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JODF — Portfólio online

18 de dezembro de 2015 — 21:57

Concerto Triplo para Violino, Violoncelo, Piano e Orquestra por JODF
Assunto: Rock n Roll — Tags: ,    

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Já que compartilharei os vídeos da Filarmônica Jovem de Bogotá, também acho justo postar algo relacionado à Filarmônica de Montevideo. Mas era proibido filmar ou mesmo fotografar qualquer apresentação dentro do Teatro Solis. Então abaixo compartilho a peça de Beethoven que assisti no Uruguai, o Concerto Triplo para Violino, Violoncelo, Piano e Orquestra, interpretado pela Sinfônica da Galicia.


09:26

A Sinfonia da Surpresa por JODF
Assunto: Rock n Roll — Tags:     

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Já que ontem postei o vídeo da Quarta Sinfonia, então por quê não postar também o da Sinfonia da Surpresa, de Joseph Haydn?

Também fiz esta gravação na porta do Teatro Municipal de Bogotá na quarta-feira, dia 4 de junho de 2014, durante a apresentação do Projeto Música para Transeuntes. Como outra vez a intenção era enviá-lo por WhatsApp, ele também tem só um minuto e meio.


17 de dezembro de 2015 — 21:38

A Quarta Sinfonia por JODF
Assunto: Rock n Roll — Tags:     

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Durante minha passagem por Bogotá, eu vi uma apresentação da Orquestra Filarmônica Jovem no meio da rua. Falei disso na época, no meu diário de viagem. Na ocasião, ilustrei o post com uma foto, mas filmei um pequeno trecho do Último Movimento da Quarta Sinfonia, de Beethoven e da Sinfonia da Surpresa, de Joseph Haydn. Cada um dos vídeos tem apenas um minuto e meio, pois a intensão era enviá-los a algumas pessoas pelo WhatsApp.

Aproveitando que hoje completam-se 245 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven, hoje compartilho o pedaço da Quarta Sinfonia que registrei na Colômbia.


9 de outubro de 2014 — 21:08

Pedalando pela Capital Paulista por JODF
Assunto: Outros/Diversos — Tags: , , , , ,    

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Quando cheguei em Frankfurt, três anos atrás, surpreendi-me ao ver bicicletas sendo usadas como meio de transporte. A cena se repetiu em todas as cidades que conheci na Alemanha. Em Berlin encontrei uma estação pública de aluguel de bikes. Na época eu ainda não era “saudável” e não tentei locar uma “magrela”, mas voltei com esta ideia na cabeça: bicicletas como meio de transporte, não como lazer.

Aqui no Brasil, é mais comum vermos bicicletas serem usadas como meio de transporte em cidades litorâneas. Nossos preconceitos nos dizem que “caiçaras andam de bicicleta porque são vagabundos”.

Em Porto Alegre, deparei-me com estações de bicicletas laranjas, patrocinadas pelo Banco Itaú, em vários pontos da cidade (já ouvira falar disso em São Paulo, mas acreditava que estavam disponíveis apenas em finais de semana e feriados). Quando soube que poderia pegar uma bike em qualquer ponto da cidade e devolvê-la em qualquer outra estação, tentei alugar uma para, mas não consegui. O sistema não aceitou o meu cartão. A frustração foi tão grande que acabei comprando minha própria bicicleta no final do ano passado.

Ainda na viagem de 2013, encontrei bicicletas públicas em Buenos Aires e no hostel de Montevideo. Mas a frustração de PoA era tão grande que nem me passou pela cabeça pedalar nessas capitais.

Este ano, já ciclista, quando viajei de férias tive vontade e oportunidade de alugar uma bicicleta em Lima. Mas não tive coragem de pedalar pelo caos que é o trânsito da Capital Peruana.

Meu medo de sufocar na altitude me impediu de fazer o caminho entre Cusco e Aguas Calientes pedalando.

Depois que não consegui o empréstimo de uma bicicleta pública em Bogotá, achei que só pedalaria por uma grande capital se levasse minha Caloi 100 para São Paulo (e sou doido para experimentar uma das polêmicas ciclovias vermelhas de lá).

Semana passada, um comentário de um post sobre as ciclovias de São Paulo que vi no Facebook, alguém mencionou que usava as bicicletas laranjas do Itaú diariamente para descer a Rebolsas.

Ontem, precisei ir à Vila Olímpia, em São Paulo. Antes, queria passar no Paraíso. Planejando a rota entre os dois bairros, percebi que levaria quase o mesmo tempo para ir a pé ou de ônibus. De Metrô e CPTM demoraria mais e ainda caminharia muito.

Então me perguntei: e as bikes laranjas?

