Arquivos Quadrinhos - Página 3 de 5 - JODF — Portfólio online JODF — Portfólio online
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11 de maio de 2011 — 08:13

Outra série marcante dos anos 90 por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV    

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Outra série animada marcante dos anos 90 foi Batman (the Animated Series). Inspirada nos filmes do Morcego dirigidos por Tim Burtom, numa Gotham City Art Noveaut, a série trazia muita ação com personagens com cara de desenho animado. Os roteiros e direção eram de Paul Dini e o design de personagens e cenários de Bruce Timm.

Batman: a série Animada criou um universo próprio. Embora possuíssem toda tecnologia e conforto dos anos 90, o visual era bem anos 40. Os  bandidos tinham cara e roupas de Al Capone.  Os carros eram antigos. Os prédios sombrios.

Os principais inimigos dos quadrinhos estavam no elenco. Outros foram incorporados. Alguns, como a Arlequina, fizeram o caminho oposto, da TV para as HQs.

Já do lado do ‘bem’, no início era só o Batman. Sem Robin ou Bat-moça Com isso os policiais ganharam destaque. Harvey Bullock provavelmente foi o mais emblemático, depois do Comissário Gordon. Posteriormente, Surgiu um Robin. Que se tornou o Asa Noturna. a Batgirl também entrou na história. Outro Robin surgiu. E quando se percebeu, um novo universo paralelo do morcego surgiu.

A partir daí a DC e a Warner criaram uma série semelhante para o Superman. E novos personagens foram incorporados, como o Lanterna Verde, o Lobo e o Flash. Em um ou dois episódios o Cavaleiro das Trevas e o Homem de Aço se encontraram.

E nos anos 2000, novas série foram anexadas a este universo, como Super Shock, Batman do Futuro e Projeto Zeta. Atingindo o auge com a série da Liga da Justiça, que trouxe episódios duplos, mega-sagas e outros conceitos dos quadrinhos para a TV. E tudo com personagens com cara e proporções de desenho animado.

Recentemente, a DC Comics retomou o conceito de ‘Terras Paralelas’ que ela abandonara vinte anos antes. Este conceito diz que existem diversas cópias inexatas do universo, com diferentes versões de seus habitantes. Diversas minisséries e histórias especiais ocupam parte desses mundos paralelos. Outros foram usados para introduzir personagens de outras editoras à DC. Existem ainda os mundos criados para dar sentido à trama.

Algumas dessas Terras Paralelas (num total de 52) ainda estão ‘vazias’. Quem sabe uma delas não está reservada para esse pessoal da TV?


9 de maio de 2011 — 08:32

E foi assim que comecei a ler comics por JODF
Assunto: Jogos & Games, Quadrinhos, TV    

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Foi em meados da década de 1990 que descobri o que era X-Men. Antes disso, X-Man era um jogo pornográfico do Atari, que eu sempre ouvia falar, mas nunca joguei.

Durante os anos 80 e 90 assisti muitos desenhos animados de super heróis. Superman, Superboy, o Incível Hulk, o Coisa, Homem-Aranha, Homem-Aranha & Seus Amigos, Super AmigosSuper Powers, Tarzan e Defensores da Terra foram algumas séries que lembrei para citar. O problema era que elas se perdiam no meio de muitas outras estreladas por super heróis que nasceram para a TV e não para HQs, como He-Man, Space Ghost, Herculóides, Homem Pássaro, Thundercats, Silver Hawks, os Centurions, sem mensionar os japoneses.

Até sabia que existiam histórias em quadrinhos de super heróis, mas o que eu realmente gostava era Turma da Mômica. As vezes lia alguma coisa diferente, como Turma do Arrepio ou Chaves & Chapolin, mas o que comprava com mais frequência eram as publicações do Maurício de Souza. Não mensalmente, pois se tratavam de histórias curtas e fechadas, sem repercussões futuras ou grande complexidade. Não desmerecendo. Eram produtos interessantes, com um propósitos de entretenimento bem definidos.

