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28 de novembro de 2012 — 07:49

Super-desenhos em domínio público por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV    

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A primeira série animada do Superman, produzida (“in Tecnicolor”) na década de 1940 pelos estúdios Fleisher e distribuída originalmente pela Paramount Picture, agora está em domínio público.

A série, inicialmente feita para o cinema, foi exibida em diversos canais de TV no mundo todo. Os episódios foram relançados em VHS e DVD. Mas agora a Warner os remasterizou e colocou-os no seu canal do Youtube.

São episódios com menos de 10 minutos cada, mas com muita porrada, como costumavam ser as histórias na Era de Ouro dos Quadrinhos.


4 de junho de 2012 — 08:42

Dividindo o palco com o Homem de Ferro por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, Rock n Roll    

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No caminho para o trabalho, a rádio tocou Shoot the Thrill do AC/DC. Não me lembro bem, mas se não me engano, esta música foi composta especialmente para a trilha sonora do filme Homem de Ferro 2.

Sei que a vez deste filme já foi a dois anos atrás, que o personagem já apareceu em outro filme e que já estão gravando o Homem de Ferro 3. Mas não pude deixar de lembrar do clip que fez parte da divulgação de pré lançamento do filme.

No vídeo, mesmo estando em ambientes distintos. Mesmo o ator Robert downey Jr estando não estando no estádio Monumental de Nuñes, em Buenos Aires. Mesmos o AC/DC não estando no set de filmagem da Stark Expo, a banda, Tony Stark e suas “starkets” dividem o mesmo palco.

Aliás, nem me lembro se no filme, na cena em que o Homem de Ferro interage com o balet, se toca Back in Black ou Shoot the Thrill. Mas a fantástica edição torna tudo um espetáculo só.

Só acho que deveriam ter feito este encontro pra valer no filme. Seria muito legal.


7 de maio de 2012 — 08:39

A molecada não entendeu o final do filme por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos    

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Costumor ir ao cinema sempre pelomenos uma semana depois da estreia para evitar superlotação. Mas não tem jeito, quando o filme é bom a fila é sempre grande.

Sábado assisti os Vingadores. Sessão das 13h. Sala lotada. Todos que o assistiram no final de semana anterior gostaram muito. Tanto os leigos, quanto os marvelmaniacos cobriram a produção de elogios.

Confesso que fui preparado para uma porcaria. O excesso de protagonistas poderia dispersar a história. Acreditava que ou veria “o melhor filme de todos os tempos” (melhor até o próximo filme que me empolgasse demais) ou o pior filme de super-heróis da História (sem aspas porque seria realmente um lixo). Para minha felicidade, foi a primeira opção.

Algo que não me agradava, antes de ver o filme, era que a equipe enfrentaria o vilão do filme solo mais fraco entre todas as produções que precederam os Vingadores. Loki, o deus da Trapaça, não deu nem pro cheiro no longa-metragem do seu irmão Thor. Era um vilão manjado. Não era forte como o Abominável, perigoso como o Caveira Vermelha ou frio como o Chicote Negro. Na verdade Loki até se redimiu no final de Thor.

Porém o deus da Trapaça mostrou por que detém este título. Ao invés de cada vingador ter uma histórinha solo curta e se encontrarem no final para salvar o mundo, Loki passa o filme todo jogando um herói contra o outro. Isso dá enredo ao filme. Cada protagonista tem a chance de se mostrar individualmente, apresentar sua personalidade e seus poderes sem se isolar do resto da trama.

A batalha contra as tropas de Loki é digna dos filmes de catástrofe dos anos 90. Nova York sofre sob o fogo cruzado entre os dois lados da guerra. Efeitos especiais, destruição de prédios, lutas “mano a mano”, explosões, tudo como se fazia no final do século XX. Porém, diferentemente de Independency Day, a invasão não era gratuíta e inexplicável. Existia uma aliança para dominar o mundo. Até um porquê escolheram Manhatan específicamente existe.

Ainda existem muitos elementos de humor sem exageros (embora numa sala lotada,as pessoas acabam exagerando nas reações). Realmente é um ótimo divertimento.

