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JODF — Portfólio online

24 de fevereiro de 2016 — 21:55

O que mesmo de tão positivo este vídeo nos ensina sobre Racismo? por JODF
Assunto: Internet, Lugares & Fatos — Tags:     

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Já faz alguns anos que este vídeo circulo pelo Facebook. Muito antes, a história era divulgada como “um relato verídico acontecido num voo da TAM” (acho até que a li pela primeira vez no Orkut). E tanta gente compartilhou o caso como um grandioso exemplo de combate ao Racismo.

Resumindo a história:

Uma elegante idosa branca reclama “exijo que tirem este negro daqui. Para onde irão levá-lo não é problema meu”. Aí a comissária sai a caça de um assento vago, que por um acaso o único que encontra está na primeira classe.

A comissária volta e avisa a “digníssima” senhora que o comandante do voo acatou a sua exigência e ela não precisará viajar ao lado do negro. Então a funcionária pela primeira vez dirige a palavra ao homem e nem pergunta se ele aceita trocar de lugar. Simplesmente mandá-o pegar as suas coisas e a acompanhe.

O sujeito é discriminado, mas ganha um “cala-boca” para fingir que não se ofendeu e não processar a companhia aérea. E se ele ainda quisesse prestar alguma queixa, seria chamado de “ingrato”, pois ele saíra “na vantagem” e continuava com o mimimi.

Os demais passageiros só se manifestam quando o problema já está “resolvido”. Afinal, ninguém quer ser grosseiro com uma velhinha, pois isso seria algo abominável.

Então o que mesmo de tão positivo este vídeo nos ensina sobre Racismo?


31 de dezembro de 2015 — 18:54

2015, o ano mais mais ou menos da minha vida por JODF
Assunto: Lugares & Fatos, Outros/Diversos    

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2015 começou muito bem para mim: logo em janeiro encontrei um novo emprego. Trabalhei numa pequena operadora de turismo, localizada num condomínio empresarial na Ponte do Jaguaré.

A empresa já estava em sérias dificuldades quando cheguei, então em fevereiro mudamos para um escritório virtual na avenida Paulista. Ficamos por lá por quase cinco semanas. O patrão tentava negociar a rescisão do contrato de localização da antiga sede. Como o proprietário do imóvel não aceitou parcelar a multa, tivemos que voltar para o Jaguaré. Foi um tempo curto, mas era muito legal dizer “eu trabalho na Paulista”.

A empresa vendia um único pacote de viagem internacional e que custava muito caro. Com a disparada do Dollar as vendas, que já eram poucas, secaram-se de vez. A operadora faliu e eu fui para a rua novamente. Apesar de não poder mais contar com seguro desemprego, guardei um bom dinheiro que demorou a acabar.

Ainda no primeiro semestre de 2015 fui ao Monsters of Rock, aquele festival no qual o Lemmy passou mal. Além dos dias de show, de ver o Ozzy e o KISS, também conheci um pessoal muito da hora num hostel onde dormi. Tomei café com gente do Brasil todo. O único ponto negativo daquele final de semana foi tomar banho de caneca com água fria (o bairro estava dentro da área de rodízio que o governo jura que nunca existiu).

Se no ano passado eu fui a Munique visitar minha amiga, dessa vez foi ela quem veio para cá. Ficou uns dois meses por aqui e fizemos muitas coisas juntos. Ela me arrastou para a Parada Gay e para uma missa. Também fizemos uma aula de acrobacias no Ibirapuera e uma de Yoga em Jundiaí. Andamos de stand up paddle em Itupeva. Até consegui uma bicicleta emprestada para facilitar nosso deslocamento pela cidade.

Depois que minha amiga voltou à Bavária meu ano praticamente acabou. O dinheiro que guardei no começo do ano acabou e voltei a mexer na minha poupança onde depositara meu FGTS do emprego perdido em 2014.

A crise se agravou e não consegui mais empregos. Participei de bem menos entrevistas a partir de setembro. No mesmo período de 2014 era praticamente uma por dia (algumas vezes duas por dia). O que impediu-me uma nova colocação ainda no ano anterior foi a viagem marcada para a Europa.

O segundo semestre de 2015 foi muito frustrante para mim. Em outubro já comecei a tomar minhas resoluções para o ano que vem. Minha primeira ação para 2016 será voltar a estudar. Não quero contar só com a esperança que o Brasil melhore (que tenho e me é muito grande). As outras metas, embora já iniciadas, ainda não é conveniente revelá-las.

Eu classificaria 2015 como possivelmente o ano mais mais ou menos da minha vida. Quase tudo de bom que aconteceu se concentrou no primeiro semestre, e as ruins no segundo. Agora, nas últimas horas de dezembro, prevalece o alívio pelo final de mais um ciclo e esperança que 2016 seja bem melhor.