Voltando ao jogo do Atari, na locadora perto de casa, onde alugávamos cartuchos para Nintendinho, surgiu um tal de X-Men. Nem me lembro para qual aparelho era, mas especulávamos sobre o possível conteúdo erótico do game. Questionavamos se o cara com uma máscara amarelas com duas pontas pretas era o ‘X-Man’. Uns diziam que Tinha putaria. Outros achavam que eram apenas super-heróis. Numa terceira teoria, eram super-heróis que transavam durante o jogo.

E derrepente o Xou da Xuxa anuncia novas atrações. Novas brincadeiras e novos desenhos. Um deles era o tal do X-Men. Então descobri como era uma série de super-heróis mais adulta (mas sem erotismo). Diferente de todas aquelas que citei anteriormente, X-Men era bem menos ingênua. Lidava com traição, violência, intolerância. Mas também trazia valores como amizade, diplomacia e compaixão. Era uma série digna dos conceitos da 4ª Era dos Quadrinhos.

Mas um dia a temporada acabou. E conversando com colegas na escola, descobri que o que via na TV não era exatamente como os personagens foram concebidos nos quadrinhos. Muita coisa fora adaptada para criar uma série coerente. Mas a excencia se preservara na animação.

Foi então que um amigo da vila apareceu com um gibi  “Wolverine vs. Wolverine” (nº 32) que ele ganhou da tia dele. Eu o li, e demorou um pouco para assimilar o que estava acontecendo.

Comprei então o Nº 75 da revista X-Men. Li a primeira a história que tinha o Ciclope, a Jeam Grey e o Fera, com roupas diferentes da TV, mas eram eles e ponto. Então fechei o gibi. Só na edição seguinte que entendi que aquela equipe era a X-Factor, e que aquela história mostrava a origem do ‘viajante do tempo’ Cable, mesmo ele não aparecendo.

Ainda no nº 76 descobri que os X-Men e todas as equipes mutantes passaria por uma grande reformulação. O lendário Chris Claremont deixaria o título, e Jim Lee, que já desenhava as histórias da ‘Equipe X’ principal acumularia a função. a edição 77 marcou a transição. Depois disso novas equipes se formaram, e os principais personagens começara a usar uniformes iguais os do desenho animado.

Obs.: como as histórias em quadrinhos eram publicadas no Brasil com uma defasagem de 4 anos, era o desenhos animado que copiava o visual das HQs. Mas graças a TV, e aos jogos de fliperama, esse é o visual que muita gente lembra quando se fala de X-Men.

A partir daí, comecei a ler outros títulos da editora Marvel, a revirar sebos e acompanhar, através de conversas com amigos, as histórias da editora DC.

Parei de ler Marvel, quando a Abril resolveu tirar aquele atraso de quatro anos, aumentando a quantidade de publicações especiais e extras. Era moleque e não tinha dinheiro pra tanta coisa.

E foi assim que comecei a ler comics.

Anos mais tarde desisti de retomar a leitura do Universo Marvel e comeceia a comprar títulos da DC. Mas essa história fica pra outro dia.


6 de maio de 2011 — 07:46

Uma promessa que a DC não cumpriu por JODF
Assunto: Cinema, Design, Quadrinhos    

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Outro dia postei aqui minha frustração (e de milhões de outros fã) quanto ao tratamento visual dado ao filme do Lanterna Verde pela Warner e pela DC. E por que retorno a este assunto hoje?

Quarta-feira, estava assistindo o último trailer (diário) do filme quando revi esta foto. Este é o estande que a DC e a Warner montaram para o Lanterna Verde na Comic Con 2010.

A Comic Con é a maior feira de quadrinhos do mundo. Acontece anualmente na cidade californiana de San Diego, nos EUA. Sua importância é tão grande que entrevistas e bate-papos com personalidades dos quadrinhos acontecem diariamente. Atores e equipes de produção de adaptações para TV e cinema são apresentados e falam de seus projetos. trailer exclusivos são exibidos. É onde todas as novidades são reveladas.

No espaço dedicado à produção ainda expuseram o “corpo original” de Abin Sur usado nas filmagens, aquele E.T. roxo que entrega o anel à Hal Jordan.

