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JODF — Portfólio online

30 de julho de 2016 — 21:39

OSESP: Concertos a Preço Populares na Sala São Paulo por JODF
Assunto: Rock n Roll    

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Essa noite fui a Sala São Paulo. De vez em quando a OSESP se apresenta a R$15,00 o ingresso inteiro. Vale muito a pena!

No programa de hoje:

  • Bethoven: Abertura Egmont, Op. 84 (1810)
  • Joseph Haydn: Sinfonia n°96 em Ré Maior – O Milagre (1791)
  • Johhanes Brahms: Variações Sobre um Tema de Haydn, Op.56a (1873)

21 de abril de 2016 — 23:56

Colocando o Coringa para dançar por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, Rock n Roll    

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Já tem quase um mês que não apareço por aqui. Em 2016 estou negligenciando muito o blog em 2016. Uma série de mudanças na minha vida têm atrapalhado. E o pior que nem é por falta de assunto. Por exemplo, depois de assistir Batman vs Superman a decepção era tanta que pretendia “descascar” o filme aqui. Mas a falta de tempo adiou o post e acabei tirando da pauta.

Estava com muita expectativa para ver  Batman vs Superman. A ansiedade era, guardadas as proporções de idade, a mesma que tive quando criança para a estreia de Batman o Filme, aquele dirigido por Tim Burton, estrelado por Michael Keaton, coadjuvado por Kim Basinger e antagonizado por Jack Nicholson, e ainda deu origem à aquela série animada dos anos 90.

Eu era criança e, meses antes da estreiado filme, já estava alucinado. Via na TV todas as reportagens sobre a produção. Acompanhei a polêmica sobre a ausência do Robin. E principalmente pedia ao meu pai que comprasse todos os itens relacionados ao “Batman Preto” (o dos desenhos ainda era azul com a barriga cinza). Ele chegou a comprar uma camiseta preta e duas azuis marinho (uma delas para o meu irmão) e mandaria pintar o símbolo amarelo, mas nunca rolou. Com trocos de padaria, comprei chaveiros de EVA que desencaixavam o morcego do centro.

O único produto oficial que ganhei antes da estreia foi o disco de vinil da trilha sonora. O LP tinha capa dupla (uma dento da outra) e era repleto de músicas alegre e dançantes, cantadas por um cantorzinho de voz aguda. Eu, meus irmãos e amolecada da rua pirávamos com aquele som.

Quando o finalmente assisti o filme, adorei de tudo, desde o “I’m Batman” até o Bat-jato pairando em frente à lua, e claro o “três-oitão” do Coringa. Foi o primeiro filme de super herói que assisti no cinema (os “Supermen” só assisti na TV). Mais velho, quando já estava imerso no Universo DC, me dei conta de como aquela adaptação foi fiel (claro que a HQ também copiou muita coisa do longa metragem).

Lembrei de tudo isso hoje, porque logo cedo soube da morte daquele cantorzinho de voz aguda que fazia a molecada pirar. Digo cantorzinho porque ele tinha só um metro e sessenta, não porque tinha pouco talento. Aliás, ele é recordista em indicações ao prêmio Emmy. Sobre todas as polêmicas que esse cara se envolveu e tudo de bom que ele fez e conquistou você já viu e ouviu o dia todo em todo lugar. Eu prefiro lembrar do Prince colocando o Coringa para dançar.

BATMAN 1989 VS PRINCE TRUST from Denis Gilbert on Vimeo.


12 de janeiro de 2016 — 15:21

O cara que virava coruja por JODF
Assunto: Cinema, Rock n Roll    

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Não me lembro quantos anos eu tinha quando minha tia levou minha irmã e eu para ver um filme que me deu muito medo. O que me apavorou não foram os monstros que habitavam o labirinto, mas o cara que virava coruja e sequestrava o bebê.

Apesar do medo, não saí traumatizado do cinema. E, embora fosse muito pequeno, até hoje sou fascinado pela Jennifer Connelly.

Na época nem percebi que o homem-coruja tinha um olho de cada cor. Na verdade só soube disso quando já era quase adulto. Também descobri que ator também era um cantor muito famoso pelas transformações de radicais visual durante a carreira. Mas o que mais me impressiona nele até hoje é a sua habilidade para mudar a voz. Só de ouvido, você não diz que o interprete de Space Oddity é o mesmo de Let’s Dance. Por tudo isso, o sujeito ficou conhecido como “O Camaleão do Rock.

Assim como o LemmyDavid Bowie também morreu de cancer logo depois do seu aniversário. Ele nasceu num dia 8 de janeiro e morreu no último 10 de janeiro, dois dias após lançar seu último disco.


5 de janeiro de 2016 — 22:39

Eu pensei que fosse Los Hermanos por JODF
Assunto: Outros/Diversos, Rock n Roll    

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Estava dirigindo hoje quando a 89 tocou uma música totalmente desnecessária. Ela dizia no começo “Moça desce da sacada/Você é muito nova para brincar de morrer”. Uma letra tão deprimente, acompanhada de uma melodia tão tediosa que eu pensei que fosse Los Hermanos.

