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26 de novembro de 2012 — 08:27

Chegou a vez de conhecermos os pôsteres da Copa por JODF
Assunto: Branding, Design, Jogos & Games    

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No mesmo dia em que a FIFAanunciou o nome do mascote, as doze cidades sedes apresentaram os seus cartazes oficiais para a Copa do Mundo 2014.

Belo Horizonte

Belo Horizonte

Brasília

Brasília

Cuiabá

Cuiabá

Curitiba

Curitiba

Fortaleza

Fortaleza

Manaus

Manaus

Natal

Natal

Porto Alegre

Porto Alegre

Recife

Recife

Rio de Janeiro

Rio de Janeiro

Salvador

Salvador

São Paulo

São Paulo

Não farei uma análize detalhada de cada um dos cartazes, pois não conheço seus briefings para saber o que foi proposto em cada um, o quanto os autores atingiram os objetivos ou não.

No geral, cada poster está como deveria estar: valorizando e destacando as belezas naturais, os marcos urbanos e a cultura de cada cidade e/ou Estado. Os conjuntos visuais são harmônicos e coloridos. São peças bastante interessantes.

Porém: gostaria de comentar sobre dois:

Manaus:dos doze pôsteres estre é o que mais gostei. “O casal de araras no ponto-da-coruja”, uma pintura hiperrealista que torna este o trabalho mais simples de todos, a pesar da técnica de pintura mais difícil.

 

São Paulo: por que que a capital paulista sempre insiste em não mostrar seus difereciais? Por que esta insistência de ser uma cidade “gigante e genérica”? Nada contra o belo trabalho do ilustrador, mas o problema está na proposta. A prefeitura cogitou em entregar o serviço à dupla de grafiteiros OsGêmeos. Penaque a ideia não vingou, pois os trabalhos deles, por si só são marcos da cultura e da paisagem de São Paulo.

Quanto ao nome do Tatu-Bola, Fuleco: eu realmente acreditava e torcia que o Brasil não fizesse nada para nos envergonhar na Copa. Sério mesmo. As opções de nomes para a bola já foram horríveis, mas digeríveisl. Mas quando apresentaram as três opções para o mascote aí não teve jeito: a vergonha nacional veio à tona.

 


19 de setembro de 2012 — 08:14

Um mascote que não foi esquecido por JODF
Assunto: Branding, Jogos & Games    

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Talvez, no final das contas, tanto faça como se chamará o Tatu-Bola. Possívelmente, passada a Copa e vá para o limbo junto com quase todos os outros personagens símbolos de eventos esportivos ou não.

Na maioria das vezes até lembramos da figura do mascote. Lemos em algum lugar sobre sua origem e o significado do seu nome, quem o criou, o processo de escolha. Mas o normalmente essas informações nem chegam a ser registradas na nossa memória.

Compramos brinquedos, roupas e mais um monte de outras coisas apenas por simpatizar com a imagem do mascote. Achamos o personagem fofinho e queremos entrar no “espírito dos jogos”. Nada além de puro consumismo.

Isso sem falar daqueles personagens muito esquisitos dos quais nem conseguimos identificar o que são, portanto não conseguem nem despertar a curiosidade pública. Acho que o melhor exemplo que posso citar seja o mascote das Olimpiadas de Atlanta, em 1996, o qual sempre vi como uma versão humanóide da tocha  misturada com a marca dos jogos (ou sei lá o que). Ele é tão estranho que nem me interessa pesquisar seu nome para constar neste post.

Mas teve um mascote que particularmente eu lembro. Não é o urso soviético Misha, dos jogos olímpicos de 1980, em Moscou, que emocionou o mundo com sua lágrima que escorreu pelo painel humano na serimônia de encerramaento do evento. Eu ainda nem era nascido naquela época.

Falo do cachorro cubista que representou os jogos de Barcelona em 1992. Seu nome era Cobi (o mascote genial). E o que o eternizou na minha memória foi a série animada, politicamente correta e com preocupações ecológicas (típica de quase tudo o que foi feito no início dos anos 90), que era exibida na TV Cultura aqui no Brasil. Para quem não sele lembra ou não conheceu, aí está a música de abertura:

Segundo o Comitê Olímpico Internacional, Cobi e Misha foram os mascotes mais populares e rentáveis dos jogos olímpicos em todos os tempos.