Então tudo indicava que usariam no filme um modelo idêntico ao da lanterna dos quadrinhos.

Como disse outro dia, trata-se de um objeto inexistente com o qual crianças cresceram sonhando com o dia que ele se tornaria real. E aquela primeira foto só aumentou as expectativas e as frustrações de todos os fãs da Tropa de Oa.

Apesar do visual não ajudar em nada, espero que o roteiro seja bom, eue a história seja bem adaptada e que pareça tão divertido quando os trailer sugerem.

Lanterna Verde, o filme estreia no Brasil dia 19 de agosto, meu aniversário.


4 de maio de 2011 — 08:10

Uma série muito antiga do Lanterna Verde por JODF
Assunto: Quadrinhos, TV    

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Vem aí o filme do Lanterna Verde. Muita gente que nunca leu quadrinhos questiona a escolha de um branco para o papel principal. Isso porque, o último Guardião do setor 2814 a ficar famosos foi John Stewart, um arquiteto, ex fuzileiro naval negro. Ele foi o representante de Oa nas séries animadas Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites, além de fazer umas duas ou três aparições na série  do Super Shock.

Mas esta não foi única aparição de um Lanterna Verde em desenhos animados:

Ainda este ano estria uma nova série animada com o Lanterna, em CGI, no Cartoon Network, com aventuras de Hall Jordan (o do filme) e da Tropa.

Também em 2011, sai a minissérie animada Green Lantern: Emerald Knights, em DVD e Blu-ray, trazendo histórias curtas, com aventuras solos dos principais membros da Topa dos Lanternas Verdes. Voltando um pouco no tempo, temos ainda o longa animado em DVD o Primeiro Voo, com o que deve ser uma prévia da história do filme.

Lanternas Verdes apareceram ainda nos DVDs Liga da Justiça: a Nova Fronteira, Crise em Duas Terras e Super Heróis Unidos.

Hall Jordan ainda participou das séries animadas Super Amigos e Super Powers (também chamada de Super Amigos no Brasil). Sem contar sua participação em um episódio de Duck Doggers, onde o Patolino empunha um Anél Energético.

Recordei tudo isso, porque ontem descobri uma série muito antiga, com copyright de MCMLXVII (1967) estrelada por Hall Jordan. Ela deve ter sido um fracasso tão grande que nem encontrei registros no Internet Movie Data Base (imdb.com). Mas apesar da simplicidade da animação e ingenuidade da história, achei o primeiro episódio legal até.

Confiram.


13 de abril de 2011 — 08:11

E quem é Joe Bennett? por JODF
Assunto: Quadrinhos    

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Segunda-feira postei toda minha indignação por alguém atribuir a Rob Liefeld um desenho bem feito. Mas admito que também errei a autoria da imagem. Perguntei se quem fez aquela Mulher-Maravilha foi Joe Bennett. E precisei do Google para descobrir o verdadeiro autor.

Mas afinal, quem é Joe Bennett?

Joe Bennett, ou Bené Nascimento, é um desenhista brasileiro, famoso por desenhar a mulherada bem gostosa. Ele já trabalhou na Marvel, mas confesso que não conheço o que ele fez por lá.

Mas tenho acompanhado bem o trabalho dele na DC Comics. Ele já já passou pelos títulos da Liga da Justiça, dos Titãs (inclusive na interligação com A Noite mais Densa) e Novos Titãs, da Tropa dos Lanternas Verdes, das Aves de Rapina,  da Mulher-Maravilha e vários outros.

O que chama a atenção no trabalho do cara é realmente o detalhe já mencionado: os corpos femininos. São bem desenhados e bem proporcionais. Sem exageros gritantes, como vemos outros artistas fazendo.

Observando alguns desenhos de Bennett, percebi que o estilo dele é bem diferente do estilo de Jamie Tyndall:

  • As mulheres de Tyndall são mais delgadas, magrinhas e frágeis, bem ao estilo de manequim de passarela.
  • Já as de Bennett são mais encorpadas, com corpos mais adequados à porradaria do dia a dia de uma heroína, mantendo bem a feminilidade e sensualidade. São do tipo que posariam na revista Sexy.

