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JODF — Portfólio online

19 de março de 2016 — 15:14

Cadê a Venezuela? por JODF
Assunto: TV    

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Na edição deste sábado do Jornal Hoje, na Globo, durante a exibição de uma matéria sobre o encontro de juízas eleitorais em Brasília, um mapa mundi foi usado para comparar a participação de mulheres no parlamento de alguns países. Um detalhe pequeno mas muito simbólico chamou minha atenção: apagaram a Venezuela propositalmente do mapa.

Se alguém não acredita, este é o link para assistir a reportagem: http://g1.globo.com/jornal-hoje/edicoes/2016/03/19.html#!v/4895783


19 de janeiro de 2016 — 21:39

Minduim e a Força por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV    

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Passando pelo parque Trianon hoje encontrei uma estátua do Snoopy, o cahorro do Charlie Brown. Semana passada estreou um filme da dupla nos cinemas. Ao ver a figura na Paulista senti algo muito parecido com aquilo que descrevi sobre o novo Star Wars.

Mas o caso do Snoopy é bem diferente do caso de Luke: Charlie M. Schulz não vendeu seu estúdio para uma megacorporação para depois ser chutado de lá. O criador da turma do Minduim aposentou os seus personagens e deixou de produzir as suas tiras diárias em 2000, após 50 anos de publicação. Ele sofria de parkinson e morreu menos de um mês depois.

A história Charlie Brown é a autobiografia de Schulz. Ele realmente ganhou um beagle chamado Snoopy quando era pequeno, depois que um molequinho despejou um balde de areia na sua cabeça. E todos os personagens (ou pelo menos os mais importantes) realmente fizeram parte da sua infância. Por isso antes de se aposentar, o cartunista declarou e testamentou que não queria que ninguém desenhasse ou escrevesse novas aventuras para a sua criação depois que ele morresse.

Também tenho memoráveis lembranças da série “dublada nos estúdios da TVS” e posteriormente redublado pelo Selton Mello. Então entendo toda a nostalgia de todos que se mostraram empolgados com a estreia do filme. Mas até onde eu sei, ele nunca deveria existir, então não tenho nem curiosidade de vê-lo.

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28 de setembro de 2015 — 21:57

A música que acaba com a festa por JODF
Assunto: Outros/Diversos, TV    

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Certa vez vi na TV a Glória Kalil, aquela consultora de moda e etiqueta, dando dicas sobre aniversários. Alguém perguntou a ela qual a melhor forma de impor horário para o fim da festa. A resposta foi “os convidados começam a ir embora após cortar o bolo”. Ou seja, cantar parabéns acaba imediatamente com a festa.

Desde mais ou menos meus treze ou quatorze anos, não suporto “Parabéns pra você”. Nem ouvir  e nem cantar! Ô musiquinha chata…  Isso que a versão que conhecemos é uma tradução de uma original ainda mais sacal em Inglês (com um único verso que se repete indefinidamente).

Seja numa festa de criança ou adulto, fico de boca fechada e não bato palmas. Lembro-me no ensino médio, um professor e alguns colegas começaram a cantar parabéns para mim, e eu saí de fininho durante a homenagem. Num emprego, onde o pessoal comprava um bolo para contar na hora do almoço sempre que um colega fazia aniversário, quando chegou o meu dia, tirei a manhã para fazer serviços na rua e voltei só no meio da tarde (mas não escapei: o pessoal invadiu a minha sala cantando no final do expediente).

No último sábado, aconteceu a festa do primeiro ano da minha sobrinha aqui em casa. Coincidentemente naquela noite, o Cartoon Network exibiu o episódio “Concurso de Canções de Aniversário”, de Apenas um Show. Nesse capítulo Mordecai e Rigby participam de um concurso que escolheria uma música substituta para “Parabéns pra Você”. No desenho, muita gente ficava irritada ao ouvir a canção tradicional. A nova versão, composta pelos protagonistas, emociona todos que a ouvem (mas nós só a conhecemos no final do episódio).

ALERTA DE SPOILER: Durante a final concurso, surge uma figura humanoide macabra com cabeça de bolo: é o próprio “Parabéns pra Você”. Ele canta a sua tradicional canção e hipnotiza a plateia. Enfim, Mordecai e Rigby apresentam sua versão audível ao telespectador (a versão em Português é bem mais legal que a em Inglês). A galera se contagia e sai do transe. O cabeça de bolo amaldiçoa a dupla e se retira.

Ao longo dos tempos, muita gente tentou substituir “Parabéns pra Você”. Com certeza, a Xuxa foi a mais bem sucedida na missão. Mas a versão de Apenas um Show é a mais legal que já ouvi.


2 de fevereiro de 2015 — 08:08

Apenas um buraco por JODF
Assunto: Arquitetura, TV    

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Desde que a Linha 4 Amarela foi inaugurada, o buraco da Estação Pinheiros me causa um estranhamento (muito antes dela entrar na minha rotina). Não só pela sua profundida, mas pela tragédia que marcou a história da sua construção em janeiro  de 2007. Não é exatamente uma sensação mórbida ou aflitiva, apenas um estranhamento.