Considerando os tempos e distâncias que percorro em Jundiaí e que o percurso, entre o Paraíso e a Vila Olímpia, é praticamente ó descida, concluí que este seria o meio mais rápido de cumprir esse caminho. Não o mais legal. O mais rápido mesmo.

Terça-feira baixei o aplicativo Bike Sampa. Descobri que, ao contrário de PoA, o empréstimo era gratuito. Pesquisei as estações nos dois bairros. E estudei bem o mapa do percurso.

Então ontem, na Rua Dr. Afonso de Freitas, na estação 11, habilitei a bicicleta que estava na posição 1 e #PartiuVilaOlímpia.

Logo na saída parei para regular o banco. O espelho  “era só pra constar” (depois que acostumei com o retrovisor na bicicleta, foi bem aflitivo não ter um que não funcionava). A falta de capacete também me causou estranhamento. Meu estudo do mapa também não adiantou muito: não consegui evitar as vias mais movimentadas e nem lembrar do caminho. Acabei chegando porque segui um rumo instintivo em direção à Pinheiros passando por Moema. E ainda me perdi na Vila Olímpia. Mesmo assim, levei pouco mais de meia hora para devolver a bicicleta na estação 61,  localizada na rua Baluarte, ao lado do campus da Anhembi Morumbi e a poucos quarteirões do meu compromisso.

Finalmente consegui pedalar por uma cidade grande (na maior que conheço)! E sim, foi muito muito legal. E daqui pra frente, considerarei bicicletas públicas como uma opção funcional de transporte em qualquer lugar do mundo.

O meio mais rápido para ir do Paraíso à Vila Olimpia


30 de junho de 2014 — 22:20

Almoçando com o colega de quarto por JODF
Assunto: Outros/Diversos — Tags:     

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Foi em 23 de maio que jantei com Joel e Tamara, na noite que cheguei em Puno. Joel foi meu colega de quarto. Tamara estava alojada em outro dormitório.

Antes que Joel deixasse a cidade, combinamos de almoçar numa churrascaria do Cambuci. Ele veio a São Paulo para assistir Bélgica × Coréia no Itaquerão, jogo da última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.

Ontem recebi uma mensagem dele “cobrando” o convite. Hoje fomos a tal churrascaria na Lins de Vasconcelos, onde o apresentei ao churrasco brasileiro. Conversamos sobre as nossas andanças pela América do Sul, também sobre futebol, Copa do Mundo e suas impressões sobre o Brasil.

Ficamos pouco tempo no restaurante, mas foi um tempo muito aproveitado. Normalmente as pessoas que conheço em viagens acabam se perdendo. Cada um segue o seu caminho e, tirando o Facebook, o contato acaba se perdendo.

Obrigado pelo almoço Joel.


6 de junho de 2014 — 20:24

Hacia el Mundial por JODF
Assunto: Jogos & Games — Tags: ,    

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A pergunta que mais me fizeram nesta última semana: “não vai ao mundial”. Sejam colombianos ou turistas, ninguém se conformava com a possibilidade de um brasileiro estar fora do Brasil durante a Copa.

Por conta do horário de check out do hostel, cheguei muito cedo ao Aeroporto Internacional  El Dorado. Ao longo do dia, vi muitos colombianos embarcando para aa Copa. Provavelmente, no meu voo, só eu não estarei vestindo amarelo. Posso ter uma ideia da vesta que encontrarei em Guarulhos amanhã cedo.

Desde pequeno queria viajar para uma Copa do Mundo. Esta noite realizarei este desejo. Mesmo que o Mundial aconteça no meu país. Mesmo sabendo que para mim não será só festa (volto à labuta na segunda-feira). Com tudo isso é legal sentir este clima de HACIA EL MUNDIAL.


00:43

Tudo acontece na Carrera 7 por JODF
Assunto: Outros/Diversos — Tags: ,    

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É incrível como gostei desta cidade. Mesmo sem me afastar muito da Carrera 7, consegui sentir bem a alma de Bogotá. Aliás, é incrível como parece que tudo acontece na Carrera 7.

Na parte do centrão, entre a Plaza Bolivar e o Parque La Independencia, a Carrera 7 é uma rua boqueada ao trânsito (exceto pela ciclo-faixa). Praticamente um calçadão. Um mar de gente circula o dia todo por este trecho da via. E  não tem dia e hora. Domingos, meio de semana. Manhã, tarde, noite. Marreteiros, camelôs e artistas de rua completam o caos que é a “Sietima”.

Algum grupo de teatro se apresentando na rua

Entre o Parque la Independencia e o Museu Nacional, ela se alarga e tem o trânsito liberado. Mesmo assim, a preferência ainda não é dos automóveis. O leito, calçado por blocos vermelhos e cinza, é em sua maior parte ocupado pelas estações do Transmilenio (o BRT daqui) e pela continuação da ciclo-faixa.