11 de abril de 2011 — 08:16

A Mulher Maravilha e o Capeitão América por JODF
Assunto: Internet, Quadrinhos    

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Outro dia estava olhando as fotos de uma “amiga” no Facebook, quando encontrei esta capa da revista Rolling Stone. Exceto por uma pinta no rosto, a ilustração da Mulher Maravilha se parece muito com ela. Como a menina é modelo profissional, deduzi que ela fora a inspiração da Pin Up.

Então perguntei se o autor da imagem Joe Bennet, brasileiro famoso por desenhar as heroínas da DC Comics bem gostosonas. Logo abaixo da minha pergunta uma moça comentou: “parece a arte de rob liefield. Uma afirmação de quem certamente não tem noção alguma do que é história em quadrinhos de super-heróis.

Não que eu ache que alguém é obrigado a conhecer qualquer coisa que não goste. Mas este foi um grande chute, um chute na canela, daqueles que fraturam a tíbia. Provavelmente arriscou citar o único desenhista que conhecia apenas por nome. Pois se conhecesse o trabalho do cara, nem pensaria nele ao ver esta imagem.

Não critico que ela tenha errado o artista, pois eu também errei. Lei quadrinhos tipo ‘comics’ a 15 anos pelo menos, e são poucos os artistas que reconheço só de olhara. Mas mesmo assim, senti-me obrigado a descobrir o verdadeiro autor desta capa e postei o seguinte comentário:

Nem Joe Benet, muito menos Robi Liefield (ele jamais desenharia um corpo tão proporcional, o cara é um lixo).
Quem fez esta capa foi um cara chamado Jamie Tyndall. o Sujeito é expecializado em desenhar pin ups de super-heroinas para revistas que não sejam de quadrinhos.
Confiram o portifólio dele http://www.jamietyndall.com/comicbookart/portfolio/

Nunca tinha ouvido falar em Jamie Tyndal. Fiz uma busca a partir da imagem no Google e achei o portifólio dele. O sujeito não trabalha com quadrinhos, apenas com revistas editoriais. Por isso não consta nenhuma referência a ele no GuiadosQuadrinhos.com.

Mas agora você me pergunta: “você não exagerou? Por que desmentir alguém que você nem conhece?”.
Não não é exagero. Embora não me parece que Jamie Tyndal dê conta de desenhar as 20 páginas de uma história completa em menos de um mês, o cara ‘manda bem’. Não merece ser comparado ao senhor Rob Liefeld.

Veja a imagem mais icônica desenhada por Liefeld: O Capitão América numa importante saga da Marvel chamada “Os Herós Renascem”.

Esse desenho, em particular, é tão disforme que ficou conhecida no Brasil como “Capeitão América”. E se você procurar, encontrará uma imagens que mostra o “Capeitão” ‘pelado’, demonstrando o quanto é absurda a anatomia humana (ou mesmo a super-humana) sob o lápis de Rob Liefeld.

Liefeld é famoso por colocar músculos onde não existe, desenhar bocas com pelo menos 60 dentes pontudos e por representa as cabeças dos personagens menores que os punhos. Por isso é batante ofensivo para qualquer artista mais ou menos ser comparado a ele.

Outra curiosidade sobre “Os Herós Renascem”: anos atrás, na principal convenção de quadrinhos do mundo, a Comic Con San Diego (EUA), Liefeld participava de uma sessão de autógrafos, quando um cara enfrentou fila só para reclamar do péssimo trabalho que ele fizera na série. Depois de algum bate-boca, o ‘fã’ saiu do local.

Mais tarde o sujeito voltou à mesa de Liefeld com um exemplar de um livro com dicas de desenho de um mestre da Era de Prata chamado John Romita. Ele entregou o volume a Liefeld e disse: “um presente pra ver se você aprende a desenhar”.

