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17 de outubro de 2012 — 08:16

Mas por que a Enterprise tem este nome? por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, Cinema, TV    

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O ônibus espacial Enterprise fora inicialmente construído sem motores e sem o escudo térmico. Não era intenção da NASA mandá-la ao espaço. Era apenas um protótipo para testes de pouso.

Sua construção começou em 1974 e os testes de voo, em 1977. A Enterprise era fixada sobre um Boeing 747 e solta. A descida levava pouco mais de dois minutos e meio.

A NASA inicialmente tinha intenção de mandá-la ao espaço após os testes. Mas a honra de ser o primeiro ônibus “verdadeiramente” espacial coube à Columbia.

Nos anos 80, após a explosão da Chalinger, pensaram em subistituí-la com a Enterprise. Porém a NASA preferiu construir uma nova nave, batizada de Endevour. E o primeiro veículo espacial reutilizável foi mandado ao Museu Aeroespacial da Fundação Smithsoniana, onde ficou até ser trocada pela Discovery.

Beleza. Parece que a história desta nave acumula mais rejeição do que aceitação. Mas por que a Enterprise tem este nome?

Em 1976, quando ainda estava em construção, a NASA recebeu milhões de cartas de fãs da série Jornadas nas Estrelas (ou Star Trek), exigindo que o ônibus espacial recebesse o nome da nave comandada pelo Capitão Kirk na série transmidiática (TV e cinema).

Por “livre e inspontânea” pressão popular, e também por que a série deve ter influenciado muitos dos funcionários a pedir emprego à NASA, deu-se o nome Enterprise ao protótipo do ônibus espacial. Em retribuição, a série citou várias vezes, tanto na TV quanto no cinema, mostrando-a em imagens de vídeo e fotos, além de infogramas cronológicos da história das Enterprises. Ou seja, o primeiro ônibus espacial tornou-se parte efetiva e escencial da série.

Não entrarei em detalhes sobre Jornada nas Estrelas pois nunca fui um grande entusiasta da série.

E após ser “despejada” do Smithsonian, a primeira Enterprise foi levada à Nova York, onde está exposta num museu instalado num porta-aviões da Segunda Guerra mundial, que fica ancorado no lado oeste de Manhatan.

Space Shuttle Enterprise Move to Intrepid (201206060026HQ)


6 de agosto de 2012 — 07:50

O Último Guerreiro das Estelas por JODF
Assunto: Cinema, TV    

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Semana passada estava tomando café da manhã com alguns colegas, quando alguém se virou para uma pessoa da mesa e perguntou o nome de um filme (não me lembro qual). De imediato ele respondeu. Como não era um filme que eu conhecia, resolvi “brincar” e perguntar o nome de outro.

Faz anos que pergunto para todo mundo, desde meados dos anos 90, como se chama aquele filme do carinha que jogava fliperama e é convocado para ser piloto de caça espacial, que ficava um robo no lugar dele na terra, e que a nave dele tinha um botão que nunca poderia ser apertado, mas que ele se vê obrigado a apertá-lo para derrotar a frota inimiga. Meu colega pensou um pouco, puxou pela memória e respondeu “acho que era The Last Starfighter”.

Fiquei impressionado de ver que ele conhecia o nome original do longametragem. Normalmente, quando pergunto, todo mundo sabe de que filme estou falando, as pessoas se empolgam com o assunto, mas ninguém se lembra do nome dele.

Este era um daqueles filmes que passavam na sessão da tarde nos anos 80 e início dos 90. Daqueles que nem passou nos cinemas brasileiros, ou se passou, você não conhece ninguém que o assistiu no cinema. É uma produção daquelas cheias de efeitos especiais que ficaram toscos com o tempo. Não é um daqueles clássicos feitos para cinéfilos ou críticos. É apenas um daqueles muitos filmes legais pra caramba, que molecada assistia antes de sair para jogar bola na rua. Era um daqueles filmes com uma história bastante simples, mas inesquecível.

Com o possível nome, procurei e o baixei ainda durante a semana. Assiti ele ontem. E quando o fime começou, aquele locutor, que dizia “versão brasileira Herbert Richers”, anunciou o título brasileiro: O Último Guerreiro das Estrelas.

