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JODF — Portfólio online

20 de julho de 2015 — 18:19

Um display com avesso por JODF
Assunto: Branding, Design — Tags: , , ,    

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No meio da faculdade fiz uma entrevista para estágio numa importadora de bebidas. Não consegui a vaga.

Cerca de um ano depois, o contratante ligou-me novamente. Voltei à empresa e não recebi um convite para aquela vaga. O contratante fez-me uma proposta para trabalhos freelances. Passei uma semana com ele, recebendo diárias num valor pré combinado, para aprender sobre os produtos dele e como negociar com fornecedores (no meu caso, gráficas).

Combinamos dois trabalhos no período que estive lá: o primeiro foi um adesivo para para-choques (sem grande relevância), que finalizei naquela mesma semana, e o outro, um display de mesa, que comecei lá e terminei em casa.

Recebi uma cópia do manual de identidade visual da Paulaner e uma cópia do catálogo de merchandising (os tenho até hoje) e dois CDs com um enorme banco de imagens oficial da cervejaria.

O catálogo de merchandising oferecia um modelo rígido de display de mesa da cerveja de trigo (Hefe-Weißbier). Era um item legal de mais para alguém não levá-lo embora de um bar ou restaurante. Também era muito caro para ser reposto com frequência. Então o cliente pediu-me para criar uma versão em papel.

Liguei para três gráficas e descobri qual o tamanho mais econômico para um display triangular de mesa. Concluí que o formato ideal para a peça seria de 310 mm × 110 mm aberto. Então dividi essa área em quatro partes: duas maiores para as artes e duas menores para a base encaixada (bolei um encaixe diferente que deixasse o máximo de espaço para as faces diagramadas).

O painel principal do display traria uma foto do Paulaner Biergarten, o jardim oficial da cervejaria, lá em Munique. Além de uma garçonete em trajes bávaros servindo Hefe-Weißbier e as torres da catedral da cidade ao fundo, na imagem também havia um chafariz com a cabeça do monge que era parte do logo da empresa. Em 2011, quando viajei à Alemanha para visitar a Bauhaus, incluí a Bavária no meu percurso só para conhecer este jardim. Paulaner Biergarten.

No verso do display, colocamos o ritual do produto: o processo de  fermentação da Paulaner Hefe-Weißbier criaa um depósito de levedura no fundo da garrafa, então existem instruções para servir a cerveja com a levedura.

Porém o cliente ainda tinha uma preocupação: ele temia que donos de bares virassem o display no avesso e divulgassem promoções da casa nas faces em branco. Então decidimos criar mais dois painéis para o verso do impresso. Atrás da foto do Biergarten, colocamos um pequeno catálogo com todas as Paulaners importadas para o Brasil. A quarta face recebeu um pequeno texto contando a história da cervejaria.

Nas fotos abaixo estão as quatro faces do display. À esquerda de cada uma estão os painéis principais, e à direita os seus avessos correspondentes:

Este foi o motivo que me levou à Munique  As outras duas faces do display Paulaner


9 de outubro de 2014 — 21:08

Pedalando pela Capital Paulista por JODF
Assunto: Outros/Diversos — Tags: , , , , ,    

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Quando cheguei em Frankfurt, três anos atrás, surpreendi-me ao ver bicicletas sendo usadas como meio de transporte. A cena se repetiu em todas as cidades que conheci na Alemanha. Em Berlin encontrei uma estação pública de aluguel de bikes. Na época eu ainda não era “saudável” e não tentei locar uma “magrela”, mas voltei com esta ideia na cabeça: bicicletas como meio de transporte, não como lazer.

Aqui no Brasil, é mais comum vermos bicicletas serem usadas como meio de transporte em cidades litorâneas. Nossos preconceitos nos dizem que “caiçaras andam de bicicleta porque são vagabundos”.

Em Porto Alegre, deparei-me com estações de bicicletas laranjas, patrocinadas pelo Banco Itaú, em vários pontos da cidade (já ouvira falar disso em São Paulo, mas acreditava que estavam disponíveis apenas em finais de semana e feriados). Quando soube que poderia pegar uma bike em qualquer ponto da cidade e devolvê-la em qualquer outra estação, tentei alugar uma para, mas não consegui. O sistema não aceitou o meu cartão. A frustração foi tão grande que acabei comprando minha própria bicicleta no final do ano passado.