17 de setembro de 2012 — 08:33

Apenas “Tatu” não era suficiente? por JODF
Assunto: Branding, Jogos & Games    

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Ontem à noite, por intermédio do programa Fantástico, da TV Globo, a FIFA e o Comitê Organizador Local (COL) apresentaram oficialmente o mascote da Copa do Mundo de 2014: trata-se de um Tatu-Bola amarelo e azul.

Caso alguém não se lembre (ou seja totalmente alienado) este é aquele pequeno mamífero que possui uma couraça e se enrola, formando uma esfera. Outra peculiaridade do tatu é viver em tocas e túneis, que ele mesmo escava. Aliás, esta sua “habilidade habitacional” já foi alvo de estudos científicos sérios e premiados, que abordavam a interferência do tatu nas escavações arqueológicas.

A apresentação foi apenas uma formalidade, pois o personagem já era conecido desde o começo de setembro. E, na última semana, além de conseguir o registro de marca e imagem, a FIFA realizou eventos com o Tatu-Bola em algumas das cidades-sedes da Copa.

Para se tornar o representante da competição máxima do futebol, o Tatu desbancou concorrentes como a Onça-Pintada, o Saci-Pererê (que me desculpem os torcedores colorados, mas um “perneta” jamais deveria ser associado ao futebol) e a Arara-Azul. A escolha foi feita no começo deste ano e a indicação partiu da Associação Caatinga ONG ambiental cearense, com o intúito de chamar a atenção para a preservação da espécie.

Após escolher o bicho, a FIFA e o COL lançaram o desafio de criar o personagem à seias agências brasileiras que apresentaram 47 propostas ao todo. E a simpática figura vencedora acima foi criada pela agência 100% Design.

Procurando em redes sociais e comentários de sites de notícias, encontramos todo tipo de opinião. Existem aqueles que não consideram o tatu “suficientemente representativo ao Barasil e ao futebo”. Também tem quem preferisse figuras mais manjadas como o Pelézinho, o Zé Carioca ou a Arara-Azul. Sem falar as pessoas que aproveitam para depreciar o país, protestar contra a corrupção e toda aquela ladaínhia “casse-mediana” de quem não faz nada para melhorar e só reclama das iniciativas alheias.

Beleza… depois do horror que foi a marca escolhida,  o Sabiá-Laranjeira “Gualtematéca” para a Copa das Confederações e as medonhas opções, apresentadas pela Adidas, que resultaram no depreciativo nome BraZuca para a bola da Copa, parecia que finalmente começariam a acertar na composição da identidade da Copa do Mundo de 2014.

Parecia… Até apresentarem as três opções de nome a serem escolhidos para o mascote da copa, ontem no Fantástico, anunciadas pelo apresentador Tadeu Schimith. Mas no site da FIFA é isso o que está oficialmente escrito:

A população brasileira agora terá a oportunidade de batizar a mascote oficial por meio de uma eleição aberta até meados de novembro. As três opções, definidas por um comitê composto por Bebeto, Arlindo Cruz, Thalita Rebouças, Roberto Duailibi e Fernanda Santos, são Amijubi — uma representação de simpatia e alegria — e dois nomes com uma mensagem ecológica: Fuleco e Zuzeco.

Dá para perceber, existe um direcionamento para o nome “Amijubi”, que seria a junção das Palavras “amigo” r “júbilo”. Os outros dois seriam a mistura de “futebol” com “ecologia” (na verdade “Fuleco”  soa totalmente depreciativo) e  a mistura de “azul” com “ecologia” (não me perguntem onde foi parar o “a” nem de onde saiu o segundo “z”).

Não acredito que algum desses três nomes pegue. Nem consigo definir qual seria o ômenos ruim”. Então me pergunto se chamar o personagem apenas de “Tatu” ou de “Tatu-Bola” não seira  suficiente? Imagino que até uma bizarrice como “Tatoo-Ball” para supostamente agradar os gringos seia uma opção menos estranha, por pior que seja.