22 de dezembro de 2015 — 18:00

A Luz em chamas por JODF
Assunto: Arquitetura, Fotografia, Lugares & Fatos    

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Procurei uma foto no meu Flickr para ilustrar este post, mas não achei. Desde que me entendo por gente a Estação da Luz sempre foi uma importante referência. Seja no percurso entre Jundiaí e São Paulo, ou somente dentro de São Paulo, ou apenas só passando por São Paulo. Sempre passo por lá com pressa, nunca fotografei as plataformas centenárias. As únicas imagens que tenho do local são do telão cilíndrico da linha 4 e no interior do Museu da Língua Portuguesa.

Vejo desde ontem tanta gente lamentado pelo museu (o qual muitos nunca visitaram). Tirando uma exposição temporária (que foi integralmente salva do fogo), o restante do acervo era todo virtual e/ou substituível. Mas o prédio centenário é insubstituível. Nem a sua função de ingração intermodal (a úncia entre a linha 1 do Metrô e qualquer outra da CPTM). Mais que isso, como toda grande estação de qualquer metrópole do mundo, a Luz por si só é uma referência cultural, onde podemos encontrar todo tipo de gente, vindo de todos os cantos da cidade e arredores (oriundos do mundo todo), indo para o lado oposto de onde veio.

Cada um dos passageiros que passam diariamente pela Luz, Barra Funda, Brás, Sé, Tietê, Jabaquara e todas as outras estações do sistema dentro ou fora da Capital, carrega consigo novas gírias e expressões idiomáticas, difundindo-as por toda Grande São Paulo. Então, na prática, qualquer estação de trem e/ou metrô importa muito mais à Língua Portuguesa do que um ‘museuzinho high tech’.

Torço muito que o prédio não esteja estruturalmente comprometido. Espero que o espaço seja restaurado logo. Todos precisamos que os trens voltem a circular por ali urgentemente. Esse incêndio não destruiu só um patrimônio arquitetônico. O fogo queimou uma parte da nossa dinâmica cultural.


13 de dezembro de 2015 — 22:32

Resumo do texto: “Por que o diploma é uma bobagem” por JODF
Assunto: Lugares & Fatos — Tags:     

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Estava fuçando no meu disco rígido e encontrei um exercício de resumo que fiz durante a faculdade. Não achei o texto original mas, pelas minhas anotações, ele continua bem atual (se não estiver ainda muito mais relevante).

João Otavio Dobre Ferreira   –   4010163-0   –   5C1
Metodologia Científica 1   –   Professora Heny

Resumo do texto: “Por que o diploma é uma bobagem”
DIMENSTEIN, Gilberto – Folha de São Paulo – 12/12/99

O universitário Brasileiro não gosta de ler jornais e livros, e ainda estuda pouco.

É impossível alguém progredir, de fato, profissionalmente sem o hábito de leitura constante de jornais, livros e revistas. Meios eletrônicos como a TV, não permitem o aprofundamento da informação. A construção do conhecimento exige a palavra impressa. O diploma torna-se uma bobagem se o aluno pára de estudar e pesquisar por conta própria.

A pesquisa é o diferencial entre quem prospera e quem quebra a cara. A velocidade do conhecimento exige atualização constante. Tanto que as empresas investem cada vez mais na reciclagem de seus funcionários, tornando-se parecidas com a escola. Fazem isso motivadas pela pressa da competição.

Ao termino do curso de graduação, o aluno sente que não está apto para enfrentar a realidade. Isso porque, muitas vezes, os professores estão longe da prática e os currículos empoeirados.

O prestigio do trabalhador vai depender das experiências acumuladas, não só nas escolas, mas nos vários empregos e funções exercidas. A hipercompetição globalizada exige inovadores, gente capaz de capaz de aprender sempre, e criativa, que encontre novas soluções para novos problemas.


19 de novembro de 2015 — 21:52

O losango da Bandeira por JODF
Assunto: Design, Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Hoje de manhã ventou muito e fez frio por meia hora

Cento e vinte e seis anos atrás, a turma do Marechal Deodoro adaptou a Bandeira Imperial para usá-la no período republicano.

Não sei como é ensinado hoje, mas no meu tempo de escola, aprendíamos que o verde representava as matas, o amarelo o ouro, o azul o mar (posteriormente corrigido para o céu) e o branco a paz.

Eu já era grande quando vi, num programa infantil (que não me lembro qual) a verdadeira explicação para a composição. Obviamente, no período republicano, o brasão imperial foi substituído pela esfera celeste, que reproduzia o céu do Rio de Janeiro na noite de 15 de novembro de 1889. Quanto às cores: o verde era a identificação da Dinastia de Bragança, a linhagem real portuguesa pós União Ibéria, a família de Dom Pedro I; o amarelo representa a casa de Habsburgo, que governava a Áustria antes da formação do Império Austro-Húngaro, que era a família de Dona Maria Leopoldina, primeira Consorte de Dom Pedro I.