Ainda na viagem de 2013, encontrei bicicletas públicas em Buenos Aires e no hostel de Montevideo. Mas a frustração de PoA era tão grande que nem me passou pela cabeça pedalar nessas capitais.

Este ano, já ciclista, quando viajei de férias tive vontade e oportunidade de alugar uma bicicleta em Lima. Mas não tive coragem de pedalar pelo caos que é o trânsito da Capital Peruana.

Meu medo de sufocar na altitude me impediu de fazer o caminho entre Cusco e Aguas Calientes pedalando.

Depois que não consegui o empréstimo de uma bicicleta pública em Bogotá, achei que só pedalaria por uma grande capital se levasse minha Caloi 100 para São Paulo (e sou doido para experimentar uma das polêmicas ciclovias vermelhas de lá).

Semana passada, um comentário de um post sobre as ciclovias de São Paulo que vi no Facebook, alguém mencionou que usava as bicicletas laranjas do Itaú diariamente para descer a Rebolsas.

Ontem, precisei ir à Vila Olímpia, em São Paulo. Antes, queria passar no Paraíso. Planejando a rota entre os dois bairros, percebi que levaria quase o mesmo tempo para ir a pé ou de ônibus. De Metrô e CPTM demoraria mais e ainda caminharia muito.

Então me perguntei: e as bikes laranjas?

Considerando os tempos e distâncias que percorro em Jundiaí e que o percurso, entre o Paraíso e a Vila Olímpia, é praticamente ó descida, concluí que este seria o meio mais rápido de cumprir esse caminho. Não o mais legal. O mais rápido mesmo.

Terça-feira baixei o aplicativo Bike Sampa. Descobri que, ao contrário de PoA, o empréstimo era gratuito. Pesquisei as estações nos dois bairros. E estudei bem o mapa do percurso.

Então ontem, na Rua Dr. Afonso de Freitas, na estação 11, habilitei a bicicleta que estava na posição 1 e #PartiuVilaOlímpia.

Logo na saída parei para regular o banco. O espelho  “era só pra constar” (depois que acostumei com o retrovisor na bicicleta, foi bem aflitivo não ter um que não funcionava). A falta de capacete também me causou estranhamento. Meu estudo do mapa também não adiantou muito: não consegui evitar as vias mais movimentadas e nem lembrar do caminho. Acabei chegando porque segui um rumo instintivo em direção à Pinheiros passando por Moema. E ainda me perdi na Vila Olímpia. Mesmo assim, levei pouco mais de meia hora para devolver a bicicleta na estação 61,  localizada na rua Baluarte, ao lado do campus da Anhembi Morumbi e a poucos quarteirões do meu compromisso.

Finalmente consegui pedalar por uma cidade grande (na maior que conheço)! E sim, foi muito muito legal. E daqui pra frente, considerarei bicicletas públicas como uma opção funcional de transporte em qualquer lugar do mundo.

O meio mais rápido para ir do Paraíso à Vila Olimpia


6 de novembro de 2013 — 08:00

Fotos perdidas por JODF
Assunto: Fotografia — Tags: , ,    

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De vez em quando, fuçando no computador, no cartão da câmera ou no smartphone, encontro algumas fotos perdidas. Muitas vezes não as subi para o Flickr por falta de velocidade no wi-fi de hostels. Em outros casos, não gostei das fotos quando foram tiradas e depois mudei de ideia. E tem também as fotos das quais simplesmente esqueci que existiam.

Muitas dessas fotos perdidas são bem interessantes. Abaixo estão dois exemplos.

Ontem, indo para casa, encontrei no meu telefone uma foto da noite de 19 de agosto em Ushuaia. Naquela noite, saí para tomar um sorvete. Havia Lua Cheia no céu e mais tarde houve uma forte nevasca.

A noite do meu aniversário teve Lua Cheia e nevasca

E em maio deste ano, vasculhando no computador as pastas de backup automático do meu primeiro smartphone, um Nokia 5530, encontrei a foto do 747 que me levou para Frankfurt em 2011. Esta eu nem sabia que eu tinha tirado!

Foi neste 747 da Lufthansa que voei pela primeira vez na vida. Foi uma viagem inesquecível, mas foi só a primeira.