12 de setembro de 2012 — 07:50

O que aconteceu com os Street Fighters? por JODF
Assunto: Internet, Jogos & Games    

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Na época anterior ao lançamento de Street Fighter IV um colega compartilhou no Orkut o vídeo abaixo. Trata-se do primeiro episódio de um seriadinho, veiculado no Youtube, que acredito ser parte duma campanha viral para divulgação do quarto game da série.

Street Figter: the Last Years, ou “O que aconteceu com os Street Fighters” como a série ficou “conhecida” no Brasil, mostra como vivem hoje os doze personagens originais de Street Fighter II (não sei se todos estavam no primeiro game).

Ao todo foram nove episódios. Mas assisti apenas até o sexto ou sétimo. As sequências demoraram um pouco para sair e acabei perdendo o interesse na época. Hoje fui procurá-los novamente e não achei todos, e nem ao menos o primeiro episódio legendado. Mesmo assim ainda vale a pena conferir.


10 de setembro de 2012 — 08:17

“WINNERS DON’T USE DRUGS” por JODF
Assunto: Jogos & Games    

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Acho que pouca gente se lembra desta frase. Ela aparecia na primeira “tela”, quando se ligava o fliperama ou o Super Nintendo, acompanhada do brasão do FBI, antes da abertura do Street Fight II.

No final de julho comemoraram-se os 25 anos do lançamento do primeiro Street Figter, o ínicio “perdido” da maior (e mais) legal série de jogos de luta. Mas até hoje só conheci uma pessoa que alega ter jogado tal game, então o “primeirão” não é tão importante assim para mim.

Acho que não só para mim, mas o verdadeiro início dessa saga foi apartir do segundo capítulo da série. Todo moleque em idade escolar no início dos anos 90, com certeza matou aula (mais de uma vez), e vendeu seus passes de ônibus para jogar Street Fighter II. Fosse com fichas num enorme fliperama num boteco, fosse pagando por hora num imponente Super Nintendo de uma locadora, você escolhia entre RyuKen, Chun li, Blanka, E. Honda, Guile, Dalsin ou Zangief para competir num torneio mundial de artes marciais variadas.

Após derrotar os personagens ‘selecionáveis’ era preciso ainda derrotar Balrog, Vega, Sagat e M“ister” Bison para finalizar o jogo.

Não podemos nos esquecer das fases bônus, onde se quebravam barris, estouravam-se tabores de combuctível e (a mais legal de todas) destruía-se um sedan na porrada.

Não tinha jeito, onde tinha uma máquina juntava um monte de moleque em volta. A Assembleia Legislativa de São Paulo até aprovou uma lei proibindo fliperamas e videogames de aluguél a menos de 100 metros de qualquer escola. Mas não adiantava, 100 metros eram poucos para mim ou qualquer outro garoto com Cr$s suficientes para comprar uma ficha. E quem não tinha dinheiro sempre esperava que alguém lhe permitisse “pegar o segundo raundi (round)”. Isso quando a ficha não era “paga meio-a-meio em sociedade”.

Jogar em locadoras saía mais caro, mas jogava-se muito mais. Meia hora, 15 minutos, o quanto você pudesse pagar. Muitas vezes alguns amigos juntavam a grana e ficavam uma hora inteira “tirando contras”. E sempre tinham os carinhas mendigando para você deixá-los jogar uma vez. E sempre tinha uma fila de horas até chegar sua vez de assumir o controle. Mas você esperava feliz, pois iria jogar Street Figter II.

E o nome dos golpes e a pronúncia correta do de cada personagem variava de escola para escola, de vila para vila: alec full, pilão, facão, cucui, radúken, até que você e seu amigos tivessem acesso a uma revista com dicas dos golpes, cada um os chamava como entendia que os personagens falavam.

Outras versões surgiram na época:

Street Figter’ Champions Edition, permitia escolher com os “chefes” do jogo. Mas se terminasse com um dos quatro veria o final do Ryu.

Street Fighter II½ era uma versão destravada em que você mudava de personagem no meio do round.

Super Street Fighter II que introduziu novos personagens (da qual só a Cammy se tornou realmente popular).

Também existiram versões turbo, que até hoje não sei o que faziam.

Versões para Nintendinho, MasterSystem e MegaDrive (ou Sega CD/Saturn) se somaram ao fliperama e Super Nintendo.