Com tudo isso, agora você pergunta: “se é assim, por que alguém paga pra este sujeito desenhar”?
Sei lá… Talvez ele tenha umas duas ou três irmãs muito gostosas…


6 de abril de 2011 — 07:40

A Lanterna e o Martelo por JODF
Assunto: Cinema, Design, Quadrinhos    

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Outra coisa que podemos observar bem no vídeo (postado segunda-feira) é a Bateria Energética.

Concebida originalmente como uma lanterna ferroviária a carbureto, durante a Era de Ouro dos Quadrinhos, ela deu nome ao personagem. Já na década de 1960, durante a Era de Prata, foi reestilizada e ganhou a função de recarregar os anéis dos Lanternas Verdes. Uma terceira versão foi adotada na década de 1990. Mas hoje prevalece o ‘design’ dos nos 60.

Trata-se de um objeto com uma forma consagrada a quase meio século. Gerações cresceram imaginando como seria segurá-la e recarregar o anel, pronunciando o juramento “No dia mais claro/Na noite mais densa/…”.

A lembrança mais antiga que tenho da Bateria Energética vem de uma coleção de bonecos cartelados, chamada Superpowers. Junto à figura de Hal Jordan, vinha um pequeno lapião redondo, o qual me perguntava se o personagem materializava-o com os poderes de seu anel. Mas no final dos anos 90, quando comecei a ler Lanterna Verde, descobri que era exatamente o cotrário: o poder do anel vinha da lanterna.

Mesmo com a expectativa de todos para ver este objeto clássico ganhando vida, a Warner e a DC Comics resolveram mudá-la. Essa é uma daquelas atitudes que indispõe os fãs antes mesmo da estreia do filme. Pode apostar que muita gente nem irá ao cinema por causa disso.

Exagero ou radicalismo de minha parte? Veja a nova Bateria Energética abaixo e diga em que ela se parece com a versão antiga ou com uma lanterna ferroviária.

Seria como se a Marvel colocasse orelhas (de arrancar pregos) no Mjolnir, o mítico martelo do Poderoso Thor. Mas a  ‘Casa das Ideias’ não inventa muito na hora de materializar seus objetos: a marreta do Deus do Trovão é exatamente como a que criada por Jack Kirby nos anos 60.

Aliás, repare na caracterização dos objetos e personagens dos filmes da Marvel. São muito mais fiéis aos quadrinhos. Exceto pela franquia dos X-Men, que mesmo assim Ciclope faz uma mensão aos trajes originais perguntando ao Wolverine, quando este desaprova as roupas pretas: “O que você queria? Um colant amarelo?”.


4 de abril de 2011 — 07:23

Quatro minutos em Oa por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos    

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Oa, no centro exato do universo. No local onde ocorreu o Big Bang. Planeta cede da Tropa dos Lanternas Verdes. Agora o lar dos Guardiões do Universo ganha forma num vídeo que a Warner exibiu numa convenção de quadrinhos nos EUA.

Esta prévia não se foca apenas em Hal Jorda. No vídeo vemos e ouvimos Abin Sur, Sinestro, Tomar Re, Kilowog e uma infindável ‘tropa esmeralda’. Também ficou claro que o filme terá um clima bem espacial e uma grande influência visual da ‘Noite Mais Densa’.


7 de março de 2011 — 17:37

Pequenos trajes de combate por JODF
Assunto: Design, Quadrinhos    

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Já ouviu falar da Vampirella? É uma vampira sensual que combate as forças das trevas. Não conheço muito bem ela, mas não tem como ignorar seus trajes.

Sexta-feira, quando um amigo mostrava um livro com versões de vários artistas, de diversas épocas, da Vampirella questioneis: como é possível lutar contra o mal com um traje tão diminuto?

Não foi por moralismo que lancei a pergunta. Já havia pensado nisso em relação a outras personagens, tanto do bem quanto do mal. Embora as roupas da Vampirella use pano insuficiente até para uma rainha de bateria, é funcionalidade que me interessa. Sejam mulheres da Marvel, da DC ou de qualquer outra editora, como é possível sair porrada com “tudo escapando”?