28 de março de 2013 — 07:47

Arrancaram quase cinco metros da História ontem por JODF
Assunto: Arquitetura, Lugares & Fatos — Tags: ,    

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Não adiantou a população protestar: Arrancaram quase cinco metros da História ontem. Foi antes do sol nascer em Berlin que máquinas e operários, protegidos por cerca de 250 policiais, removeram quatro segmentos do Muro que dividiu a cidade durante a Guerra Fria. Estava me preparando para jantar ontem a noite, quando o Jornal Nacional noticiou esta imbecilidade.

Três semanas atrás, eu falei aqui no blog sobre a primeira tentativa de remoção de parte da East Side Gallery, (ex-)maior trecho contínuo preservado do Muro, para a construção de apartamentos de alto luxo às margens do Rio Spree. A construtora prometera negociar uma saída para o impasse que a situação gerou. Mas ontem, de maneira surpreendente a empresa rompeu a trégua.

Não sei se por sadismo ou coincidência, este vandalismo, movido pela especulação imobiliária, aconteceu exatamente no Dia Internacional do Grafitti. E cinco dias antes do ataque ao Muro, o Google adiciou à sua coleção de galerias de obras de arte, ao lado de museus do mundo todo como o Luvre e a Pinacoteca do Estado, o primeiro álbum apenas com grafitti e arte de rua.

Não adianta apelar para o bom-senso dos empreendedores pois, sob o ponto de vista deles, o argumento é: “geramos milhares de empregos, pagamos impostos e melhoramos a cidade”. A culpa é de quem autorizou, seja o governo local ou federal. Talvez a Unesco ou algum outro organismo ou entidade internacional deveriam ter se pronunciado em tempo hábil. O fato é que todos deixaram acontecer. E o Muro voltará a dividir a cidade, e mais uma vez o motivo é a mesquinharia humana.

Como disse anteriormente, eu visitei a East Side Gallery em 2011. Pude ver, tocar, pisar e fotografar as duas faces do Muro. Um privilégio que nem os moradores de Berlin terão mais.

O Muro de Berlin - lado ocidental - meu pé

E uma correção: no dia 6 de março, quando abordei pela privez o assunto, adicionei uma foto do trecho que eu disse que seria removido. Me baseei na descrição do desenho nele pintado, que citava a imagem do Portão de Brandenburgo. Pois me enganei,  o buraco foi aberto em outra parte, onde também havia um desenho do Portão de Brandenburgo.


18 de março de 2013 — 08:32

Desenhando ao ar livre por JODF
Assunto: Design, Lugares & Fatos — Tags: , , ,    

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Quando eu estava no segundo semestre da faculdade, uma professora nos levou algumas vezes até o corredor do prédio 19 e num pátio do ensino médio do Mackenzie para fazermos desenhos de observação. É muito mais complexo retratar uma cenário completo, com gente passando e tudo mais, doque um único objeto estático ou mesmo uma pessoa imóvel.

Ela recomendava que fizessemos uma janela retangular numa folha de papel. Isso funcionava como um tipo de “mira”. Ou melho, isso demarcava o enquadramento do desenho. Assim, se segurassemos a folha sempre na mesma posição, enquanto olhávamos o cenário, o delimitaríamos e saberiamos exatamente onde o desenho deveria acabar. Alguns, mais experientes em técnicas de ilustração, dispensavam a janelinha.

Quando viajei até Dessau, para conhecer o lendário edifício Bauhaus, derrepente olho por uma janela do prédio e vejo a seguinte cena:

DSCN0410

Lá na Bauhaus os alunos também têm aulas de desenho de observação pelo campus e também usam uma janelinha numa folha de papel para definir o enquadramento. A diferença é que usávamos, no Mackenzie, folhas tamanho A3 e eles A4. Em compensação, eles tinham cadeiras e bancos dobráveis e nós não.

Bauhaus, Mackenzie… Então desenho de observação ao ar livre é uma técnica avançadíssima de ensino, destinada a alunos de cursos superiores?

Não.

Na histórica cidadezinha de Goiás, a antiga capital do Estado, testemunhei esta “complexa e dificílima técnica pedagógica superior” em uso em frente a um campus universitário local. Mas não eram os universitários locais quem usufruiam do seu aprendizado. Na cidade, fundada pelo Bandeirante Anhanguera, são as crianças do ensino fundamental quem saem da sala para desenhar ao ar livre.