Surgiram outras ramificações para a série, como a série Alpha (ou Zero), mapliando ainda mais o universo dos “lutadores de rua”. Além dos crosss-overs como Street Fighter vs X-Men, vs Marvel, vs Teken, etc.

A série seguiu com o Street Fighter III e o IV. Mas acho que, numa época em que valorizamos muito “a experiência”, e em tempos de jogar on line com gente do mundo todo, a máquina no boteco perto da escola, com 12 personagens, ainda é muito melhor e mais divertido que um Xbox ou PlayStation com dezenas de imitações do Ryu para escolher.

Peço desculpas se escrevi o nome de algum persogem errado. Mas não se importar com o jeito certo de chamar os personagens dos jogos era uma característica da época. Não eramos neuróticos como os jogadores de hoje.


13 de agosto de 2012 — 08:38

“Ripa na Chulipa e pimba na …” por JODF
Assunto: Branding, Jogos & Games    

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No último dia das Olimpíadas de 2012, numa parceria entre a Rede Globo e a Adidas, foi lançada uma enquete para eleger o nome da bola da próxima Copa do Mundo de Futebol, a ser disputada no Brasil em 2014.

Durante o Esporte Espetacular de ontem, no cenário havia 12 pedestais. Em cada um havia a bola usada em uma das últimas 11 Copas do Mundo e o ano de cada edição da competição. O último pedestal estava vazio, e nele estava o número 2014.

Durante todo o progrma, os apresentadores usaram as bolas para ilustrar matérias sobre Copas passadas. Foi contada a história da evolução tecnológica do principal objeto do futebol. Citaram os nomes de todas as bolas presentes. Tudo estava muito interessante e visivelmente caminhando para duas hipoteses, das quais a dupla de âncoras fazia “mistério”: ou apresentariam a bola de 2014 ou abririam votação para escolher seu nome. Prevaleceu a segunda.

Quando a foram apresentadas as três opções, acredito que não somente eu, quanto muitos outros brasileiros sentiram uma grande decepção. “Bossa Nova”, “Brazuca” e “Carnavalesca”. Nomes que parecem ter saído de um livro de esteriótipos manjados e pouco populares.

Imagino que a Adidas deva ter feito uma grande pesquisa no exterior sobre “o que é o Brasil”, facilidade fonética e outras questões do gênero, mas não acredito que tenham perguntado a algum brasileiro comum, que gosta de futebol, que vai aos estádios, que joga bola na rua ou na garagem de casa. Nenhum brasileiro chamaria uma bola por qualquer um desses nomes inspontaneamente.

No ano passado chegou a existir uma campanha para que a bola se chamasse “Gorduchinha”, uma homenagem ao grande locutor Osmar Santos, que parou de trabalhar em 1994, após um acidente de carro. “Ripa na chulipa e pimba na Gorduchina” era o bordão mais imitado de Osmar. Gorduchinha talvés seja o apelido mais difundido para a bola no Brasil. E se não fosse esse podeiriam escolher outro, como pelóta ou redonda. Mas as opções apresentadas pelo fabricante, na manhã de domingo, foram péssimas. Chega até a ser desconfortável pensar que o “País do Futebol” não tem o direito nem de batizar a bola da Copa.

A única forma do nome pegar é se a bola for de baixa qualidade técnica, como foi com a Jabulani em 2010. Apesar de toda a tecnologia avançada na fabricação da Jabulani, ela não era capaz de manter sua tragetória. Chegou até a ser comparada com “aquelas bolas de plástico que a gente compra no supermercado”, pelo goleiro Júlio César, da seleção brasileira.


8 de agosto de 2012 — 07:45

Rabisco Olímpico por JODF
Assunto: Internet, Jogos & Games    

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A palavra “DOODLE” é uma variante inglesa de uma gíria alemã do século XVII, que possuía várias grafias diferentes, mas todas significavam “Tolo” ou “Simplório”.

Em meados do século XX, doodle adquiriu o significado de “ociosidade”. Com o tempo, essa “ociosidade” foi substituída por “Rabisco”.