Porém percebi algo muito interessante na saída do cinema: sabe aquele finalzinho, após os créditos que dá um pequeno prólogo do próximo filme? Uma molecada com seus 15, 16 anos saiu tentando entender o que significava. Não entrarei em detalhes sobre o que foi mostrado na última cena, para preservar a surpresa de quem ainda não assistiu. Só direi que aquela foi uma referência direta à primeira mega-saga Marvel que li nos anos 90. Então aqueles moleques dificilmente saberão do que se trata até os Vingadores 2.

Esta é uma característica dos bons filmes de super-heróis do século XXI: as produções de hoje se baseiam em mini-séries ou arcos de grande sucesso no passado do personagem. Isso agrada muito os verdadeiros fãs de quadrinhos e diverte muito quem escolheu a sessão na porta do cinema. E os que fogem disso ficam uma porcaria (vide Lanterna Verde e Motoqueiro Fantásma: o Espírito da Vingança).


5 de março de 2012 — 08:39

Não existem heróis por JODF
Assunto: Outros/Diversos, Quadrinhos    

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Em mais de 15 anos lendo e acompanhando quadrinhos de super-heróis, nunca me perguntei, até semana passada, o que realmente torna alguém um herói? Esta é uma daquelas questões que paracem óbvias de responder. Todo mundo diz mais ou menos a mesma coisa. Mas pouca gente já pensou seriamente sobre isso.

Semana passada circulou na internet a foto de um sujeito sem os os dois braços, carregando uma carriola amarrada em seus ombros, com a legenda “Força de Vontade – Essa é pra você que acordou hoje reclamando da sua vida”. O cara não estava com uma cara de feliz e estava descalço e sem camisa. Ou seja, pela imagem não se pode afirmar que ele superou qualquer adversidade pela própria persistência. Possivemente as condições que o desmembraram permanecem as mesmas e ele não teve escolha nem força para mudar a situação.

Na nossa sociedade é comum acreditarmos que, só porque alguém se acidentou, não importam as consequências, só de sobreviver isso já o torna um exemplo a todos nós. Aliás, parece que quanto maior a desgraça maior o mérito. Não importam as multilações e deficiencias permanentes, ou quantas pessas perderam a vida e nem mesmo o estrago psicológico. Se sobreviveu, virou herói.

Há muitos anos a palavra “herói” foi banalizada. Segundo o Pedro Bial, os participantes do BBB são heróis. Muita gente rebate esta afirmação dizendo que alguém que que cria cinco filhos com um salário mínimo, ou que acorda cinco horas da manhã e pega trê onibus lotados para chegar ao serviço, é que merecem tal honraria. Mas para mim nenhum deles é herói. Nem quem ganha salário mínimo, nem que ganha um milhão por mês. Afinal, cada um só está cuidando da própria vida da melhor forma possível. Cumprir as próprias obrigações não é nada extraordinário.

Olhe a sua volta: para você o que é mais importânte, um parabéns sincero pelo seu desemprenho profissional, a satisfação do cliente final, ou a possibilidade de crescimento de carreira e, consequentemente, de aumento salarial? Se você não vislumbrar um futuro promissor pouco importa se o seu chefe ou o cliente estão satisfeitos com seu desempenho. O que nteressa mesmo é o “leitinho das crianças”.

E mesmo os “caridosos”, são reríssimos os casos nos quais se sujeitam às mesma contições dos carentes que ajudam. Você acha que os médicos das missões humanitárias da ONU comem a mesma comida dos refugiados que eles atendem?

É dificil pensar em quem seria um “Grande Herói da Humanidade” atualmente. Não vejo alguém salvando o mundo de um grande mal. Nem o presidente dos EUA, nem o Pelé e nem mesmo um navegador solitário estão prparados para impedir o fim do mundo. Ninguém tem super-poderes ou recursos ilimitados.

Heróis existem em casos isolados, como uma pai que pula numa corredeira para salvar um filho ou alguém que para para ajudar um pessoa em dificuldade numa estrada. “Ser herói é estar no lugar certo na hora certa”, ou seja a ocasião e a situação criam um herói, que em seguida volta ao seu amonimato rotineiro.

