependendo do fabricante). A pelota do Mundial de 1970 se dividia em 32 gomos, sendo 12 pentágonos e 20 hexagonos. Este novo padrão se baseou num sólido de Arquimedes chamado Icosaedro truncado.

Como disse semana passada, quase todos os fabricantes adotaram o padrão de 32 gomos depois da primeira Copa no México. Só nos anos 90, algumas empresas tiveram sucesso com outras formas de bolas. Mas o Icosaedro truncado ainda é o mais usual. A própria Adidas, desde o Mundial de 2006, lança versões de 32 gomos para as bolas oficiais da Copa.

Outra característica da TelStar que define uma bola de futebol é o seu preto e branco. Todos os 20 hexágonos e todos os pentágonos são pretos. Mesmo que a Adidas e todos os outros fabricantes (mesmo os das vagabundas de plásticos e os das de pelúcia ou pano) adotem outras combinações de cores ou mesmo imprimam desenhos totalmente diferente na superfície da esfera, o preto e branco da conquista do Tri-Campeonato Brasileiro é o que vem à mente quando se pensa em futebol.

Mas por que a TelStar não é inteira branca ou preta, ou mesmo couro cru? O motivo é exatamente o mesmo que deu-lhe o seu nome: a Copa do Mundo de 1970 foi a primeira com transmissão colorida ao vivo. Temia-se que os telespectadores não conseguissem acompanhar a trajetória da bola e isso dificultasse o entendimento das jogadas. Então o fabricante desenvolveu um padrão modular que facilitasse a visualização da bola. É o mesmo princípio da bandeira quadriculada que marca o final de uma corrida automobilística.

Esta bola foi feita para ser uma estrela de TV. ‘Television Star’ era um nome muito longo, então encurtaram para TelStar.

Não sei se o sucesso da Seleção Brasileira ajudou a imortalizá-la ou se ela realmente teve o visual mais funcional da história. Sei que esta é a bola mais icônica de todos os tempos.


23 de julho de 2014 — 16:51

A bola mais bonita por JODF
Assunto: Design, Jogos & Games — Tags:     

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Brazuquinha

Ontem recebi minha miniatura da bola oficial da Copa do Mundo. Comprei-a semana passada num site que nunca ouvi falar (e imagino que nunca mais ouvirei falar). A vontade de possuir esta bolinha surgiu após segurar as réplicas em tamanho natural da bola de jogo e a bola da final do Mundial. Queria mesmo era a verdadeira Brazuca, mas não a encontro mais em lugar algum.

O fabricante diz que Brazuca é a bola mais precisa já fabricada (ao contrário da Jabulani, da Copa anterior). Ela é estável e aerodinâmica. Suas saliências superficiais ajudam a quebrar a resistência do ar. Ela tem o peso e dimensões ideais. A Adidas ainda tem vários outros argumentos sobre o seu desempenho. Mas para mim (que nem me lembro se chutei uma bola neste milênio), interessa mesmo que esta é a bola mais bonita que já vi.

Ainda que em tons diferentes, lá estão as cores da nossa bandeira: branco (cobrindo a maior parte), azul (celeste e marinho), amarelo (na verdade laranja) e o verde (quase água).

Desde os anos 90, alguns fabricantes de materiais esportivos têm rompido o padrão icônico de hexágonos e pentágonos. A partir de 2006, na Alemanha (terra da Adidas), a bola do Mundial passou a ter a sua superfície dividida em partes com formas bem diferentes e complicadas. Mas este ano, a empresa germânica simplificou e criou uma bola com apenas seis gomos em forma de cruz. Para mim, está é a característica mais atraente da Brazuca.


12 de junho de 2014 — 17:45

Na porta da Copa por JODF
Assunto: Jogos & Games, Lugares & Fatos — Tags:     

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Hoje cedo, fui a São Paulo para providenciar a segunda via do meu bilhete único. Iria até o Terminal Bandeira e aproveitaria para ver o local da Fan Fest da Fifa, no Vale do Anhangabaú.

Observei toda a sinalização da Linha 3 – Vermelha do Metrô para a Copa. Pensei então: “por que ver o local da Fan Fest se o local do jogo está no final da linha?”

Decidi então ir até Itaquera. Não precisaria sair da estação. Da plataforma eu tiraria uma foto e voltaria para o Centro no trem seguinte.

Ele é grande e bonito

Quem disse é tão simples e objetivo? Ao desembarcar em Itaquera e ler “Bem-Vindo”, na arquibancada temporária, resolvi ir até o estádio. Como era muito cedo, ainda  não havia bloqueios no caminho. Consegui chegar até as entradas.

Que falta faz um ingresso…

A emoção de estar tão perto da abertura da Copa foi enorme. Mas a frustração de não ter ingresso foi ainda maior. O jogo já está quase na metade e sou obrigado a assistir pela televisão.


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