Pronto. Finalmente achei! É esse mesmo.


2 de abril de 2012 — 08:35

Apelo Feminino por JODF
Assunto: Branding, TV    

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Alguém saberia dizer algo que tenha mais apelo publicitário que mulher bonita? Tanto faz se você mirar no público masculino ou feminino, adulto ou infantil, uma mulher bonita numa peça publicitária vende qualquer coisa a qualquer pessoa.

Essa foi a estratégia usada pelo canal pago History Channel para promover a terceira temporada da série Estradas Mortais, sub denominada “Andes”, ambientada nas montanhas bolivianas. Esta série coloca caminhoneiro norte americanos (canadensens e estadunidenses) nas estradas mais perigosas do planeta, transportando cargas reais com prazos rígidos.

Na temporada passada, denominada “Alasca”, um grande time de caminhoneiros enfrentou  estradas congeladas no Cículo Polar Ártico. Embora as missões fossem arriscadas, não havia aquele clima de morte espreitando a cada curva.

Já na primeira temporada, ambientada no Himalaia Indiano, três caminhoneiros enfrentavam estradas estreitas no alto de  montanhas, dentro de precários caminhos com cabines de madeira. Enfrentando não só as vias precárias mas também a imprudência e preconceito dos habitantentes locais. Os episódios eram realmente medonhos. O que almentava o “cagaço” era a imagem de um caminhão caindo no precipício, o qual criava-se uma expectativa de ser o veículo de um dos participantes do programa.

Duas semanas atrás, estreiou a temporada Andes. Bem parecida com a primeira, porém gravado na cordilheira sul americana, contando inicialmente com seis caminhoneiros. Além dos três protagonistas do Himalaia e um dos motoristas que acrescidos no Alasca, a equipe conta com dois novatos em estradas assassinas.

Para promover a nova temporada, Estradas Mortais: Andes, como mencionei acima, o History apelou para velha tática da mulher bonita. Mas não usando a imagem de qualquer uma, mas de Lisa Kelly, uma bela e delicada caminhoneira canadense, presente nas nesta e nas fases anteriores do programa.

E o canal não poupou esforços. Lisa participou de várias sessões de autografos pela América Latina, passeou pelas ruas diversas cidades, deu entrevistas e até gravou uma participação para o programa Auto Esporte, da Globo (ainda inédito).

Não sei se isso fecha a ação promocional no Brasil, mas ontem Lisa Kelly participou dum chat com telespectadores brasileiros, no site do History. Imagino que a atividade se repetiu ou se repetirá com o público de outros países.

Com a imagem bela e frágil de Lisa Kelly, bem diferente das “lébicas gordas” que imaginamos quando se fala em “mulher caminhoneira”, o canal a cabo conseguiu conquistar o interesse dos marmanjos e também das senhoritas. Pois ela encarou missões que seus colegas recusaram, tanto no Himalaia quanto no Alasca. É uma mulher de fibra, não uma donzela indefesa.

E sinceramente, as missões nos Andes estão bem mais emocionantes que as missões no Alasca. Ou seja, a série tem conteúdo para justificar tanto investimento publicitário.


29 de fevereiro de 2012 — 07:58

O pai do Barbeiro por JODF
Assunto: Rock n Roll, TV    

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29 de fevereiro só existe a cada 4 anos. E foi num desses dias excepcionais que, em 1792, nasceu o compositor italiano  Gioachino Antonio Rossini.

Quem é esse? É o cara que em 1816 apresentou ao mundo O Barbeiro de Sevilla. Se você considera ópera uma coisa muito chata e distânte de você, pense bem:

Diga que essa música não fica na sua cabeça quando você vai cortar o cabelo.


27 de fevereiro de 2012 — 08:09

Defenda os seus direitos, não os de quem abusa deles por JODF
Assunto: Ciências & Tecnologia, TV    

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Se você assina a Sky TV com certeza já viu a contrária à uma nova lei de regulamentação para TV paga. Este vídeo, de quase 1min 30s, que é insistentemente vaículado em todos os intervalos comereciais de todos os canais, mostra o depoimento do Giba, e outros esportistas patrocinados pela Sky, sobre como as novas regras poderão afetar a programação na televisão paga.