Ainda nos anos 90, quando o Google ainda nem era uma empresa formal, os seus fundadores decidiram inserir um elemento estranho no logotipo da página principal do seu buscador. Era um boneco de palitos, símbolo do Festival Burning Man, um evento de contra-cultura tradicional nos EUA, que acontece todo ano no deserto de Nevada. Esse tipo de intervenção na marca do site, posteriormente ficou conhecido como doodle.

Em diversas datas comemorativas, seja em nível global ou local, é relativamente comum que você precise procural algo na web, entre no Google e se depare com um doodle. Muitas vezes você clica nele para saber do que se trata. Feriados nacionais, nascimentos ou morte de personalidades, eventos e conquistas esportivas são os temas mais recorrentes.

De vez em quando, ao invés de uma ilustração estática, o doodle é uma pequena animação ou um pequeno aplicativo interativo, como um emulador de instrumento musical, um quebra-cabeça ou um jogo.

Desde o início das olimpíadas deste ano, o Google tem colocado desenhos, representando modalidades esportivas, diferentes todos os dias. E a apartir de ontem (07/08) esses desenhos ganaharm interatividade. Começou com uma corrida com barreiras (http://www.google.com/doodles/hurdles-2012), onde era preciso “correr e pular” usando o teclado. Hoje é a vez de um simulador de basquete (https://www.google.com/doodles/basketball-2012). Amanhã não sei o que será. Embora bem simplório, esses joguinhos até que são bem divertidos.


23 de abril de 2012 — 08:08

Cadê a Flecha? por JODF
Assunto: Design, Jogos & Games — Tags:     

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Dê uma olhada no boneco abaixo. Ganhei-o de brinde na loja onde compro meus quadrinhos e o coloquei sobre meu monitor no trabalho. Ele é parte de um extinto jogo de niniaturas colecionáveis chamado Mage Knight. Cada peça possui um disco em sua base para marcar os seus atributos e fazer a contagem de danos. O fabricante nem existe mais a alguns anos. Mas não é sobre isso que falarei:

Cadê a flecha?

O personagem está em posição de disparo e concentrado na mira. Apesar da firmeza que ele empunha sua arma, o arco não tem corda, portanto não está tensionado. E cadê a flecha?

Você poderia argumentar que são flechas mágicas, como as do Hank do desenho Caverna do Dragão. Mas os projéteis do arqueiro do desenho animado eram bem visíveis. E se me disser “mas as deste cara aqui são invisíveis”, faço-lhe outra pergunta: então pra quê ele precisa dessa aljava cheia de flechas que ele carrega nas costas? São para o caso de alguém esquecer as suas em casa?

Esta peça mede 5,5 cm de altura (até a ponta do arco) e o disco da base tem o diâmetro de 4,0 cm. E mesmo parecendo tão pequena, ela possui detalhes menores e mais desnecessários que a flecha empunhada. Não sei se testaram uma versão “com” que não ficou boa ou se foi falta de atenção total, mas é uma situação bem estranha de se ohar.


6 de fevereiro de 2012 — 08:25

Superbowl não é Futebol por JODF
Assunto: Jogos & Games, Outros/Diversos    

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Quando liguei o computador hoje, me deparei com diversos comentários no Facebook sobre o Superbowl. Nada contra pessoas esportes exóticos, mas, além de futebol americano não ser um esporte legítimo, já é tão manjado que se alguém tivesse que gostar não seria de alguns anos pra cá.

Primeiramente, o Futebol Americano é uma versão hightec do Hugby. Tem todas as características do esporte bretão, mas com muito mais violência, obrigando os jogadores a usar armaduras. É truncado. E se você não tiver o biotipo exato, não dá nem para brincar na aula de Educação Física. Como os Estadunidense rejeitavam tudo o que vinha da Grã-Bretanha até a Segunda Guerra, reformularam o Hugby e deram a ele o nome do outro esporte Inglês: Football.

Poderiamos falar da festa que originou ou Hugby e o Football, do Futebol Australiano e suas raízes aborígenes, ou dos esporte com bola existentes na América Pré-Colombiana. Mas não é este o caso. O problema é a postura dos brasileiros em relação ao esporte da Terra do Tio Sam. É um exemplo prático da necessidade que a classe média brasileira tem de ser colonisada.