Tudo bem, entendo perfeitamente que Depressão é uma doença devastadora e que ainda é encarada com muito preconceito. Muita gente ainda acha que é só frescura. Mas não é algo que passa com uma churrascada com a galera. Precisa de tratamento com medicamentos, grupo de apoio, acompanhamento médico e, em casos extremos, com internação. Na minha vida conheci algumas pessoas que sofreram deste mal. Felizmente nenhuma delas se matou por isso.

Sei que muita gente adorará (ou já adora) essa música que ouvi hoje. Mas eu não. Ela não tem nada de positivo. Nada. É só um monte de versos baixo-astral. Não imagino como ajudaria a elevar a auto-estima de alguém. É uma Merda com “M” Maiúsculo.

Você pode até argumentar que o sofrimento sempre fez parte da música ao longo da história. E eu respondo que as melhores e as de maior sucesso, os grandes clássicos de qualquer gênero (qualquer um mesmo) abordam a dor, a angústia, o desespero, a tristeza, a mágoa e tudo mais que causa sofrimento. Seja um típico chifre sertanejo ou os tiros da Quinta Sinfonia, todo mundo enche os pulmões e canta junto quando a desgraceira de alguém começa a tocar. É fácil se identificar ou se compadecer com um artista que tenha o mínimo de carisma e a letra expressa um pouco de esperança.

A dura verdade é que a vida de todo mundo é uma grande bosta. Não só a minha ou a sua. Não só a dos humanos, dos mamíferos ou dos animais Mas a de todos os seres vivos da Terra (e provavelmente de outros planetas habitados no universo). Vale para qualquer religião, incluindo o Ateísmo. Todos precisam lutar diariamente para se alimentar, sem virar alimento de ninguém. Mesmo quem leva uma vida perfeita um dia se depara com o sofrimento alheio e começa a se sentir culpado por algo que acha que se omitiu inconscientemente.

A grande evidência disso é a grande pergunta: “Qual o Sentido da Vida?”. Não basta viver. Se não souber o porquê não adianta.

E é essa busca sem fim que torna o sofrimento tão atraente. É isso que leva tanta gente aos estádios quando o seu time está prestes a cair. É o mesmo motivo que faz o tráfego quase parar numa rodovia para ver um acidente. A procura do Sentido da Vida alimenta o sadismo, o masoquismo e a própria paixão. Se dói é porque está vivo.

Quanto àquela música que ouvi no carro, chegando em casa pesquisei o seu nome (e descobri que não é do Los Hermanos). Minha intensão quando comecei este post era fazer uma crítica musical (o detoná-la, para ser mais preciso). Mas chego à conclusão que ela não merece ser mencionada. E não precisará da minha aprovação para cair na boca da galera. É o tipo de merda que as pessoas que se definem como “intelectualizadas” ouvem. Não é do tipo que os boçais e os medíocres usam para chorar um chifre ou um pé na bunda. Não fala de um sofrimento fundamentado. É só a tristeza motivada pela própria tristeza.


29 de dezembro de 2015 — 11:02

O Lemmy morreu por JODF
Assunto: Rock n Roll    

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O cara completou 70 anos de idade no último dia 24, na véspera de Natal. Então não estranhei o tanto fotos dele no FB ontem a noite antes dormir. Pensei que ainda estavam repercutindo comentários e curtidas pelo aniversário.

Ao acordar hoje, descobri que o Lemmy morreu de um cancer diagnosticado no sábado. Ele soube do tumor exatamente dois dias após o seu aniversário e exatamente dois dias antes do seu falecimento.

Uma das minhas frustrações em 2015 foi justamente o cancelamento do show do Mothörhead. Os organizadores do Monster disseram que o Lemmy passou mal pouco antes de subir ao palco. Muitos que estavam na plateia temiam que ele não sairia vivo do Anhembi. O cara sempre abusou de mais da própria saúde: era diabético, alcoólatra, usava marcapasso, fumava e cometia todo tipo de excesso que um corpo mortal não suportaria.

Na verdade o cara era tão podre que todo mundo, inclusive eu, acreditava que fosse imortal. Pensávamos que ele fosse como o Lobo, que foi expulso do céu e do inferno e era obrigado a permanecer vivo por toda a eternidade.

Vinte dias atrás escrevi um sobre a amizade que existia entre o lider do Mothörhead e os Ramones. Agora Lemmy se juntará a Joey, Johnny, Dee Dee, Tommy e vários outros que “não prestavam aos olhos de quem curte Beatles”, num lugar onde certamente também irão parar todos os membros e ex-mebros do KISS e do Iron Maiden (exceto o Blaze Bale). E certamente, seja onde for este lugar, com certeza será o pedaço mais da hora do próximo ‘plano existencial’.