O bom exemplo de alguém deve ser seguido mas não devemos cultuar a pessoa. Isso tornaria tudo uma meta a ser alcançada, um ideal distante, não uma motivação para melhorarmos. Siga o exemplo ao invés de citá-lo

Ou sej, atos heróicos existem, mas não existem heróis.


23 de janeiro de 2012 — 08:32

Marcando uma nova época por JODF
Assunto: Branding, Quadrinhos    

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Nova marca da DCNa última quinta-feira, lá pelo final do dia, um amigo me surpreende mandando um email com a nova marca da DC Comics. Para quem não sabe, esta é a editora estadunidense dona do Superman, do Batman, da Mulher Maravilha e de toda turma da Liga da Justiça (Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantático e os Vingadores são da Marvel).

Segundo o blog oficial da editora, o novo símbolo brinca com a dualidade dos personagens. O “D descolando” é a máscara descobrindo a verdadeira facedo herói, representada pelo “C”. Uma referência direta e explícita ao conceito de identidade secreta, muito comum não só na DC, mas em praticamente todos universos de super-heróis. A nova marca aparecerá oficialmente nas capas das edições de março, nos EUA.

Para quem não lê quadrinhos e nem acompanhou as mudanças nos rumos da editora e des seus personagens, tudo se resume ao simples “gostei/não gostei”, baseado no “feio × bonito”.

Entre os fãs e leitores da empresa opinar sobre o assunto não é tão simples.  Nos seus mais ¾ de século de atividade, esta a mudança mais brusca na identidade visual da empresa. A DC sempre marcou seus produtos com suas iniciais dentro de um círculo, como um carimbo (exceto na versão de 1970). Símbolos de fácil entendimento, agilizando a procura nas bancas e livrarias.

Marcas anteriores da DC

A marca adotada em 1976, o grande ícone da DC, mesclou a forma clássica do simples carimbo redondo com a os emblemas que seus principais personagens ostentam nos uniformes.

 Já em 2005, tardiamente a editora resolveu aderir ao modismo da virada do milênio, tornado seu cículo elíptico e entortando suas letras. Embora a mudança pareça muito brusca, ela preserva todos os elementos do logo anterior.

A análise do novo logo não deve ser apenas visual. Não se trata só de atualizar um símbolo aos avanços tecnológicos ou aos contumes sociais da época. No ano passado a DC decidiu limpar os 75 anos do passado de seus personagens e fazer um reboot total. Todas as suas publicações voltaram à primeira edição. Até as mais antigas como Action Comics e a Dectetive Comics (que batiza a casa) que passaram do número 800 foram sumariamente zeradas.

Personagens clássicos foram descartados e outros novos surgiram. E, além da numeração, a história dos herois também foi reiniciada.

Está é uma aposta muito alta na renovação de público que pode expantar os leitores antingos. Finaceiramente falando, a mudança está funcionando. Muita gente se pergunta até quando. Será que um dia voltaram tudo como era antes? Ou essa é umaatitude sem volta? Impossível afirmar.

 E agora, para marcar esta nova época na editora, um novo símbolo é adotado. E, subjetivamente, podemos interpretar o “D descolando” como uma ,etaafórica virada de página. “a vida continua”. “Quem gostou gostou, e quem não gostos, azar”. O novo logo é praticamente irreconhecível, mas se adequa à grande mudança que tornou irreconhecível o novo Universo DC.

Como sempre aconteceu desde 1976, a marca da DC sempre apresentou a possibilidade de trocar o oficial azul marinho por outras cores, de acordo com a combinação cromática de cada capa. Isso continuará.

Nova marca da DC — variações de cores

A novidade que tem causado ira em muita gente, são as versões temáticas do logo. Elas não sejam pensadas para mídias impressas, apenas para vídeo (web, TV e cinema).

Resumindo a história: para quem lê DC Comics, gostar ou não do novoa logo depende exclusivamente de gostar ou não do reboot dos personagens. Exatamente por isso o novo símbolo não apareceu nas novas ‘edições número 1’ da casa.


5 de dezembro de 2011 — 08:52

O Rato × o Coelho por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV — Tags:     

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Se estivesse vivo, hoje Walter Elias Disney comeoraria seus 110 anos de nascimento.

Quando estava no último semestre da faculdade assisti uma palestra sobre Walt Disney e seus parque, com o representante oficial da marca Disney no Brasil.