Daí para frente, a Carrera 7 torna-se uma larga e arborizada avenida. É assim até o Parque Nacional. Como não segui adiante, não sei como ela termina. Bom, também não fui até o seu real começo para saber como é.

Sei que o pedaço mais interessante dela é a do centrão. Onde realmente vive a alma de Bogotá. Foi lá que assisti a filarmônica. Nesse trecho completei meu álbum da Copa. Acho que fiz todas as minhas refeições nesta parte a Carrera 7.

Bogotá é uma cidade com cara de cidade. Aqui encontrei um pouquinho de cada metrópole ou capital onde já estive. Não quero dizer que aqui tem trechos que visualmente remetem a cidades específicas. Mas há uma essência urbana homogênea, típica de lugares importantes e cheios de gente. É uma cidade bonita, apesar das suas partes degradas.

Bogotá não é monumental ou glamourosa. Não é habitada por engravatados ou abarrotada de turistas. Bogotá é apenas uma cidade onde as pessoas vivem felizes, apesar das suas dificuldades.


4 de junho de 2014 — 22:19

Marca paralela por JODF
Assunto: Branding, Design, Jogos & Games — Tags: ,    

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Super oficial

Outra coisa que vi na Carrera 7. E não foi só nesta barraquinha que vi esta marca paralela da Copa. Por toda a cidade, é possível encontrar todo tipo de produto relacionado à seleção local e ao Mundial. Até alguns álbuns piratas ostentam a arara na capa.

Confesso que nestes anos todos de convívio, acabei me acostumando como o “Chico Xavier”. Mas parece que nem todos os colombianos conseguiram engolir o “facepalm


22:02

Música para transeuntes por JODF
Assunto: Rock n Roll — Tags: ,    

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Era quase meio dia quando passava em frente ao Teatro Municipal. Havia uma movimentação estranha: alguns instrumentos e cadeiras eram colocadas sob a marquise.

Me aproximei para ver. Era a Filarmônica Jovem de Bogotá se preparando para a sua apresentação semanal do Projeto Música para Transeuntes. Todo Miércules, a orquestra vai até a calçada do teatro tocar para quem estiver passando pela Carrera 7.

A molecada (entre 18 e 24 anos) interpretou três músicas: As Bodas de Fígaro, de Mozart (uma parte), três partes da Sinfonia da Surpresa, de Joseph Haydn, e o Último Movimento da Quarta Sinfonia de Beethoven. O mini-concerto durou quase uma hora e cativou muita gente que circulava por ali.

As Bodas de Figaro (Mozart


21:04

Completando o álbum da Copa por JODF
Assunto: Jogos & Games — Tags: ,    

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Quando saí do Brasil, me faltavam dez figurinhas para completar o álbum da Copa. Pensava em pedi-las à Panini quando voltasse para casa.

Meu pai insistiu que eu trouxesse minhas repetidas. Aceitei a sugestão.

Nas três semanas que estive no Peru, vi álbuns pendurados em algumas bancas. Apesar da grande expectativa pelo Mundial, as figurinhas não eram exatamente uma febre no país.

Já na Colômbia, que se classificou para a competição, a história é outra. A febre aqui é tão grande que, além das 639 e das patrocinadas (que são diferentes das do Brasil), existem várias outras figurinhas especiais piratas para colar no álbum. Há até álbuns paralelos que, além das estampas oficiais, possuem as células numeradas para as figurinhas piratas (que, no caso desses livros “extraordinários”, também constam cromos com os treinadores de cada seleção).

Todo este material exclusivo está disponível nas bancas dos camelôs da Carrera 7. E nessas banquinhas também é possível comprar o álbum canoa oficial da Panini, envelopes fechados e figurinhas oficiais avulsas. Os camelôs também trocam (3 × 1).

Então resolvi procurar as que me faltavam. E sim, realmente as figurinhas são as mesmas no mundo todo e seguem a mesma numeração. O que difere muito é a oferta de cada cromo. Em cada banca que fui, os vendedores ficavam encantados com as minhas estampas. “Jogadores” manjados no Brasil, aqui são raros. Honduras, que em Jundiaí e São Paulo ninguém quer, todos queriam.

Troquei três numa banca, mais três na segunda (onde me pediram quatro em troca da metade de baixo do Fuleco). Visitei outras que não tinham nada do que procurava. Na quarta, o vendedor estava tão encantado com minhas figurinhas que, além de buscar uma das últimas quatro com um colega dele, ainda queria me empurrar as piratas para ficar com várias outras do meu bolo. Mas não topei.

Quando chegar em casa, pela primeira vez na vida completarei o primeiro álbum da minha vida, apenas comprando e trocando figurinhas. Dessa vez não escreveria para a editora pedindo as figurinhas que faltam.

As últimas dez figurinhas do meu álbum


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