O episódio Jornada ao Fundo do Poço de Apenas um Show traduz bem o que sinto toda vez que passo pela Estação Pinheiros.


17 de março de 2014 — 08:19

O Chevy 57 por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, TV — Tags:     

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Nem sei há quanto tempo faz que praticamente só assisto o History Chanel. Quase nunca perco os programas daquela turma de Las Vegas.

Seja no Trato Feito, o Mestres da Restauração ou o Loucos por Carros, tem uma cor que é sempre citada: o Azul Chevy 57. Essa mistura de pigmentos recebe este nome em hoenagem ao Chevrolet Bel Air 1957, que tinha uma oção de carroceria pintada com um azul claro, ligeiramente esverdiado.

Sábado passado, fui ao casamento de um amigo e a noiva Chegou num Bel Air azul. Não sei dizer o quanto do carro é original ou mesmo se o carro é mesmo de 1957. Mas apesar de não ter a capota branca como os Chevys originais, era um belo carro estacionado na porta da igreja.

Chevy Bel Air


12 de junho de 2013 — 07:57

Definindo o Amor por JODF
Assunto: Rock n Roll, TV    

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Que Camões o que?! “Fogo que arde sem se ver” é metanol queimando.

Ninguém define o amor melhor que o “primeiro e único” Patolino:

Este foi o 400º post do meu blog.


25 de março de 2013 — 08:03

Nem parece que o vídeo é oficial por JODF
Assunto: Internet, Rock n Roll, TV    

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Este é o fim do mundo como conhecemos (e eu me sinto bem)”, este é o nome (traduzido) de uma música do R.E.M. cujo a letra já foi classificada como a mais difícil de ser cantada, independentemente do idioma. A canção fala exatamente sobre o que diz o título: o colapso da humanidade e a esperança de um recomeço melhor. Tema típico das duas últimas décadas do miilênio passado.

It’s End of the World as We Know It (and I Feel Fine) também tem o vídeo clip mais desconexo que já vi. Não por mostrar coisas que fogem ao tema. No vídeo, um garoto e seu cachorro procuram objetos para se divertirem e numa casa destruída, no meio do nada. Não tem muito jogo de câmera, o cinegrafista segue o menino, mas não interage com ele.

Então por que o vídeo é desconexo? Porque a banda não aparece direta ou indiretamente em momento algum do clip. Uma única referência é feita ao R.E.M., um pequeno panfleto em preto e branco jogado no chão com o nome da banda. Só é possível notá-lo com um “movimento rápido dos olhos”.

Se esse vídeo clip não estivesse no canal Vevo oficial da gravadora EMI, no Youtube, eu teria certeza que ele não faz parte do acervo visual da banda. E aliás, se mesmo assim alguém me dissesse que o vídeo foi feito como um trabalho acadêmico, ou algo do tipo, e não para a divulgação da música, eu acreditaria com certeza.

Ele é realmente muito estranho.


12 de dezembro de 2012 — 07:56

A revista que me constrangeu no trem por JODF
Assunto: Quadrinhos, TV    

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neumanNa noite em que descobri o Apenas um Show, como já narrei no último post, sabia o que estava procurando: a adaptação animada da Revista MAD.

Paródias de filmes, Spy vs Spy, as Marginais do Aragonés e outras atrações deixam o programa bem a cara da revista impressa. Levando-se em conta que a publicação já não é mais como antigamente e que é feita para exibição num canal infantil, a animação é muito engraçada.

Mas engraçada, sem levar nada em conta, era a revista até alguns anos atrás. Também cheia de de paródias de filmes, TV e celebridades, escrachos políticos, Spy vs Spy, as Marginais de Aragonés, Zé José & Zé Mané, MAD Vê…  (por Sérgio Aragonés e outros autores), o Dia a Dia do Circo Garcia (na versão nacional), Respostas Cretinas para Perguntas Idiotas, O Lado Irônico, além é claro das fantásticas Dobradinhas MAD. Isso só pra citar o que dá tempo de lembrar agora. Todo este miolo dentro de uma capa sempre com essa cara ao lado impressa nela.

A MAD era tão engraçada que me fez passar vergonha no trem certa vez: Eu viajava todo sábado de Jundiaí até São Paulo para fazer um curso de 3D Studio Max. Ficava o dia todo na capital e voltava de trem.

Naquela época eu comprava a MAD todo mês. Num certo sábado, enquanto voltava para casa, abri a MAD do mês para entreter a viagem. Na capa da edição: Babaca Street BoiolasSandy & Júnior. Além de detonar a boy band do momento, também era apresentado o “futuro” dos irmãos “Chororó”.