No vídeo eles enfatizam nossa liberdade de escolha. O seja, segundo eles dizem, nós telespectadores assinantes é quem devemos decidir sobre o que queremos ou não assistir. Então eu pergunto: seja na Sky, na Net ou qualquer outra operadora realmente existe liberdade de escolha? Você escolheu cada canal do seu pacote? Seu pacote tem todos os canais que você gostaria? Dos 100 canais quais e quantos você realmente assiste? Quantos canais você nunca sequer assistiu pelo menos por um minuto inteiro? Por quantos canais inúteis a mais você precisaria pagar para ter um único canal que lhe interessa?

Eu trocaria fácil o Multshow, o GNT, o Viva, o Liv, o Discovery Home & Health , o Discovery Kids, o E!, o SporTV 2, o Mega Pix e o Clima Tempo, sem contar inúmeros outros que nem me lembro o nome, todos eles pelo canal TCM caso pelo menos um das perguntas assima eu respondesse como gostaria. Sem pedir abatimento no preço. Uma troca “elas por elas”. Mas não é assim que as coias funcionam.

Existe ainda os canais que aparecem do nada sem que você o solicite. E também têm os canais que estão a anos no seu pacote (que talvez foram o motivo para você escolher um pacote mais caro) que um belo dia somem do seu controle remoto sem explicação alguma.

E não se iluda achando que alguns canais são gratuítos. Até pela programação de TV aberta, aquela que, dependendo de onde você está, consegue literalmente sintonizar usando um clipe aberto como antena, pesa no seu bolso. Ou por que você acha que nem toda operadora oferece a Globo para todas as cidades? Porque não chegaram a um valor satisfatório com a afiliada local.

Esse é o típico comportamento das empresas prestadoras de serviço no Brasil. Nenhuma respeita o consumidor. Ainda mais num caso como este, onde o serviço não é nada essencial, como água, luz ou telefone, ou não é extratégico, como internet banda larga. TV “ à cabo” é puro entretenimento superfluo. Enquanto nenhuma operadora tiver coragem de trabalhar direito, nada muda.

Então senhor Giba, e companhia, eu entendo vocês precisam defender o patrocínio que a Sky dá a vocês. Mas por favor, respeitem nossa inteligência e não digam que temos “liberdade de escolher a nossa programação” porque este direito nos é negado, pelas operadoras, desde o momento em que contratamos a assinatura. E se a Sky ameaça tirar o seu patrocínio é porque o que você faz não é tão interessante quanto você pensa.

Quanto à nova lei, não ouvi falar dela em outro lugar que não fosse no vídeo acima. Não faço ideia se já foi totalmente aprovada no congresso ou se já sancionada pelo poder executivo. Então não dá para afirmar o quanto ruim ela realmente será. E a única coisa que consegui entender sobre ela é que as operadoras sofrerão fiscalização e teremos para quem reclamar dos abusos que a Sky, a Net e todas as outras operadoras cometem contra nós.


15 de fevereiro de 2012 — 08:07

Meus parabéns a um visionário por JODF
Assunto: TV    

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Todo dia, no trecho final da minha volta para casa, quando já acabei (ou me enchi) de ler algum gibi, eu assisto um episódio de Futurama em meu smartphone.

Alguém ainda se lembra dessa série? Futurama estreiou na virada do milênio, em 1999. Como tudo naquela época, a animação apostou na chegada do mítico ano 2000 para atingir o sucesso.

Com temática de ficção científica e enredo de sitcom, a série contava a histrória de Philip J. Fry, um fracassado entregador de pizzas de Nova York que, após um trote telefônico, é acidentalmente congelado. Mil anos ele desperta em uma nova cidade, construída sobre as ruínas da sua aintiga civilização. Fry vê no incidente uma oportunidade para consertar sua vida e tentar ser feliz.

Num cenário totalmente inspirado em clássicos da ficcção científica como Incal (de Jodorowsky e Moebius) e Blade Runner, cheiou de lagostas alienígenas e outros seres estranhos  Fry trabalha para o seu sobrinhos, Professor Hubert Farnsworth, como entregador da Expresso Planeta, junto com seu melhor amigo Bender (um robô alcólatra nada honésto) e Leela (a sensual capitã mutante caolha da nave de entregas).