Uma história muito interessante contada na  ocasião foi a inspiração para a criação de Mickey Mouse. Segundo o palestrante (do qual já não me lembro o nome), Walt Disney seria o verdadeiro pai do Perna Longa. Segundo a história relatada, Disney criara um coelho malandro. Um amigo dele apresentou o personagem à Warner Bros e se declarou o autor.

Ao invés de processar o estúdio ou quebrar a cara do ex-amigo, Walt decidiu se vingar de um jeito diferente: criando o personagme mais famoso da história da animação.

Mas nem precisa se dar ao trabalho de checar as datas: segundo a Wikipédia e o Inernet Movie DataBase (imdb.com), Mickey Mouse estreiou em 1928, e o Perna Longa em 1940.

Porém, entre 1938 até 1940, a Warner apresentava desenhos estrelados por um coelho branco e muito mais insano chamado Happy Rabbit (a esquerda), considerado o protótipo do Perna Longa. E o Happy Rabbit se inspirava num personagem de Disney chamado Max Hare (a direita).

Mas se prestarmos um pouco mais de atenção nos dois personagens atuais, encontraremos algumas coincidências:

• Embora tenham personalidades opostas Perna Longa é sádico e Mickey um bom menino), ambos são roedores.

• O Perna Longa tem pelagem clara e rivaliza com um pato insano de penas pretas. E o Mickey tem pelos pretos e tem uma amizade tumultuada com o pato de penas brancas. Completam os trios principais um porco gago (na Warner) e um cachorro idiota (na Disney), ou seja, dois mamíferos domesticados.

• Não sei quando, mas há muito tempo a Warmer comprou a DC Comics, a editora do Batman e do Superman. Há pouco tempo a Disney comprou a Marvel Comics, que publica o Homem-Aranha e Hulk. Então até no seguimento de quadrinhso de super-heróis os personagens símbolo de seus estúdios rivalizam.


31 de agosto de 2011 — 08:20

Por que o Hulk é verde? por JODF
Assunto: Design, Quadrinhos    

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Na última segunda-feira, apresentei uma teoria para o uso de cuecas por cima das calças no uniforme de alguns heróis. Conforme disse na ocasião, imagino que aquilo era um recurso para compensar deficiências nos processos de impressão em meados do século XX.

Cheguei a esta conclusão após assistir um vídeo bônus do DVD do filme Hulk, dirigido por Ang Lee e estrelado por Eric Bana, de 2003, onde Stan Lee, o “co-pai” do Gigante Esmeralda explica por que o Gigante se tornou Esmeralda.

Uma versão “era atômica” de O Médico e o Monstro, após ser exposto a uma explosão de raios gama, o cientista Bruce Banner tem sua extrutura molecular afetada. Em momentos de tensão sua massa corporal aumenta, e jovem franzino se transforma num gigante irracional cinza.

Cinza? Esta foi a cor  que Stan Lee e Jack Kirby originalmente escolheram para o Incrível Hulk. Porém, nos anos 60 existia muita dificuldade para imprimir tons de cinza. O Gigante se tornava um grande borrão nas páginas do gibi. Então decidiram mudar a pele pálida do Hulk para um matiz mais vivo e com uma variedade maior em sua palheta de reprodução. Como quase não existiam personagens verdes naqueles tempos, esta foi a cor escolhida.

Note que, na mesma época o Homem de Ferro pintou sua armadura prateada de dourado. Posteriormente, o traje de Tony Stark ganhou partes em vermelho.

Nos anos  80, já nos primórdios da era digital, um novo Hulk Cinza surgiu: o malandrão Senhor Tira-teima. Um sugeito bem mais racional que sua contra verde, ele também surge da transformação de Bruce Banner em momentos tensos. De vez em quando o Sr. Tira-Teima ainda dá as caras nas histórias do Hulk.

 Em algumas fazes do personagem, os dois Hulks se tornaram entidades fisicamente separadas de Bruce Banner. E em muitas dessas ocasiões, eles saíram no braço, sobrando para o frágil Dr. Banner apartar a briga.

