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13 de junho de 2011 — 07:49

O Poeta e os Piratas por JODF
Assunto: Literatura, Quadrinhos    

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Hoje comemoramos os 123 anos de Fernando Pessoa. O grande gênio português comparável a Luís de Camões. Um dos principais poetas da literatura universal.

Numa divertida homenagem prestada a ele em 1987 (imagino que pela proximidade de seu centenário), a edição nº5 da revista Piratas do Tietê tras a história “O Poeta”, escrita e ilustrada po Laerte Coutinho, na qual a tripulação paulistana encontra Fernando (em) Pessoa.

Fernado Pessoa recita trechos de alguns poemas enquanto os intolerantes e desalmados Piratas tentam acabar com ele. Mesmo jogando-o ao rio ou disparando um canhão contra ele, não conseguem matar o “Imortal” Poeta. E o clima poético se espalha pela cidade, contagiando todos os paulistanos.

Mesmo que você não seja muito fã de poesia (como eu não sou), vale a pena ler essa história.


25 de maio de 2011 — 08:02

Os Autores Técnicos Brasileiros por JODF
Assunto: Design, Literatura, Tipografia — Tags:     

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De maneira geral, odeio romances literários. Com poucas exceções, não tenho paciência para acompanhar histórinhas sobre as aventuras incríveis de alguém. O que gosto mesmo de ler são livros técnicos e teóricos sobre design, tipografia e áreas correlatas.

Tirando a maioria dos autores sobre tipografia e alguns poucos livros (não digo nem “alguns autores”), os textos brasileiros sobre design e áreas afins são muito chatos. Diferente de boa parte das publicações estrangeiras, sejam estadunidense, europeias, japonesas ou latino-americanas, o material tupiniquim costuma ser teórico de mais e didático além do necessário.

Os autores brasileiros não desenvolvem narrativas em seus textos. A leitura não tem rítimo. Quem escreve recorre de mais a citações e referências de outros, como se não tivessem autoridade prática para sustentar suas afirmações. Parece que esses autores nunca trabalharam de verdade. Que se tornaram professores logo após a faculdade, imendando mestrados, doutorados e pós-doutorados às suas atividades, sem experimentar todo seu conhecimento acumulado.

As obras brasileiras parecem seguir a risca os manuais de monografia  que toda faculdade tem. Dá-se mais importância normas ABNT para trabalhos acadêmicos do que ao entendimento do interlocutor.

Minha teoria? A muito tempo percebo um defeito cultural de nós brasileiros: a partir do momento que você escolheu sua área de interesse, todo resto obrigatoriamente torna-se nebuloso. Quem desenha não escreve; quem escreve não faz conta; quem faz conta não serra uma tábua; quem serra uma tábua não cozinha; quem cozinha não joga bola; quem joga bola escreve. Como se uma atividade impedisse outra.

O patamar elevado que os auto-denominados intelectuais se colocam é outro motivo para este problema literário. “Sou inteligente e estou compartilhando um naco de minha cultura, portanto seja grato e você tem a obrigação de gostar. E se não entendeu o que  escrevi, azar seu”. E muitas vezes, este “naco de cultura” é muito interessante e útil. Mas por si só, não prende o interesse do leitor, nem garante fácil assimilação.

Não citarei autores que agem com este decaso, ou indicar excessões. Certamente cometeria injustiças. Apenas reintero que a maioria dos autores sobre tipografia brasileiro redige textos interessantes. Os outros, plublicam informações relevantes de forma metódica e monótona.

Quando este problema acabará?


9 de fevereiro de 2011 — 08:02

O Maior Livro da Minha Vida por JODF
Assunto: Design, Literatura, Quadrinhos — Tags:     

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75 Years of DC ComicsQual o maior livro da sua vida? Maior no sentido de grandeza mesmo.

O meu é este aí do lado. 30,0 cm × 41,0 cm × 8,0 cm, com mais de 700 páginas de alta gramatura que conta a história da editora desde 1935 (antes mesmo do surgimento do Superman, Batman e toda Era de Ouro dos Quadrinhos), produzido pela editora alemã Taschen. Compare com um gibi normal.

Tudo o que foi publicado pela DC Comics é mencionado. Não apenas pelo selo principal, mas em todas as linhas e universos estão representados. Absolutamente todos os personagens estão aqui: Universo DC, Vertigo, WildStorm, Watchmen, MAD, PLOP! e muito mais. Publicados em quadrinhos ou outras mídias como TV, cinema, rádio, etc.

Paul Levitz, autor do livro, dividiu a história dos quadrinhos de super-heróis em 6 eras (ao invés as tradicionais 4). Abordando as histórias mais marcantes, as capas mais icônicas, os principais roteiristas e artistas, além de editores e outras personalidades que fizeram a DC Comics ser o que é nestes últimos ¾ de século.

Quem quiser mais detalhes, tem mais fotos no Flickr.


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