E eles não se limitam aos pátios ou aos corredores como eu fazia em São Paulo, ou como faziam em Dessau. Em Goiás, as crianças eram levadas aos marcos históricos, monumentos, prédios ou museus da cidade. Os professores aproveitavam o passeio para ensinar a História in loco e na sequência, a molecada pegava seus lápis, lápis de cor, canetinhas ou giz de cera, uma folha em branco e “vamos que vamos”.

Aqui as escolas levam os alunos para aprender in loco a história da cidade e desenhar os monumentos da cidade

Eles não usavam a janelinha de enquadramento. Não acho que o objetivo principal da aula era desenvolver exímios ilustradores, mas ensiná-los a importância do seu cantinho do mundo e captar como cada um vê a sua cidade.

Não me lembro de ter feito algo parecido nem na infância, nem na adolescência. Acho que teria sido algo muito valoroso no meu desenvolvimento como cidadão. E num mundo como o de hoje, onde querem colocar no “lombo da internet” toda a responsabilidade pela qualidade da educação, iniciativas como essas seriam muito mais proveitosas que “video-games didáticos”.


6 de março de 2013 — 08:10

Querem derrubar parte do que sobrou do Muro por JODF
Assunto: Arquitetura, Lugares & Fatos — Tags: ,    

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O Muro de Berlin - lado ocidental

Observem bem esta foto, pois ninguém mais poderá tirar outra no mesmo local. Sexta-feira passada (01/03), uma das peças do Muro de Berlin, que compõem este desenho foi removida. O estrago só não foi maior porque centenas de cidadãos berlinenses se puseram entre as máquinas e a antiga barreira que dividiu o mundo.

Este pedaço conseguiu escapar da euforia que colocou quase todo restante abaixo, em 1989, por ficar num lugar onde na época não havia nada. Hoje, do “lado capitalista”, existe uma movimentada avenida, e do “lado comunista” há um parque linear na margem do Rio Spree. O trecho de quase 1,5 km é conhecido como East Side Gallery e seus grafites foram feitos ainda durante a Guerra Fria por artistas do mundo todo. De tempos em tempos eles são restaurados ou mesmo repintados pelos autores originais.

E é justamente atrás deste desenho do Portão de Brandemburgo, no parque às margens do rio, que a construtora Living Bauhaus Society (que espero que não tenha nenhuma relação em grau algum com A Bauhaus, além da coincidência do nome) decidiu construir um condmínio com 36 apartamentos de luxo, dos quais a empresa alega que já vendeu 20. Outra construtora também pretende erguer imóveis de alto padrão em outro trecho do parque.

Na melhor das hipóteses isso significa a privatização de um monumento histórico que inspontaneamte tornou-se o símbolo mais significativo da liberdade que temos no planeta. Ou seja, um patrimônio da humanidade seria rebaixado a um reles muro de um “préido de playboys”. Na pior ele vira entulho e a população local ainda perderia uma área de lazer.

O site Opera Mundi, onde li a respeito do problema, não diz quem autorizou as empreiteiras a conseguiram autorização para esta monstruosidade. Ele explicam rapidamente que o lugar era meio “sem dono” desde a reunificação da Alemanha. É mais ou menos como acontece por aqui, quando casas são construídas em áreas de preservação ambiental e o poder público também não consegue (ou não quer) enfrentar o poder aquisitivo.

Porém, a diferença é que lá o povo não ficou em casa potrestando em abaixo assinados virtuais ou compartilhando memes no Facebook ou no Twitter. Ele foram ao locar e se puseram entre as máquinas e o muro. Foram dias de resistência passiva, onde milhares de berlinenses chegaram a participar. Não foi como aquele oba-oba dos movimentos “Ocupa”, que se espalharam pelo mundo anos atrás. Foi uma iniciativa inspontânea e legítima de cidadãos querendo preservar a sua História da especulação imobiliária (talvés esta será a grande doença social do século XXI).

Ontem, na volta para casa, eu até comentei (mais uma vez) com meu pai como Jundiaí, o lugar onde cresci, já não é mais a mesma. Como está tomada por altos e caóticos edifícios residenciais que estão destruindo a cidade. Observo um processo semelhante também em São Paulo e vi o mesmo quando estive em algumas cidades de Santa Catarina no ano passado. Nós, humanos, nunca conseguimos conciliar progresso com preservação. Tomara que aprendamos antes que não sobre nada a se preservar.