Este “problema” surge por dois motivos:

1· Em nosso mundo ocidental, a mulher deve sempre ser mais sensual que o homem. Repare, por exemplo os uniformes esportivos, principalmente no voley e no atletismo, em quanto os homes usam calções e camisetas folgados, as mulheres usam shortinhos ou biquines e blusinhas justas. Se fosse apenas por conforto por que os desportistas masculinos não se vestem assim também? Ou melhor, você respeitaria o Rodrigão, se ele jogasse de sunguina e babylook? Eu não.

2· No geral, as histórias em quadrinhos são produzidas por homens. E quando se trata de formas femininas, pensamos mais com os testículos do que com o cérebro. Então é inevitável, que na busca por sensualidade, alguns exageros aconteçam.

Mas os desenhistas se esquecem que um uniforme de combate, antes de tudo, deve ser confortável e funcional. E ser funcional, para qualquer roupa, significa cobrir o corpo. Durante a porradaria, quanto tempo levaria para a Vampirella ter o pouco de seu corpo escondido sendo revelado?

Não precisamos de um exemplo tão extremos como ela. Outras heroínas e vilãs de combate direto com uniformes não muito práticos. Decotes exagerados como o da Vixen (DC) e da Rainha Branca (Marvel) não deixariam uma mulher real muito a vontade para trocar puxões de cabelos com a amante de seu marido.

Shorts e maiôs muito cavados também não parecem muito práticos além de não oferecer nenhuma proteção às pernas, para aquelas que não possuam invulnerabilidade.

Até mesmo trajes mais comportados, como o da Mulher-Maravilha, são prolemáricos. Imagine a Princesa Amazona lutando com seu colant tomara-que-caia vermelho e dourado: de repente ela precisa erguer os braços e o que acontece? É só reparar em qualquer mulher com uma blusa ou vestido sem alças, toda hora ela precisa puxar para ajeitar a roupa.

Nos últimos 20 anos, os quadrinhos entraram num questionamento prático. Não moral, como na era de bronze. Mas os fãs se perguntam o quanto seria absurdo um poder, quanto treinamento um homem comum suportaria. Que inventos são possíveis. Quanto tempo demoraria para se perder uma identidade secreta.

Mas os trajes femininos ninguém contesta. A sensualidede acaba prevalecendo. Sem levar em conta que existem heroínas sexys sem exageiros, como a Moça-Gavião, a Mulher-Aranha e a Vampira (X-Men). E, como já disse no início, não é uma questão moral, mas prática. Mas de usar uma roupa confortável adequadamente à atividade.

E para não dizer que não existe nenhum tipo de contestação, uniformes de “meninas voadoras”, como a Supergirl e a Mary Marvel, são alvo de críticas masculinas moralistas, por causa das saias.


4 de março de 2011 — 07:41

Desperdiçando Talento por JODF
Assunto: Quadrinhos — Tags:     

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Lembram-se do Benson? Aquele que é o melhor desenhista que conheci pessoalmente?

Não me lembro se comentei na época, mas ele além de desenhar também grafita. E seu trabalho mais recentente neste campo foi feito semana passada, numa loja de quadrinhos ao lado da empresa onde trabalhamos.

Vingadores by Benson

Um desenho do mestre Jack Kirby, também já citado aqui. Co-criador do Capitão América e os outros personagens ao fundo, além do Quarteto Fantástico, do Incrível Hulk e muitos outros. Ele também criou sozinho Dark Seid e todos os Novos Deuses de Apokólis e Nova Genesis. Um artista incontestável.

Na minha opinião, Benson Chin também é um artista incontestável e deveria ter feito sua própria versão dos Vingadores. Capacidade pra isso ele tem. Perdeu uma ótima oportunidade de expor seu talento e expressar sua arte. Seria um trabalho bem mais interessante que esta já manjada pinup do mestre Kirby. Realmente uma pena.

Ele não ganhou nada para fazer o desenho. Aliás, as pessoas ainda acham que grafiteiro deve trabalhar em troca do mateiral e de um prato de comida.


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