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24 de dezembro de 2015 — 17:58

Ode à Alegria por JODF
Assunto: Rock n Roll    

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Já que semana passada falei tanto de Beethoven, hoje falarei sobre o Quarto Movimento da Nona Sinfonia, também nomeada Ode à Alegria. Essa é a musicalização do poema À Alegria, de Friedrich Schiller, um dos dois Poetas da Terra, de Weimar (o outro era o Goethe).

O poema foi escrito em 1785 e a sinfonia finalizada em 1824. Essa música serviu como hino em algumas Olimpíadas, quando a Alemanha ainda dividida atuava como uma só (exatamente como fizeram as duas Coreias nas últimas edições dos jogos). Também foi adotada como Hino Nacional oficial da Rodésia (atual Zimbabwe), quando declarou independência da Grã-Bretanha.

Em 1972, o Conselho da Europa também adotou essa composição de Beethoven como seu hino oficial. Posteriormente, a União Europeia confirmou Ode à Alegria como hino do Velho Continente, inclusive sendo executado no lugar dos hinos nacionais dos países membros da UE em solenidades oficiais.

E como hoje é (véspera de) Natal, usarei o Quarto Movimento da Nona Sinfonia de Beethoven, interpretado por dez mil vozes, para desejar uma boa noite a todos.


18 de dezembro de 2015 — 21:57

Concerto Triplo para Violino, Violoncelo, Piano e Orquestra por JODF
Assunto: Rock n Roll — Tags: ,    

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Já que compartilharei os vídeos da Filarmônica Jovem de Bogotá, também acho justo postar algo relacionado à Filarmônica de Montevideo. Mas era proibido filmar ou mesmo fotografar qualquer apresentação dentro do Teatro Solis. Então abaixo compartilho a peça de Beethoven que assisti no Uruguai, o Concerto Triplo para Violino, Violoncelo, Piano e Orquestra, interpretado pela Sinfônica da Galicia.


09:26

A Sinfonia da Surpresa por JODF
Assunto: Rock n Roll — Tags:     

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Já que ontem postei o vídeo da Quarta Sinfonia, então por quê não postar também o da Sinfonia da Surpresa, de Joseph Haydn?

Também fiz esta gravação na porta do Teatro Municipal de Bogotá na quarta-feira, dia 4 de junho de 2014, durante a apresentação do Projeto Música para Transeuntes. Como outra vez a intenção era enviá-lo por WhatsApp, ele também tem só um minuto e meio.


17 de dezembro de 2015 — 21:38

A Quarta Sinfonia por JODF
Assunto: Rock n Roll — Tags:     

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Durante minha passagem por Bogotá, eu vi uma apresentação da Orquestra Filarmônica Jovem no meio da rua. Falei disso na época, no meu diário de viagem. Na ocasião, ilustrei o post com uma foto, mas filmei um pequeno trecho do Último Movimento da Quarta Sinfonia, de Beethoven e da Sinfonia da Surpresa, de Joseph Haydn. Cada um dos vídeos tem apenas um minuto e meio, pois a intensão era enviá-los a algumas pessoas pelo WhatsApp.

Aproveitando que hoje completam-se 245 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven, hoje compartilho o pedaço da Quarta Sinfonia que registrei na Colômbia.


9 de dezembro de 2015 — 22:46

Monstro falando de Monstro por JODF
Assunto: Rock n Roll    

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Lembram-se quando fui ao festival Monsters of Rock e contei que houve um show cancelado? A banda que não subiu ao palco, como já dito, foi o Mötorhead, uma banda formada em Londres no ano de 1975. Essa foi mais ou menos a mesma época que o Punk Rock começou.

Embora o trio britânico pertença ao Heavy Metal, essa é o grupo headbanger mais curtido pela galera do punk. Lemmy Kilmister e seus companheiros influenciaram (e foram influenciados pelo) o cenário underground nos dois lados do Oceano Atlântico. Os Ramones, por exemplo, tinham grande amizade com o Möthorhead.

Dessa amizade, em 1991, surgiu uma homenagem: R.A.M.O.N.E.S., lançada no álbum 1916, do Mötorhead. A letra é simples, mas cita nominalmente todos os integrantes que passaram pela banda que nomeia a música, menos o Richie que saiu brigado (um dia eu conto essa história.

Ao lançar o álbum Adios Amigos, os Ramones anunciaram o término da banda. E eles já estavam na sua última turnê quando resolveram retribuir a homenagem do Mötorhead, gravando a música. Essa faixa (junto com outra) saiu como bônus de estúdio numa pequena coletânea ao vivo, chamado Greatest Hits Live.

Os Ramones encerrar a carreira na edição novaiorquina, de 1996, do festival Lolapalooza, (isso mesmo: OS RAMONES TOCARAM NO LOLAPALOOZA!). Naquele show, os caras receberam alguns convidados: Dee Dee Ramone (ex-baixista da banda), Lars Frederikster e Tim Armstrong (do Rancid), Eddie Veder (do Pear Jam) e o próprio Lemmy Kilmister fazendo um dueto com CJay (e os dois mandaram muito bem).


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