A série durou apenas quatro temporadas. Mas algumas aventuras extras foram lançadas em DVD. Mais recentemente, uma nova temporada foi produzida para a TV.

Toda esta loucura sai do mesmo lugar que os Simpsons saíram: a cabeça de Matt Groening, que hoje completa 54 anos.

Meus parabéns Matt! E obrigado por tornar meu caminho de casa mais divertido.


5 de dezembro de 2011 — 08:52

O Rato × o Coelho por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV — Tags:     

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Se estivesse vivo, hoje Walter Elias Disney comeoraria seus 110 anos de nascimento.

Quando estava no último semestre da faculdade assisti uma palestra sobre Walt Disney e seus parque, com o representante oficial da marca Disney no Brasil.

Uma história muito interessante contada na  ocasião foi a inspiração para a criação de Mickey Mouse. Segundo o palestrante (do qual já não me lembro o nome), Walt Disney seria o verdadeiro pai do Perna Longa. Segundo a história relatada, Disney criara um coelho malandro. Um amigo dele apresentou o personagem à Warner Bros e se declarou o autor.

Ao invés de processar o estúdio ou quebrar a cara do ex-amigo, Walt decidiu se vingar de um jeito diferente: criando o personagme mais famoso da história da animação.

Mas nem precisa se dar ao trabalho de checar as datas: segundo a Wikipédia e o Inernet Movie DataBase (imdb.com), Mickey Mouse estreiou em 1928, e o Perna Longa em 1940.

Porém, entre 1938 até 1940, a Warner apresentava desenhos estrelados por um coelho branco e muito mais insano chamado Happy Rabbit (a esquerda), considerado o protótipo do Perna Longa. E o Happy Rabbit se inspirava num personagem de Disney chamado Max Hare (a direita).

Mas se prestarmos um pouco mais de atenção nos dois personagens atuais, encontraremos algumas coincidências:

• Embora tenham personalidades opostas Perna Longa é sádico e Mickey um bom menino), ambos são roedores.

• O Perna Longa tem pelagem clara e rivaliza com um pato insano de penas pretas. E o Mickey tem pelos pretos e tem uma amizade tumultuada com o pato de penas brancas. Completam os trios principais um porco gago (na Warner) e um cachorro idiota (na Disney), ou seja, dois mamíferos domesticados.

• Não sei quando, mas há muito tempo a Warmer comprou a DC Comics, a editora do Batman e do Superman. Há pouco tempo a Disney comprou a Marvel Comics, que publica o Homem-Aranha e Hulk. Então até no seguimento de quadrinhso de super-heróis os personagens símbolo de seus estúdios rivalizam.


17 de setembro de 2011 — 12:38

Berlin, primeiras impressões por JODF
Assunto: Arquitetura, Fotografia, Lugares & Fatos, TV — Tags: ,    

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É hora de dizer adeus a Dessau e seguir para o último destino da viagem. Berlin, a capital da república unificada.

Duas horas num trem que parou a cada cinco minutos (não é brincadeira, este era exatamente o intervalo entre as cidades). Finalmete… Este lugar já apareceu no “Obras Incríveis” do canal National Geographic: Berlin Hauptbahnhof.

A Estação Central de Berlin

E como eu vou embora daqui? Este lugar é enorme tem vários andares e várias plataformas. Foi difícil, mas achei a saída para o U-Bahn. E em duas baldiações já deu para perceber: Se Frankfurt lembra São Paulo de uma forma boa, esta cidade lembra SP no que ela tem de pior. As estações fedem mijo, são sujas e pichadas. Bem diferente da estação principal.

Por fim chego ao hostel. É o lugar mais sujo onde já dormi na vida. E o bairo? Parece o Bom Retiro: muitos árabes e lojas de roupa. As ruas são muito, muito sujas. Espero que Beriln não seja toda assim.

Este lugar é o Bom Retiro de Berlin

Mesmo assim, acho que me divertirei por aqui.


16 de junho de 2011 — 07:45

Associando a Música ao Produto por JODF
Assunto: Branding, Rock n Roll, TV    

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Alguém se lembra dessa música tocando num comercial, na década de 1980?