Até aí tudo bem. Mas por que um losango?
Isso é um pouco mais complicado: quando Dona Maria Leopoldina morreu, Dom Pedro I casou-se com Amélia de Leuchtenberg, filha do primeiro casamento de Josefina de Beauharnais. Ou seja, ela era enteada de Napoleão Bonaparte.

Durante a expansão do Império Francês, Napoleão assumiu a coroa do Reino da Itália por nove anos (que antes disso era uma república).

A bandeira da república italiana, naquela época, era composta por um quadrado verde no centro, dentro de um quadrado branco inclinado a 45°, que estava dentro de um quadrado vermelho. Napoleão alargou a bandeira para acomodar uma águia dourada no centro. Com isso, o quadrado branco distorceu-se e virou um losango. Este elemento geométrico, que surgiu acidentalmente, foi incorporado ao emblema pessoal do Imperador Francês.

Então o Imperador do Brasil incorporou o losango à sua bandeira pessoal como homenagem ao padrasto da sua segunda esposa. (Uma coisa que não bate nessa história é que a Dom Pedro já usava este símbolo antes de declarar a independência do Brasil, e Maria Leopoldina morreu em 1926).

Essa confusão ficou adormecida por muito tempo no meu inconsciente. Até quase um ano atrás, quando visitei o mausoléu de Napoleão Bonaparte e me deparar com este emblema no piso:

Por causa deste emblema a nossa bandeira tem um lozango


16 de novembro de 2015 — 10:57

Compaixão e mesquinharia por JODF
Assunto: Lugares & Fatos — Tags:     

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Neste final de semana o Facebook sediou a maior batalha de hipocrisia já testemunhada: a lama de Mariana × o terrorismo de Paris.

Começou com muita gente sobrepondo a bandeira francesa às suas fotos de perfil, em solidadriedade aos parisienses mortos na última sexta-feira. Na sequência, foram acusados de hipocrisia por não terem uma atitude semelhante quando as barragens de rejeitos de minério de ferro romperam-se em Minas Gerais uma semana antes. Também houve quem mencionou outras chacinas recentes promovidas pelo Estado Islâmico na Síria e uma outra que ocorreu numa universidade nigeriana. Começou-se então uma movimento de equiparação da catástrofe de Mariana ao aos atentados de Paris.

Mas quem se importa de verdade com o que afinal?
Realmente não sei e tanto faz… No final, em todas as desgraças o que sobra mesmo é a mesquinharia humana. Seja por não se importar com as consequências. Seja pela negligência prévia. Seja pela ganância financeira. Seja por querer impor a sua vontade a qualquer custo. Seja por acreditar que no fundo todo mal é merecido. Seja pela exagerada compaixão sem ações práticas. Seja por criticar a compaixão alheia.

Meus irmãos, que interessa se alguém disser que tem fé em Deus, e não fizer prova disso através de obras? Esse tipo de fé não salva ninguém. Se um irmão ou irmã sofrer por falta de vestuário, ou por passar fome, 16 e se vocês lhe disserem: “Procure mas é viver pacificamente, e vá-­se aquecendo e comendo como puder”, e se não lhe derem aquilo de que ele precisa para viver, uma tal resposta fará algum bem? Assim também a fé cristã, se não se traduzir em atos, é morta em si mesma.
— Tiago 2:14-17 (Novo Testamento Bíblico – Século I)

Não é o que você é por dentro que lhe define e sim o que você faz.
— Rachel Dawes (Batman Begins – 2005)

Então se você não pretende pegar uma pá para ajudar a limpar Mariana não critique quem chora por Paris. E se você chora por Paris, saiba que não precisa exagerar publicamente.


6 de outubro de 2015 — 22:21

Outra bicicleta fantasma por JODF
Assunto: Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Ontem a noite penduraram esta Ghost Bike ontem a noite

Ontem a noite, penduraram esta ghost bike.

Também foi ontem a noite que Ciclista morre atropelado em Jundiaí após motorista passar sinal vermelho, no dia 27 de setembro. Um sujeito furou o sinal vermelho em alta velocidade e matou o rapaz que pedalava. Com a mesma velocidade que atropelou, o motorista fugiu sem prestar socorro. E ele tem muita sorte, pois se fosse um ônibus ao invés da bike, seria o carro dele pintado de branco e pendurado no poste, pois seria impossível frear e evitar a colisão.