Na última década, pequenas ligas de Futebol Americano e Baseball proliferaram pelo país, mais ou menos como aconteceu com as festas de Halloween nos anos 90. Até 15 anos atrás não tinha tanta gente em cursos de inglês ou viajando pros EUA. A maioria dos brasileiros não se sentia no mesmo nível dos estadunidense.

O brasileiro precisa entender que o esporte de massas sempre funcionou como isolante cultural nos EUA. Antes de 1992, em Barcelona o país não mandava seus melhores jogadores de basquete para as Olimpíadas. Sua principal liga, a NBA, não usava as mesmas regras que o resto do mundo (hoje o mundo todo usa as regras deles). Não eram tão abertos a atletas estrangeiros.

Com o Baseball já foi o contrário. O esporte das quatro bases sempre foi usado como colonisador. Não é atoa que os EUA sempre o difundiu em países estratégicos como no Japão, Coréia e boa parte da América Latina.

Já o Futebol Americano é uma aberração esportiva. Foi criado (ou adaptado) única e exclusivamente para eles. Os estadunidense nunca fizeram muita questão de dividi-lo com o mundo. Apesar de várias referências no cinema e TV (como seriados e desenhos animados), os rincipais times nunca sentiram real necessidade de levar suas marcas além das suas frinteiras.

O brasileiro ainda não entendeu que, não nos tornamos bem-vindos por lá simplesmente. Mas que a relação de poderes no mundo está mudando drasticamente no século XXI. Os EUA não são mais o agiota do mundo, cobrando total lealdade e obediência. Não precisamos começar a engolir o que nunca nos desceu.

Outra coisa que mudou, e o brasileiro classe média faz questão de ignorar, é que os estadunidense estão se aproximando cada vez mais do nosso Futebol. Já se passaram quase vinte anos desde aquele 4 de julho no qual um estádio lotado em Palo Alto (califórnia) griavata “USA” em apoio à sua seleção eliminada nas oitavas de final da Copa do Mundo. Somente em 2010 as pessoas começaram a se reunir em frente a telões em locais públicos de Nova York para assistir os jogos dos Estados Unidos num mundial de seleções. Nosso Futebol ainda é chamado de Soccer, mas está cada vez mais presente por lá.

Voltando ao Superbowl (a final do principal campeonato de Futebol Americano). Espero que não cheegue o ano em que falaremos mais desse jogo do que da final da Champions Leage, da Libertadores ou mesmo da rodada do Paulistão.


2 de fevereiro de 2012 — 08:08

A marca da Copa das Confederações por JODF
Assunto: Branding, Jogos & Games    

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Copa das Confederações 2013Ontem, sem estardalhaço, a FIFA apresentou a marca da Copa das Confederações 2013.

O torneio, que reune as seis seleções campeãs continentais mais a campeã mundial de futebol, já teve “vida própria”. Mas, desde 2001, serve basicamente para testar a organização para a próxima Copa do Mundo e “apresentar ao mundo” o país que a sediará.

A marca apresentada ontem lembra um pouco uma alternativa fake que circulou na internet logo após a divulgação do logo da Copa 2014. Quem não se lembra a marca fake era uma arara estilizada sobre a marca da Copa 2010. Cheguei até a posta-la aqui no dia 7 de junho de 2010. Porém o símbolo da Copa das Confederações é mais elaborado.

Com um estilo de “mais do mesmo”, o emblema da competição, que será disputada no Brasil em 2013, traz o voo de um sabiá-laranjeira. Procurei, mas não encontrei informações sobre a sua autoria.

Não há muito a se analizar sobre ela. O símbolo segue o formato do “selo padrão de torneios FIFA”, que surgiu desde o final da década passada, deixando quase todas as competições mundiais com uma marca “igual”  a da Copa do Mundo 2010  (África do Sul). De lá pra cá, tanto torneios masculinos, seja futebol de campo, salão, areia, videogame ou qualquer outra modalidade organizada pela entidade é simbolizada pelo selo retangular, com um canto arredondado com uma característica manjada da sede. No caso do Brasil, a fauna.

Símbolo dos último e dos próximos torneios da FIFA

Até são símbolos  bonitos, mas a repetição tira a singularidade de cada evento.


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