Esse som ficou gravado por anos na minha mente. Não sabia o nome. Não sabia quem cantava. Entendia vagamente um refrão “Body Stray Lie”.

Associar uma melodia a um produto é uma forma bastante eficiente de gravar a marca na mente do consumidor. Sempre que você ouvir a música, e cantar junto, você lembrará daquele produto.

Um dia, passada mais de uma década, voltei a ouvir esta música na Brasil 2000 FM. Tocava até com uma certa fequência.

Isso foi bem na época do surgimento Napster. Então resolvi procurará-la. Tentei todas as combinações possíveis de nomes. Até que vi como se escrevia Suzy Quatro (e não era 4 nem Four). Baixei vários sons. Ouvia alguns trechos. Finalmente encontrei essa batida característica numa música chamada 48 Crash (nada de “Body Stray Lie”).

Parte da busca estava completa. Agora faltava o filme publicitário onde eu a ouvi. Um comercial de tênis (não me lembro se era o Bamba ou o Conga). Havia um sujeito descia uma ladeira num coupé branco (até onde me lembrava era um Puma). Quando o cara pisaria no freio, simplesmente não existia pedal algum. Então a música começava a tocar e ele abria a porta e colocava o pé no asfalto. O carro parou a poucos centímetros de uma ponte caída, graças à excelente qualidade do solado.

Ontem, mais de uma década após baixar a música, finalmente  encontrei o comercial no YouTube.

Pois é… Bem diferente do que eu lembrava. Não sabia nem que o tênis Olympikus já existia naquela época. E nem um acorde de 48 Crash.

Então onde foi que ouvi essa música?

Se alguém lembrar, por favor me conte.


11 de maio de 2011 — 08:13

Outra série marcante dos anos 90 por JODF
Assunto: Cinema, Quadrinhos, TV    

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Outra série animada marcante dos anos 90 foi Batman (the Animated Series). Inspirada nos filmes do Morcego dirigidos por Tim Burtom, numa Gotham City Art Noveaut, a série trazia muita ação com personagens com cara de desenho animado. Os roteiros e direção eram de Paul Dini e o design de personagens e cenários de Bruce Timm.

Batman: a série Animada criou um universo próprio. Embora possuíssem toda tecnologia e conforto dos anos 90, o visual era bem anos 40. Os  bandidos tinham cara e roupas de Al Capone.  Os carros eram antigos. Os prédios sombrios.

Os principais inimigos dos quadrinhos estavam no elenco. Outros foram incorporados. Alguns, como a Arlequina, fizeram o caminho oposto, da TV para as HQs.

Já do lado do ‘bem’, no início era só o Batman. Sem Robin ou Bat-moça Com isso os policiais ganharam destaque. Harvey Bullock provavelmente foi o mais emblemático, depois do Comissário Gordon. Posteriormente, Surgiu um Robin. Que se tornou o Asa Noturna. a Batgirl também entrou na história. Outro Robin surgiu. E quando se percebeu, um novo universo paralelo do morcego surgiu.

A partir daí a DC e a Warner criaram uma série semelhante para o Superman. E novos personagens foram incorporados, como o Lanterna Verde, o Lobo e o Flash. Em um ou dois episódios o Cavaleiro das Trevas e o Homem de Aço se encontraram.

E nos anos 2000, novas série foram anexadas a este universo, como Super Shock, Batman do Futuro e Projeto Zeta. Atingindo o auge com a série da Liga da Justiça, que trouxe episódios duplos, mega-sagas e outros conceitos dos quadrinhos para a TV. E tudo com personagens com cara e proporções de desenho animado.

Recentemente, a DC Comics retomou o conceito de ‘Terras Paralelas’ que ela abandonara vinte anos antes. Este conceito diz que existem diversas cópias inexatas do universo, com diferentes versões de seus habitantes. Diversas minisséries e histórias especiais ocupam parte desses mundos paralelos. Outros foram usados para introduzir personagens de outras editoras à DC. Existem ainda os mundos criados para dar sentido à trama.

Algumas dessas Terras Paralelas (num total de 52) ainda estão ‘vazias’. Quem sabe uma delas não está reservada para esse pessoal da TV?


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