Estava sentado no banco de costas para a janela, mas não no acento do lado da porta. À minha direita, no banco que viaja de costas, estavam duas medinas de cerca de 14 anos. E foi então que comecei a rir descontroladamente no vagão lotado. Eu mal conseguia respirar de tanto rir, mas não conseguia parar de ler.

Como se já não bastasse o meu escândalo, as duas meninas começaram a rir também. Tentavam entender no que eu via tanta graça. A que estava sentada mais perto, aos berros, tentava ler a revista para a outra. Eu até posicionar a revista para facilitar para as duas verem. Mas me sentia tão constrangido com a minha própria atitude que não consegui olhar na cara delas e nem falar com elas.

As pessoas olhavam assustas para nós três tentando entender o porquê de tanto escândalo. E eu não entendia o porquê, apesar de tanto constrangimento, eu simplesmente não guardava a mochila e ficava quieto.

Não me lembro onde foi que as duas desceram. Também não sei se as reencontrei em algum outro sábado. Sei que daquele dia em diante comecei a tomar mais cuidado com as coisas que leio em público: se ficar muito engraçado, eu guardo na mochila, antes que tenha outro ataque de riso e perca o controle.


10 de dezembro de 2012 — 08:16

Eles têm um Master-Sistem por JODF
Assunto: TV    

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Acho que muita gente concorda que ser criança hoje em dia é muito pior do que no “meu tempo”. Poucos são aqueles que podem brincar livres na rua, subir em árvores, jogar bola na rua usando um portão como gol, assistir TV.

 Muita gente colocará a culpa na internet. Outros dirão que foi o “politicamente correto”. “O mundo está mais perigoso” é outra desculpa.

A verdade é que a molecada de hoje não tem mais o direito de ralar os joelhos, queimar a coxa num escorregador sob o sol quente, de quebrar um braço, de tomar pontos, de prender o dedo na corrente da bicicleta, nem mesmo de perder a “tampa” do dedão jogando bola descalço. Me desculpe o termo, mas é um bando de bundas-moles.

A coisa se torna mais gritante quando se liga a TV. Fora o SBT, canal aberto nenhum tem programação infantil. Na última década, os desenhos animados foram se deteriorando. O formato “cartoon-seriado” tomou conta da programação. Copiando o estilo japonês de contar histórias para vender brinquedos, sobraram apenas coisas como Ben-10. Outra opção são animações bem infantis (para menores de 5 anos de idade).

No outro extremo, temos temáticas adultas, que vão desde os Simpsons até South Park, passando por Family Guy e muitos outros.

E os desenhos “sem noção”, como  Tom & Jerry, Pica-Pau e Perna-Longa, com direito a explosões, porradas gratuítas e acontecimentos sem nenhum sentido ou explicação?

Foi numa noite de segunda-feira, quando não tinha nada de bom nos canais que normalmente assisto, que zapiando cheguei ao desenho da MAD, no Cartoon Network. A animação seguer o estilo da revista: parodiando filmes de sucesso, apresentando produtos tipo “Tabajara” e até com as “marginais” de Sérgio Aragonés. É legal, mas limitada pelo “politicamente correto”.

Às 22h30 da quela noite, depois do MAD, quando estava me preparando para dormir, começou Apenas um Show. Uma animação com cenários aquarelados, bichos antropofomórficos como protagonistas, vivendo num parque verde. Parecia algo bem bobinho.

Parecia. Comecei a prestar atenção. Um gaio-azul com 1,80 m (que na verdade seria um passarinho de 10 cm de altura), chamado Mordecai, e um guaxinim baixino, o Rigbi, que ao invés par-ou-impar disputam escolhas trocando socos são os protagonistas. O chefe deles é uma máquina de chicletes chamada Benson. No mesmo parque ainda trabalhar um gorila albino imortal, um tipo de golem gordo, um fantasma, e eum idoso de cabeça gigantesca. Mas o que realmente roubou minha atenção foi isto:

Eles têm um Master-Sistem!

Essa não é a única referência para a minha geração de Apenas um Show. Fica bem claro que esse é um desenho para quem assistia Papa-Léguas, não para quem assiste as o Laboratório de Dexter.

Se você assistia Xou da Xuxa, Bozo e a Hora do Capeta de manha, e Show Maravilha e Clube da Criança à tarde, recomendo dar play no vídeo abaixo.


28 de novembro de 2012 — 07:49

Super-desenhos em domínio público por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV    

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A primeira série animada do Superman, produzida (“in Tecnicolor”) na década de 1940 pelos estúdios Fleisher e distribuída originalmente pela Paramount Picture, agora está em domínio público.

A série, inicialmente feita para o cinema, foi exibida em diversos canais de TV no mundo todo. Os episódios foram relançados em VHS e DVD. Mas agora a Warner os remasterizou e colocou-os no seu canal do Youtube.

São episódios com menos de 10 minutos cada, mas com muita porrada, como costumavam ser as histórias na Era de Ouro dos Quadrinhos.


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