Não conhecia o garoto atropelado. Muita gente diria que “ele teria uma vida inteira pela frente, pois só tinha vinte e um anos”. Mas mesmo que tivesse oitenta e dois, a gravidade seria a mesma. Homicídio é homicídio, não importa quem matou e nem quem morreu. Por isso sempre que a imprudência de alguém acaba com a vida de outro  penso “poderia ser comigo”, pois seria com qualquer um que tivesse o azar de passar ali naquele instante.

A polícia e a Guarda Municipal já estão quase identificando o veículo que causou o acidente. Quando o acharem, provavelmente o motorista alegará que fugiu porque ficou muito “abalado” com o ocorrido e será liberado por ter expirado o prazo do flagrante. Tomara que eu esteja errado.


19 de agosto de 2015 — 22:31

Ghost Bikes na cidade e Cruzes na estrada por JODF
Assunto: Design, Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Ghots Bike na Paulista

Hoje a tarde passei pela av. Paulista e encontrei esta ghost bike. Já tinha ouvido falar nela, mas nunca reparei o local onde ela ficava. Ela pertencia a uma mulher que morreu atropelada por um ônibus anos atrás.

As bicicletas fantasmas (em inglês, ghost bikes) são uma versão moderna, urbana e mais macabra daquelas cruzes de beira de estrada. Antigamente era comum em toda estrada encontrar pequenos altares ou apenas cruzes às margens de rodovias e vicinais marcando acidentes ou atropelamentos com mortes. Literalmente era uma homenagem das famílias aos entes queridos que nunca chegaram aos seus destinos.

Quanto mais cruzes, mais mortal a estrada. Barrancos sem acostamento e curvas fechadas e estreitas era onde mais se viam esses memoriais. Como hoje há muitas rodovias privatizadas, as concessionárias eliminaram muitas delas para apagar o passado macabro da via.

Hoje temos as ghost bikes. Há várias espalhadas por São Paulo e por várias outras cidades pelo mundo (sei que até Jundiaí tem uma, mas nunca a vi). Quando um ciclista morre, pega-se a magrela que ele pedalava na ocasião, pinta-se ela de branco e a fixam permanentemente no local.

Quando você vê uma cruz na estrada só sabe que alguém morreu ali. Não sabe o aconteceu e nem com quem foi (a não ser que haja um pequeno altar com uma foto). Passa rápido o suficiente para nem reparar na sua presença. É algo totalmente impessoal. É praticamente só um dado estatístico.

Já uma ghost bike foi uma peça importante do fato. O estrago da bicicleta após o acidente fica eternizado no local. Você pode passar por ela a pé. O seu carro, moto, bicicleta ou ônibus pode parar ao seu lado quando sinal fechar. Então é possível de analisá-la e, mesmo que você nunca tenha ouvido falar do ocorrido, imaginar exatamente como o ciclista morreu. É um memorial muito mais eficiente.


05:15

O Dia da Fotografia e do Ciclista por JODF
Assunto: Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Auto-Retrato (L810)

Eu já sabia que hoje é o Dia Mundial da Fotografia a alguns anos. A data marca a apresentação oficial do primeiro sistema fotográfico a venda comercialmente, em 1839 na Europa.

Ontem descobri que 19 de agosto também o Dia Nacional do Ciclista, homenagem a um universitário morto por um carro quando pedalava por Brasília em 2007 (o pior motivo possível).

Largo de São Bento

Coincidência pura que os meus dois principais hobbies sejam celebrados exatamente no dia do meu aniversário.


4 de março de 2015 — 22:50

Já estão concretando por JODF
Assunto: Arquitetura, Jogos & Games, Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Em baixo desses cobertores, a ciclovia já foi concretada.Os cobertores na na foto ao lado cobrem concreto fresco. Eles não estão ali para aquecer, mas para manter a umidade. O grosso tecido é molhado de tempos em tempos para garantir uma boa cura ao cimento despejado no local.

 A mancha vermelha ao lado da concretagem não é “desperdício de tinta”, como afirmou Cesar Tralli. Também não é lama ceda terra roxa (ou “roja”). O que sujou as pistas da avenida foi resíduo do concreto do canteiro central. Isso mesmo: concreto vermelho. Jogaram corante na betoneira.

Como eu disse semana passada, a ciclovia da Paulista não será feita apenas pintando o asfalto de vermelho. Ela nem será no asfalto e muito menos pintada. Ela será de concreto vermelho e ficará elevada em relação ao leito carroçável. Isso a tornará uma intervenção permanente, uma obra definitiva. Depois de pronta, custaria muito mais caro desfazê-la.

A obra está acelerada, detonando qualquer argumento de “falta de planejamento”. Imagino que em menos de um mês a ciclovia da Paulista esteja pronta.

Por tudo isso, espero que, tanto o outono quanto o inverno, sejam bastante frios e nublados, pois parece que eu terei algo bem interessante para fazer no horário de almoço.


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