Na última década, a Marvel, investiu muito nas famílias de vários de seus personagens. Nesta “brincadeira” a editora criou diversos personagens a partir da radiação gama, incluindo o poderoso Hulk Vermelho, ou simplesmente Rulk.


29 de agosto de 2011 — 09:31

Quando um Homem perde a sua cueca por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos    

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Quando Você pensa no Superman, qual é a piada mais óbvia? A “cueca vermelha por cima das calças”?

Pois então trate de arrumar outra coisa para tirar sarro. Meses atrás a editora DC Comics anunciou uma reformulação total de seus títulos. Na prática, será criado um novo universo, mais ou menos como a linha Ultimate da Marvel, mas substituindo oficialmente o universo principal dos personagens DC.

A partir de setembro, nos EUA, todas (todas mesmo) as revistas voltam ao número 1. Os personagens serão reformulados, suas origens serão re-contextualizadas e seus visuais modificados. E, no meio de todas as mudanças, Kal-el, o “último filho de Krypton”, perderá sua gritante cueca vermelha.

E para ratificar esta mudança, semana passada, a Warner Bros divulgou algumas fotos desfocadas dos sets de gravação de “Superman: o Homem de Aço”, o novo filme do herói que chega aos cinemas em 2013. Nas imagens vemos o protagonista, vivido por Henry Cavill, enfrentando dois kryptonianos. E o que chama a atenção é a falta da tradicional cueca vermelha.

Mas de onde devem ter tirado esta ideia de cueca por cima das calças? Por que será que tantos heróis adotaram este visual?

Minha teoria: os meios de reprodução gráfico eram pouco sofisticados, não permitindo gradientes e tinham uma palheta de cores muito limitada. Então precisava de outros recursos para definir os personagens. Imagino que a cueca sobre as calças era usada para marcar o quadril dos personagens, senão o Superman, por exemplo, seria apenas uma mancha azul.

Conforme a impressão melhorou, e conforme os serviços de pré-impressão ganharam tecnologia, o visual “cuecão” se manteve por tradição, e sua explicação se perdeu no tempo.

E antes do Superman, quando existiam apenas os heróis, o Fantasma já usava sua “cueca interditada”.


16 de agosto de 2011 — 08:21

O Melhor desenhista que conheci lança seu primeiro trabalho por JODF
Assunto: Quadrinhos    

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Pouco mais de um ano atrás falei sobre o melhor desenhista que conheci pessoalmente. Pois Benson Chin acaba de publicar seu primeiro trabalho profissional de história em quadrinhos: Gaffiti: um Conto Urbano traz personagens urbanos como um catador de papelão e seu fiel cão, um velho amargurado e um graffiteiro num cenário de violência urbana, e mostra que a vida pode ser mais leve quando se tem um pouco de magia e arte.

Quem assina o roteiro é outro colega aqui da empresa, Luigi Del Manto, e outros dois graffiteiros também participaram do trabalho, Breno Ferreira e Thiago A.M.S. O livro tem 64 páginas coloridas em papel couchê e foi diagramado num formato horizontal de 27,5 cm × 20,5 cm, como se fosse um muro, e foi lançado semana passada pela editora Devir (para mais informações, visite o site oficial da editora).

Abaixo uma amostra do que está presente no livro:


13 de junho de 2011 — 07:49

O Poeta e os Piratas por JODF
Assunto: Literatura, Quadrinhos    

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Hoje comemoramos os 123 anos de Fernando Pessoa. O grande gênio português comparável a Luís de Camões. Um dos principais poetas da literatura universal.

Numa divertida homenagem prestada a ele em 1987 (imagino que pela proximidade de seu centenário), a edição nº5 da revista Piratas do Tietê tras a história “O Poeta”, escrita e ilustrada po Laerte Coutinho, na qual a tripulação paulistana encontra Fernando (em) Pessoa.

Fernado Pessoa recita trechos de alguns poemas enquanto os intolerantes e desalmados Piratas tentam acabar com ele. Mesmo jogando-o ao rio ou disparando um canhão contra ele, não conseguem matar o “Imortal” Poeta. E o clima poético se espalha pela cidade, contagiando todos os paulistanos.

Mesmo que você não seja muito fã de poesia (como eu não sou), vale a pena ler essa história.


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