A foto acima fui eu quem tirou. Garanto que é uma sensação indescritível tocar o Muro. Eu era criança quando vi na TV o povo derrubando o restante dele. Tomara que a prefeitura local intervenha e impeça que este monumento, que já simbolizou a intolerância e hoje representa a liberdade, não desaarece nem parcialmente, e muito menos por completo.


23 de janeiro de 2013 — 07:58

Cúpula Fotogênica por JODF
Assunto: Arquitetura, Design, Fotografia — Tags: ,    

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O Plenário do Senado fica sob a cúpula, mas não dentro dela

Nas raras vezes que vemos o teto do Plenário do Senado, seja em fotos ou na TV, vemos um belo acabamento em “escamas” douradas. Só que, na verdade, o interior da cúpula não é dourado, mas branco.

O acababamento interno desta cúpula é composto por plaquetas brancas e (falsamente) foscas penduradas. Não sei o nome do material usado, mas ele possui esse efeito refletivo que muda a sua cor e brilho quando filmado ou fotografado.

E se você está pensando que as luzes amarelas é que criam o efeito dourado, saiba que o interior da cúpula do plenário é iluminado por lâmpadas brancas. Ou seja, é o teto que está mudando a cor da luz, e não o contrário.

/a


26 de setembro de 2012 — 07:51

Primeiro eu posto, depois eu fotografo por JODF
Assunto: Fotografia, Internet — Tags:     

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A foto foi postada antes de ser tirada

Alguns dias atrás, estava olhando o meu Flickr e descobri algo interessantíssimo: existem fotos que eu postei antes de tirá-las!

Como assim? É por causa da diferença de fusos-horários.

Tirei as fotos na Alemanha, que fica cinco fusos a nossa frente. Acertei o relogio da câmera para o horário local e, até onde me lembro, também acertei o mapinha de localização da câmera também para a Alemanha.

Nessas condições, fotos postadas em menos de cinco horas após serem tiradas, aparecem com horário de publicação anterior à de registro da câmera. Só não entendi se o horário de postagem exibido se refere ao local onde estou visualizando as fotos ou ao local de residência que consta no meu cadastro do Flickr.


17 de junho de 2012 — 17:46

Cuidado onde você fica. Isso pode comprometer a sua experiência por JODF
Assunto: Arquitetura, Outros/Diversos — Tags: , ,    

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Mais uma escala nas férias. Desta vez cheguei à capital federal. Mais de oito hora depois de deixar Goias, fiz checkin no Albergue da Juventude, ou como vem sendo rebatizado, no Brasília Hi Hostel.

A frente do Brasília Hi Hostel

Aimpressão inicial não foi muito boa. O lugar parece que está caíndo os pedaços.

O Saguão principal do Brasília Hi Hostel

O último andar do Brasília Hi Hostel

O albergue fica totalmente isolado no meio do nada. Não há residências ou qualquer outra construção por aqui além do próprio albergue e duma base militar do outro lado da rua.

A lavanderia não tem nem máquina de lavar e nem secadora. Talvéz tenha de comprar umas camiseta, umas cuecas e uns pares de meias. O que tenho na mala dá para completar a viagem. Lavar a roupa era fundamental aqui em Brasília.

Aliás, lavar roupa foi á única coisa boa do Jaeger’s Hostel, em Munique, no ano passado. Aquele albergue era lindo, mas uma zona total. gritaria a noite no quarto, anheiro barulhento. Isso tornou minha passagem na cidade algo muito frustrante. Não foi uma boa experiência, apesar da cidade ser magnífica.

Em Palmas, o hotel era terrível. Não chegou a estragar minha estadia na cidade. Mas um hotel decente não custava muito mais.

Que aliás, em Goiás, aquela magnífica pousada, custou apenas R$ 5,00 a mais na diária que a espelunca de Palmas.

Mas já que estou aqui, espero que a falta de máquina para lavar seja o menor dos meu problemas. Daqui a pouco, darei uma volta para procurar alguma coisa pra comer.


22 de setembro de 2011 — 12:54

Fim da Viagem por JODF
Assunto: Lugares & Fatos, Outros/Diversos — Tags: ,    

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Pronto pra decolar

Ontem a noite (22h35, horário de Frankfurt), meu voo decolou com meia hora de atraso. O pouso em Guarulhos foi as 5h22, horário local (12 minutos de atraso).

Fim da viagem. Mas não das férias…


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